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quarta-feira, 18 de setembro de 2024

Cidade de Springfield, nos EUA, vive pesadelo por causa de fake news propagada por Donald Trump


 A pequena cidade no estado de Ohio recebeu 33 ameaças de bomba nos últimos dias. As ameaças começaram depois que o candidato republicano à Casa Branca disse que imigrantes haitianos estão comendo cães e gatos dos moradores.

Uma mentira publicada na internet - e repetida pelo ex-presidente americano Donald Trump - obrigou as autoridades a reforçar a segurança em uma cidade no estado de Ohio.

Policiais estavam em todas as escolas de Springfield, na manhã desta terça-feira (17), quando os alunos começaram a chegar. O governo tomou a medida porque a pequena cidade, em Ohio, recebeu 33 ameaças de bomba nos últimos dias. Faculdades e hospitais também interromperam as atividades.

As ameaças começaram depois que Donald Trump disse, no debate da terça-feira (10), que imigrantes haitianos estão comendo cães e gatos dos moradores. O mediador desmentiu a afirmação na hora. O prefeito de Springfield já tinha feito o mesmo quando boatos sobre o assunto começaram a circular na internet. Rob Rue afirmou que não há qualquer evidência que confirme a alegação repetida por Trump.

A mulher que começou os rumores com uma postagem em rede social reconheceu que errou ao escrever sem ter informações corretas. Mesmo com os desmentidos, Trump não parou de acusar imigrantes.

A campanha do ex-presidente divulgou que um menino de 11 anos foi morto por um imigrante haitiano quando ia para a escola. Ele se referia a uma criança vítima de um acidente de trânsito em agosto de 2023. Um imigrante haitiano bateu o carro que dirigia em um ônibus escolar. O pai do menino que morreu disse que foi um acidente e lamentou que o caso esteja sendo usado para plantar o ódio. Ele pediu que Trump e o vice na chapa republicana, J. D. Vance, parem de explorar a morte do filho dele para ganhos políticos.

A demanda por mão de obra em Springfield acabou atraindo muitas dessas pessoas. A população local diminuiu nas últimas décadas e faltaram trabalhadores. Springfield chegou a ter 80 mil habitantes na década de 1970. Atualmente, a cidade tem 58 mil. Entre eles, mais de 15 mil haitianos.

O governador de Ohio, Mike DeWine, que é do partido de Trump, o republicano, disse que muitos negócios nem teriam reaberto depois da pandemia se não fosse pelos funcionários haitianos.

Uma pastora de Springfield conta que os haitianos se sentem ameaçados, como se não fossem mais bem-vindos, e afirma: "Somos boas pessoas".

O presidente Joe Biden declarou que as alegações de Trump estão colocando uma comunidade inteira sob ataque e disse:



Procon-JP fiscaliza açougues e notifica quatro supermercados

 



Operação realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor nos açougues da Capital resultou em quatro supermercados notificados para adequação. A fiscalização do Procon-JP tem o objetivo de inspecionar a aplicação de leis de uma forma geral e a legislação específica para o segmento, além da que se refere às condições em que estão acondicionados os alimentos comercializados.

A fiscalização, que segue até a próxima sexta-feira (20), vai ficar de olho especialmente nos açougues dos estabelecimentos. “Estamos atentos para a forma como as carnes e demais alimentos estão acondicionados, bem como os prazos de validade desses produtos, porque trata de uma questão de segurança para a saúde do consumidor”, frisou o secretário do Procon-JP, Rougger Guerra.

Outras leis pontuadas pelo titular do Procon-JP foram as que obriga que o troco da transação seja dado em dinheiro e não em produtos, a proibição de taxação de valor mínimo quando das compras pagas no cartão, a disponibilização do número do Procon-JP e de exemplar do CDC à vista do consumidor, entre outras.

Penalidades – As punições para o descumprimento à legislação serão aplicadas conforme o grau da infração e podem ir de multas até à suspensão temporária do serviço. Em caso de notificação, o estabelecimento recebe um prazo para proceder as adequações previstas durante a fiscalização do Procon-JP.

Atendimentos do Procon-JP:
Sede: Avenida Pedro I, 473, Tambiá
Recepção: (83) 3213-4702
Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179
WhatsApp do transporte público: (83) 98873-9976

Preocupado com vício de apostadores, governo vai exigir perfil e usuários e fazer campanha sobre bets


 O governo prepara três campanhas de conscientização para alertar os jogadores sobre as apostas on-line (as bets). A primeira, programada para outubro, será a divulgação da lista das empresas que poderão operar no país.

A segunda, mais ampla, envolverá a participação do Ministério da Saúde para alertar sobre o endividamento e o efeito das apostas na saúde das pessoas. Será uma campanha publicitária dizendo que apostas são entretenimento e não meios de enriquecimento ou de fazer dinheiro.

A terceira campanha será em janeiro de 2025, com a lista das empresas que receberam autorização definitiva para prestar o serviço no país.

Além disso, a partir de janeiro, as empresas serão obrigadas a enviar relatórios diários para o Ministério da Fazenda sobre o perfil dos jogadores, renda, valor e frequências das apostas. Também terão que informar se a casa da aposta conta com serviço de “influencers”, os termos do contrato e remuneração.

O processo de regulamentação das bets está em andamento no governo, que deu prazo até 20 de agosto para que os interessados fizessem o credenciamento. Estão sendo analisados pedidos de 113 empresas. O prazo para a concessão da autorização termina no final deste ano, mas o Ministério da Fazenda se antecipou e publicou uma portaria nesta terça-feira para divulgar a lista das empresas consideradas legais. Quem não estiver nessa lista será proibido de prestar o serviço a partir de 1º de outubro.

Segundo o secretário, o governo se antecipou porque identificou no processo de regulação um grupo de empresas que usa bets para explorar os apostadores e cometer crimes.

Nos próximos dias, as empresas que pediram autorização terão que informar se operam com marcas e em quais sites. A partir de janeiro, terão que usar o domínio bet.br.

O secretário admitiu que o prazo para identificação das empresas ilegais é curto, mas que a tarefa será executada em conjunto com as forças de segurança, como Polícia Federal, por exemplo, e Agência Nacional de Telecomunicações. O plano prevê uso de inteligência e todas as ferramentas de tecnologia disponíveis.

Ele mencionou que casos suspeitos de crime serão repassados às autoridades competentes e que cabe ao órgão regulador exigir o cumprimento das regras e zelar para que o apostador não tenha problemas de saúde e de endividamento por conta dos jogos.

Para a Fazenda, a regulamentação que está sendo construída é robusta e tem potencial para proteger os consumidores. Contudo, o secretário reconhece que há desafios:

O processo de regulamentação envolveu ao todo 10 atos normativos. Uma portaria editada no final de julho, por exemplo, estabelece regras para o jogo responsável. É vedado por exemplo, uso de cartão de crédito, embora isso valha apenas a partir de janeiro.

Outra regra da portaria impõe a autorregulamentação dos operadores. Os sites precisam oferecer meios para que os apostadores possam se controlar, além de esclarecer que apostas não é um meio para enriquecimento ou complemento de renda.

Tudo isso, disse, terá que ser informado ao governo. A Fazenda procura passar a mensagem de que as apostas on-line devem ser encaradas apenas como um entretenimento. Nesse tipo de jogo, a maioria dos apostadores perderam e quem ganha mesmo é a banca, disse um interlocutor.

Por outro lado, a regulamentação das bets vai ampliar a arrecadação do governo federal. O processo de autorização das operadoras será contínuo. Ou seja, a partir de janeiro qualquer empresa poderá entrar com pedido na Fazenda para prestar o serviço.


Morador esquece panela no fogo e causa incêndio em apartamento


 Um incêndio atingiu um apartamento no bairro Gramame, em João Pessoa, na noite dessa terça-feira (17). De acordo com o Corpo de Bombeiros, a suspeita é de que o fogo tenha começado devido a uma panela esquecida no fogão enquanto o morador estava ausente.

Ao retornar ao imóvel, o morador tentou apagar as chamas, mas acabou sofrendo queimaduras pelo corpo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar o incêndio, que destruiu completamente o apartamento.

Os moradores do prédio foram evacuados por precaução durante o combate ao fogo. As causas do incidente ainda serão investigadas.


Banco Central determina que bancos enviem ‘alerta de golpe’ para transações atípicas no Pix


 O Banco Central (BC) determinou que as instituições financeiras enviem um "alerta de golpe" aos clientes em casos de transações atípicas via Pix. A medida deve entrar em vigor a partir de 2025. A decisão foi tomada na semana passada, seguindo uma sugestão do grupo de segurança do Fórum Pix, que reúne participantes do mercado, sob a supervisão da autoridade monetária.

Segundo a autoridade monetária, cada instituição terá autonomia para definir "premissas, parâmetros e critérios" para o envio do alerta aos usuários. A obrigação entrará em vigor seis meses após a publicação no Manual de Experiência do Usuário do Pix.

As informações são da Folha de S.Paulo.

Em encontro realizado na última quinta-feira, 12, os membros do Fórum Pix também recomendaram – e o BC acatou – a criação de uma multa de R$ 100 mil para os participantes do sistema que descumprirem as regras relacionadas a chaves Pix, sem possibilidade de isenção.

A alteração do normativo ainda não tem data definida para acontecer. Na regra atual, a penalidade aplicável é de R$ 50 mil, com a possibilidade de isenção, em caso de não cumprimento de regras e procedimentos relativos ao acesso à base de dados do Pix e utilização de suas funcionalidades.

O Pix vem sendo alvo de fraudes cada vez mais sofisticadas e, por isso, o BC tem discutido aperfeiçoamentos no sistema de pagamentos instantâneos para garantir mais segurança nas operações.

De acordo com dados da instituição, foram feitas cerca de 3 milhões de solicitações de devolução de recursos por fraudes entre janeiro e agosto deste ano.


Deolane troca advogados e faz novo pedido de habeas corpus no STJ


 A advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa na operação "Integration" pela Polícia Civil de Pernambuco, tem novos advogados cuidando do seu caso. Antes, Deolane contava com a equipe da advogada e ex-BBB Adélia Soares, que também está sendo investigada pela polícia por suspeita de ajudar um grupo chinês a praticar golpes no Brasil.

Os advogados Rafael Adamek e Luiz Eduardo Monte, de um escritório no Distrito Federal, agora estão à frente do caso de Deolane. Eles foram constituídos no último dia 13 de setembro, segundo o gshow.

Nesta terça-feira (17), a nova equipe de advogados protocolou um novo habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça, solicitando o relaxamento da prisão de Deolane, que está em regime preventivo em Buíque, no Agreste Pernambucano.

Deolane e sua mãe, Solange Bezerra, que está presa em uma colônia penal no Recife, são investigadas por organização criminosa voltada para a prática de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

A advogada havia conseguido um relaxamento de prisão para o regime domiciliar, mas voltou para o cárcere após descumprir uma medida cautelar.


Copom decide nesta quarta se eleva juros básicos da economia Taxa Selic, em 10,5% ao ano, pode subir 0,25 ou 0,5 ponto


 Com possibilidade de divisão entre os membros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (17) se mantém ou eleva a taxa básica de juros, a Selic. A recente alta do dólar e o impacto da seca sobre o preço de energia e alimentos trouxeram a indefinição se o colegiado subirá os juros básicos pela primeira vez em mais de dois anos.

No comunicado da última reunião, no fim de julho, o Copom informou que o cenário econômico dentro e fora do Brasil exige cautela. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve subir 0,25 ponto percentual nesta reunião e encerrar 2024 em 11,25% ao ano.

Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões, de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, no menor nível desde fevereiro de 2022.

Inflação

Na ata da reunião mais recente, o Copom informou que avaliava uma elevação nos juros por causa da valorização do dólar e do aumento dos gastos públicos. Os membros do colegiado afirmaram que o momento é “ainda de maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação”.

De acordo com o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2024 subiu de 4,22% há quatro semanas para 4,35%. Isso representa inflação cada vez mais próxima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou negativo em 0,02%, a primeira deflação desde junho de 2023. O alívio, no entanto, é temporário.

A inflação ficou negativa em agosto por causa da queda dos preços de energia, que subirão a partir de setembro por causa da bandeira tarifária vermelha. Além disso, na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admitiu que a seca prolongada terá impacto no preço dos alimentos. Na ocasião, o ministro defendeu que o choque de oferta de alimentos não seja resolvido por meio de juros.

Nos últimos meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos e os serviços têm puxado a inflação. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,24% em 12 meses, dentro da meta para 2024, mas próximo do teto.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta

Para este ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2024 em 4%, mas a estimativa foi divulgada antes da alta do dólar e do impacto da seca prolongada. O próximo relatório será divulgado no fim de setembro.

Agência Brasil 

Idosas são presas após planejarem morte de irmã e cunhado por briga de herança


 Duas irmãs idosas, de 65 e 68 anos, foram presas em Acaraú, no Interior do Ceará após planejarem a morte da outra irmã e do marido dela, em razão de uma briga por herança e partilha de bens. O duplo homicídio ocorreu na noite de domingo (15), e as suspeitas foram presas nessa segunda-feira (16).

As vítimas foram identificadas como Albertina Célia Carvalho Andrade, 58, e Francisco Edmilson dos Santos, 51.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), as irmãs foram autuadas em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil.

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Regional de Acaraú, com apoio Núcleo Operacional do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte (DPJI – Norte).

Informações da apuração policial dão conta de que as idosas queriam ficar com a casa onde a irmã morava, pois a residência foi herança do pai delas quando morreu. A família tinha constantes brigas em relação ao terreno do local.

Morte encomendada

Câmeras de segurança de uma casa vizinha mostraram uma das suspeitas mostrando a um matador de aluguel onde as vítimas moravam. No mesmo dia, o homem retornou ao local, invadiu a residência e disparou contra a mulher e o homem.

Os crimes ocorreram na rua São José, no distrito de Bahia. A Pasta informou que as apurações seguem para identificar outros suspeitos.

Chefes dos Três Poderes discutem aumento de penas a crimes ambientais Lula, Pacheco e Lira dizem concordar que incêndios são criminosos


 Os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do Senado, Rodrigo Pacheco; e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, disseram concordar que a onda de incêndios florestais que afeta o país tem origem criminosa. Em reunião nesta terça-feira (17) entre os chefes dos Três Poderes para discutir medidas para enfrentar a crise climática, eles falaram sobre um eventual aumento de penas para os criminosos.

“Não se pode pode acusar, mas que há suspeita [de crime], há”, declarou Lula no encontro. “O dado concreto é que, para mim, parece muita anormalidade.” O presidente da República disse considerar estranhas as convocações para o ato promovido na Avenida Paulista em Sete de Setembro com a frase “Vai pegar fogo”.

Pacheco disse acreditar haver uma coordenação entre os incêndios. “É muito evidente que, diante desse contexto, a quantidade de focos [de incêndios], há, sim, uma orquestração, mais ou menos organizada, que pretende incendiar o Brasil”, declarou. Lira considera que há uma influência criminosa na onda de incêndios. “Estamos enfrentando um problema iminente de organizações criminosas, inclusive no atear fogo”, afirmou.

Aumento de penas

O aumento de penas para crimes ambientais também foi tema da reunião. O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse estar discutindo com a Advocacia-Geral da União (AGU) uma proposta para aumentar as penas para incêndios florestais, atualmente com punições mais brandas que as de um incêndio comum.

“No incêndio normal, a penalidade é de três a seis anos e, no incêndio florestal, um crime ambiental, é de dois a quatro anos. Então o que se vai buscar é pelo menos igualar”, explicou.

Também presente ao encontro, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, defendeu que o Congresso discuta o aumento de penas para crimes ambientais. “No incêndio normal, a penalidade é de três a seis anos e no incêndio florestal, um crime ambiental, é de dois a quatro anos. Então, o que se vai buscar é pelo menos igualar”, disse.

Congresso

O presidente do Senado disse ser possível um eventual “aprimoramento legislativo” da Lei 9.605, que trata dos crimes contra a fauna e a flora, e do Código Penal, mas recomendou equilíbrio nas discussões para evitar “populismo legislativo”. Segundo Rodrigo Pacheco, a legislação atual já estabelece agravantes e permite combinar penas.

“Nós reputamos que o problema nesse instante não é legislativo. Nem de uma fragilidade de combinação de penas, porque tipos penais há, penas combinadas também há”, afirmou. Pacheco, no entanto, ponderou que o Senado pode debater os crimes previstos em lei para identificar as possibilidades de elevar a pena. “Uma coisa é ter fogo em um hectare, outra coisa é ter fogo alastrado por um parque florestal que atinge vilas, comunidades”, comentou.

Dizendo haver vontade política na Câmara dos Deputados, o presidente da Casa, Arthur Lira, pediu que medidas que precisem de votação no Congresso não sejam confundidas com questões ideológicas. “Não faltará vontade política da Câmara, mas alguns temas acho que têm que vir bem explicados, para que não tenha reação adversa a uma tratativa que fuja de alguns pensamentos mais ou menos ideológicos com relação ao cerne da questão”, disse.

Mobilização de juízes

O presidente do STF afirmou ter pedido uma mobilização nacional de juízes de todo o país, diante da gravidade da situação atual. Ele disse ter recomendado aos magistrados que deem prioridade à tramitação de inquéritos e ações relacionadas a infrações ambientais. A recomendação, explicou, vale para ações criminais e civis e deverá adiantar medidas cautelares, como operações de busca e apreensão e prisões preventivas.

Barroso também afirmou que as Defesas Civis estaduais devem receber as multas pecuniárias em ações coletivas. O pedido vale para dinheiro que esteja depositado em contas do Poder Judiciário.

Aposta de Timbaúba leva sozinha R$ 81 milhões na Mega-Sena Números sorteados foram 01 - 04 - 14 - 26 - 44 - 51


 Uma aposta de Timbaúba (PE) acertou sozinha as seis dezenas da Mega-sena sorteadas nesta terça-feira (17) no concurso 2.775 e vai levar R$ 81.473.638,46. A aposta simples foi feita na lotérica Loteria da Praça. 

Os números sorteados foram 01 - 04 - 14 - 26 - 44 - 51.

A quina teve 81 ganhadores que receberão, cada um,  R$ 53.212,48. As 5.817 apostas ganhadoras da quadra terão o prêmio individual de R$ 1.045,45.

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país, ou pela internet, no site da Caixa. No caso das lotéricas, os estabelecimentos podem fechar antes das 19h. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Agência Brasil 

Quaest: confira a simulação de confronto direto entre Cícero x Ruy, Cartaxo e Queiroga


 divulgada na noite desta terça-feira (17/9), pela TV Cabo Branco, mostra que o prefeito e candidato a reeleição, Cícero Lucena (PP), lidera confrontos diretos de possíveis cenários de segundo turno contra Ruy Carneiro (Podemos), Luciano Cartaxo (PT) e Marcelo Queiroga (Podemos).

Confira:

Cenário I 

Cícero Lucena (PP): 61%
Ruy Carneiro (Podemos): 23%

Cenário II

Cícero Lucena (PP): 61%
Luciano Cartaxo (PT): 21%

Cenário III

Cícero Lucena (PP): 61%
Marcelo Queiroga (PL): 20%

Lula pede para Forças Armadas treinar recrutas para enfrentar queimadas

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, na noite desta terça-feira (17), que os recrutas das Forças Armadas sejam treinados para combater queimadas no Brasil. O mandatário disse que já fez esse pedido pessoalmente ao comandante do Exército, Tomás Paiva, e ao ministro da Justiça José Múcio.

“A sujestão que eu dei pra eles é que, daqui para frente, todos os 70 mil recrutas que são convocados para as forças armadas todo ano e que a gente não tem guerra e, portanto, não precisa preparar ninguém para guerra porque a gente não vai querer guerra”, disse Lula durante reunião com os demais poderes para discutir ações conjuntas contra as queimadas que tem tomado conta do país.

Para Lula, é preciso “colocar a meninada” para enfrentar a questão climática aprendendo a ser brigadista para lidar com fogo, enchentes e outras situações.

Além disso, o presidente também propôs que os municípios implantem brigadas de incêndios locais. Esse tema, Lula disse que vai levar para discussão na próxima marcha dos prefeitos.

“Vamos entregar para ele uma pauta de reivindicação que toda prefeitura precisa ter brigadas e gente especializada da Defesa Civil porque não é um problema do Governo Federal. Quando dar uma dor de barriga em Roraima ou no Acre é um problema que lá tem que ter estrutura para cuidar disso e não precisar ficar se socorrendo no Governo Federal.

A reunião contou com participação do presidente e integrantes do Governo, do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), do presidente STF, Luís Roberto Barroso,  do presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), o paraibano Herman Benjamin, e do vice-presidente do Tribunal de Contas da União, o também paraibano Vital do Rêgo Filho.

Presidente da FIEP defende reativar malha ferroviária na PB: “Preocupação nossa”


 O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), Cassiano Pereira, defendeu nesta terça-feira (17), em entrevista ao Programa HoraH, na Rede Mais Rádios, a reativação da malha ferroviária na Paraíba para o fortalecimento da indústria no estado. A possibilidade já foi levada à Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

“Estive em Brasília e lá via o estudo da malha ferroviária nordestina e naturalmente a nossa paraibana. É um pleito nosso, um pleito da federação e pessoal. Mas eu tenho que levar o pleito de todo conjunto, esse pleito foi abraçado. Conversei com senador Veneziano que entendeu que isso é possível, outros políticos também que estavam na conversa. A malha ferroviária é fundamental mas a gente tem que saber exatamente como vai ser. Não é você dizer que vai ser direcionada pra onde e qual é o trecho que vai fazer. Não adianta a gente também dar um pontapé e não ser concluído. Temos que ter começo, meio e fim. Mas enfim, é uma preocupação nossa, é uma preocupação do empresariado paraibano”, afirmou Cassiano.

Eleito através de votação entre os três vice-presidentes executivos (representantes das regiões sindicais de Campina Grande, João Pessoa e Sertão) para o cargo de presidente da FIEPB neste ano, Cassiano destacou os principais desafios da nova gestão para uma “mudança de cultura”.

“Nós estamos fazendo com que haja uma mudança de cultura. Nossa mudança está muito boa, são desafios todo dia eu tenho procurado dialogar com transparência com o industrial paraibano, trazer o industrial paraibano para dentro da Federação para que juntos possamos atender e buscar os anseios para que realmente a Federação tenha o trabalho voltado para indústria”, destacou Pereira.

Com Mais PB

terça-feira, 17 de setembro de 2024

Mais monitoramento: UFPB reforça segurança com instalação de 1.110 Câmeras em todos os Campi




 

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio da Superintendência de Orçamento e Finanças (SOF), publicou o edital nº 90012/2024 destinado à contratação por Sistema de Registro de Preços (SRP) de Serviços de Videomonitoramento. O prazo para recebimento de propostas vai até esta quarta-feira, dia 18 de setembro de 2024, às 9h (horário de Brasília). O valor total estimado desta licitação é de R$ 2.626.192,51.

A licitação, na modalidade pregão eletrônico, tem por objetivo a contratação de Serviços de Videomonitoramento. De acordo com a Superintendente de Orçamento e Finanças, Natúcia Santos da Silva, o processo será conduzido pelo Sistema de Registro de Preços (SRP), permitindo a implantação por etapas.

“A empresa contratada será responsável pelo fornecimento de todos os equipamentos em regime de locação, gerenciamento e tratamento de imagens, analíticos de vídeo, leitura de placas de veículos, e armazenamento das imagens em nuvem por no mínimo 30 dias, com o fornecimento do link de internet. O contrato também prevê a implantação do sistema, treinamento da equipe, além das manutenções preventivas e corretivas dos equipamentos”, explicou Natúcia.

Conforme previsão na licitação, o videomonitoramento deverá ser realizado com o uso de 900 câmeras internas e 210 externas, perfazendo 1.110 câmeras. Os serviços serão prestados em 09 unidades institucionais, cobrindo todas as unidades dos Campi I, II, III e IV, além das unidades fora de sede, em Mangabeira e Santa Rita. Os locais estão discriminados no Termo de Referência que consta na licitação
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Bets sem autorização para funcionar serão suspensas a partir de outubro no Brasil


 As empresas de apostas de quota fixa, também classificadas como “bets”, que ainda não pediram autorização para funcionarem no país, terão as operações suspensas a partir de 1º de outubro.  A suspensão valerá até que a empresa entre com um pedido, e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda conceda a permissão de funcionamento.

A medida consta de portaria do Ministério da Fazenda publicada nesta terça-feira (17) no Diário Oficial da União. A companhia que pediu a licença, mas ainda não atuava, terá de continuar a esperar para iniciar as operações em janeiro, se a pasta liberar a atividade.

Pela manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo fará um pente-fino na regulamentação das apostas eletrônicas. Ele disse que a dependência psicológica em apostas se tornou um problema social grave.

“[A regulamentação] tem a ver com a pandemia [de apostas eletrônicas] que está instalada no país e que nós temos que começar a enfrentar, que é essa questão da dependência psicológica dos jogos”, disse Haddad. “O objetivo da regulamentação é criar condições para que nós possamos dar amparo. Isso tem que ser tratado como entretenimento, e toda e qualquer forma de dependência tem que ser combatida pelo Estado.”

Segundo Haddad, o ministério analisará com rigor o impacto do endividamento de apostadores sobre a economia, o uso do cartão de crédito para pagar apostas, a publicidade com artistas e influenciadores digitais e o patrocínio de bets.

“Tudo isso vai passar, nessas próximas semanas, por um pente-fino bastante rigoroso, porque o objetivo da lei é fazer o que não foi feito nos quatro anos do governo anterior. Isso virou um problema social grave e nós vamos enfrentar esse problema adequadamente”, acrescentou o ministro.

Operações policiais

Em nota, o secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Regis Dudena, informou que a suspensão das bets que não pediram a autorização servirá como um instrumento temporário para separar as companhias sérias das que atuam de forma criminosa, especialmente após recentes operações policiais.

“Têm vindo à tona muitas operações policiais envolvendo empresas que atuam no mercado de apostas de forma criminosa. Essa foi a forma que encontramos de não aguardar até janeiro para começar a separar o joio do trigo”, justificou Dudena. “Queremos proteger a saúde mental, financeira e física do apostador, coibindo a atuação de empresas que utilizam as apostas esportivas e os jogos online como meio de cometer fraudes e lavagem de dinheiro.”

Segundo o Ministério da Fazenda, até agora foram feitos 113 pedidos de outorga na primeira fase de licenciamento. Como cada licença custa R$ 30 milhões, o governo teria R$ 3,3 bilhões à disposição no próximo ano. A partir de janeiro, as casas de apostas autorizadas que pagarem a outorga poderão operar até três marcas durante cinco anos.

 Agência Brasil