As despesas constam em 22 notas fiscais apresentadas pelo gabinete de Wilson Santiago para ressarcimento por meio da cota parlamentar, verba indenizatória destinada a custear despesas relacionadas ao exercício do mandato.
Segundo o Metrópoles, os documentos indicam que o deputado alugou, em períodos diferentes, um Tiggo 7, da Caoa Chery, e um Jeep Commander, modelo classificado como SUV de luxo. A nota fiscal mais recente, emitida em março de 2026, registra o aluguel mensal do Jeep Commander por R$ 12 mil.
Parte dos recibos anexados às notas fiscais foi assinada por Thiago Santiago, conhecido politicamente como Thiago de Azulão, ou pela filha dele. Thiago também é vereador em Uiraúna, eleito pelo Republicanos.
De acordo com normas da Câmara dos Deputados, é proibido reembolsar despesas com empresas pertencentes ao parlamentar ou a parentes até o terceiro grau, categoria que inclui sobrinhos.
Em nota citada pelo Metrópoles, a Câmara destacou que o parlamentar assume responsabilidade pelas notas fiscais apresentadas e pela compatibilidade dos gastos com as regras vigentes.
“A Câmara verifica a regularidade fiscal e contábil da documentação apresentada. Caso seja identificada irregularidade no sistema de cotas, o reembolso é suspenso imediatamente”, informou a Casa.
Segundo o órgão, se o valor já tiver sido pago, o parlamentar pode ser formalmente notificado para devolver os recursos.
A Câmara também informou que os gastos com a cota parlamentar são públicos e podem ser consultados no Portal da Câmara, tanto nas páginas individuais dos deputados quanto na área de transparência do site.
Parte dos recibos anexados às notas fiscais foi assinada por Thiago Santiago, conhecido politicamente como Thiago de Azulão, ou pela filha dele. Thiago também é vereador em Uiraúna, eleito pelo Republicanos.
De acordo com normas da Câmara dos Deputados, é proibido reembolsar despesas com empresas pertencentes ao parlamentar ou a parentes até o terceiro grau, categoria que inclui sobrinhos.
Em nota citada pelo Metrópoles, a Câmara destacou que o parlamentar assume responsabilidade pelas notas fiscais apresentadas e pela compatibilidade dos gastos com as regras vigentes.
“A Câmara verifica a regularidade fiscal e contábil da documentação apresentada. Caso seja identificada irregularidade no sistema de cotas, o reembolso é suspenso imediatamente”, informou a Casa.
Segundo o órgão, se o valor já tiver sido pago, o parlamentar pode ser formalmente notificado para devolver os recursos.
A Câmara também informou que os gastos com a cota parlamentar são públicos e podem ser consultados no Portal da Câmara, tanto nas páginas individuais dos deputados quanto na área de transparência do site.

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