"Sinwar foi eliminado após um ano em que se escondeu no coração da população civil em Gaza, e em esconderijos subterrâneos nos túneis do Hamas. Dezenas de ações realizadas pelas FDI e pelo Shin Bet (serviço secreto israelense) no último ano, e nas últimas semanas na área onde foi morto, reduziram a área de atividade de Yahya Sinwar, que foi perseguido pelas forças, e levaram à sua morte", disse o porta-voz das Forças, Daniel Hagari.
Os terroristas mortos por Israel trocaram tiros com soldados israelenses e do Hamas em uma residência em Rafah, no sul da Faixa de Gaza. Pela manhã, redes de TV israelenses disseram, citando membros do gabinete de segurança de Israel , que "é muito provável" que Sinwar esteja morto.
Sinwar é considerado um dos principais mentores dos atentados terroristas de 7 de outubro de 2023 em Israel, que deixaram cerca de 1.200 mortos. Israel o havia jurado de morte dias após o ataque.
Nesta quinta, um ataque de Israel a uma escola que abriga deslocados em Jabalia, na Faixa de Gaza deixou 28 mortos, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas. O grupo nega que o local seja usado para fins de combate.
Quem foi Yahya Sinwar
Sinwar era o mais alto funcionário do grupo na Faixa de Gaza, controlada politicamente pelo grupo. Ele ascendeu ao comando de todo o Hamas após a morte de Ismael Haniyeh, assassinado no Irã em julho, por Israel.
Sinwar passou 23 anos em prisões israelenses, condenado a quatro penas de prisão perpétua, pela morte de dois soldados israelenses e de quatro palestinos considerados espiões de Israel.

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