Parte dos recibos anexados às notas fiscais foi assinada por Thiago Santiago, conhecido politicamente como Thiago de Azulão, ou pela filha dele. Thiago também é vereador em Uiraúna, eleito pelo Republicanos.
De acordo com normas da Câmara dos Deputados, é proibido reembolsar despesas com empresas pertencentes ao parlamentar ou a parentes até o terceiro grau, categoria que inclui sobrinhos.
Em nota citada pelo Metrópoles, a Câmara destacou que o parlamentar assume responsabilidade pelas notas fiscais apresentadas e pela compatibilidade dos gastos com as regras vigentes.
“A Câmara verifica a regularidade fiscal e contábil da documentação apresentada. Caso seja identificada irregularidade no sistema de cotas, o reembolso é suspenso imediatamente”, informou a Casa.
Segundo o órgão, se o valor já tiver sido pago, o parlamentar pode ser formalmente notificado para devolver os recursos.
A Câmara também informou que os gastos com a cota parlamentar são públicos e podem ser consultados no Portal da Câmara, tanto nas páginas individuais dos deputados quanto na área de transparência do site.














