sábado, 14 de março de 2026

Sávio Rolim, ator de 'Menino de Engenho', morre aos 75 anos na ParIba

 


O paraibano Sávio Rolim, que protagonizou o filme O Menino do Engenho, morreu aos 72 anos na tarde da última quinta-feira (12/3). Ele interpretou o personagem principal aos 12 anos e não seguiu carreira no cinema.


O longa, inspirado no romance de José Lins do Rego, marcou a estreia de Walter Lima Jr. na direção. Após o filme, Sávio fez uma participação no seriado Carga Pesada, da TV Globo, mas não continuou na carreira artística.


Ele também fez teatro na Paraíba e trabalhou como repórter. Em 2004, teve a vida retratada no documentário O Menino e a Bagaceira, dirigido por Lúcio Vilar, da Universidade Federal da Paraíba. Ao longo da vida, enfrentou problemas de depêndencia química. O sepultamento foi realizado nesta sexta-feira (13/3), em Cajazeiras, na Paraíba, cidade onde nasceu.



Morre Lorena Batista, filha do cantor Amado Batista, aos 46 anos



A empresária Lorena Batista, filha do cantor sertanejo Amado Batista, morreu nessa sexta-feira (13), aos 46 anos. Ela estava internada no Hospital São Francisco, em Goiânia, onde recebia tratamento para complicações provocadas por um câncer.

Lorena enfrentava a doença desde o ano passado. O diagnóstico foi revelado pela própria empresária em suas redes sociais, quando contou aos seguidores que descobriu tumores pouco tempo depois da gravação do novo DVD do pai. Desde então, vinha compartilhando mensagens de fé, esperança e resiliência durante o tratamento.

Filha única mulher de Amado Batista, Lorena deixa um filho de 3 anos. Deixa também os irmãos Erich, Bruno e Rick.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Vídeo de macacos atravessando trecho desmatado na PB viraliza e acende sinal de alerta em ambientalistas



 Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando macacos atravessando uma área de mata cortada por uma obra de estrada na Paraíba viralizou nos últimos dias e levantou preocupação entre ambientalistas e moradores da região. Nas imagens, os animais aparecem correndo rapidamente entre fragmentos de vegetação separados pela intervenção humana.

pressão ambiental causada pela fragmentação do habitat. Quando áreas de floresta são cortadas por estradas ou obras, os animais acabam sendo obrigados a atravessar trechos abertos, o que aumenta riscos como atropelamentos, estresse e perda de território.

Durante muitos anos, o macaco-prego-galego chegou a ser considerado desaparecido pela ciência. A espécie foi redescoberta apenas no início dos anos 2000, mas ainda possui populações pequenas e isoladas, o que reforça a preocupação com a preservação do seu habitat.

Entre os principais fatores que ameaçam a sobrevivência da espécie estão a perda de áreas florestais, a expansão urbana, a abertura de estradas e o isolamento das populações em pequenos fragmentos de mata.

A área onde os animais foram registrados atravessando a vegetação está sendo impactada por uma obra de infraestrutura viária realizada pelo governo estadual. Especialistas defendem que intervenções desse tipo precisam considerar planejamento ambiental adequado, com medidas como corredores ecológicos e passagens de fauna, para reduzir os impactos sobre espécies ameaçadas.

Ambientalistas alertam que proteger o macaco-prego-galego significa também preservar os últimos fragmentos da Mata Atlântica no Nordeste — um dos biomas mais ameaçados do pais 

Erika Hilton aciona MP e pede prisão de Ratinho por transfobia

 


A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) protocolou, nesta quinta-feira (12/3), no Ministério Público de São Paulo (MP-SP), um pedido de investigação contra o apresentador Ratinho por uma fala considerada transfóbic4 durante seu programa no SBT.


O documento, ao qual a coluna de Igor Gadelha teve acesso, foi registrado no Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do MP-SP. Ela solicita a abertura de inquérito policial e a prisão de Ratinho, o qual, se condenado, pode pegar até 6 anos de prisão.


Na quarta-feira (11/3), a deputada foi eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. A eleição de Erika enfrentou forte resistência do Centrão e da direita, que articularam nos bastidores uma derrota malsucedida.


Em seu programa no SBT à noite, Ratinho questionou o fato de a comissão da Câmara ser liderada por uma mulher trans. Ele citou diretamente a identidade de gênero da deputada. Em um dos trechos, o apresentador declarou: “Ela não é mulher, ela é trans”.


Ratinho disse que, na opinião dele, o cargo deveria ser ocupado por uma mulher cisgênero. “Teve uma votação hoje, e deram a Comissão da Mulher para uma mulher trans. Eu não achei muito justo, não. Tem tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?”, afirmou.


O apresentador do SBT também fez outra afirmação que gerou críticas entre os espectadores e parlamentares da esquerda. “Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, comentou durante a atração.


Ao MP-SP, Erika Hilton argumentou que as declarações de Ratinho se baseiam na “repetição de afirmações destinadas a negar a condição feminina da parlamentar e a sustentar que mulheres trans não poderiam ser consideradas mulheres” para participar de espaços institucionais voltados à defesa dos direitos das mulheres.


➡️ Leia mais na coluna de @igorgadelham, no metropoles.com


🤳 @weyalves_/Metrópoles


#colunaigorgadelha deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) protocolou, nesta quinta-feira (12/3), no Ministério Público de São Paulo (MP-SP), um pedido de investigação contra o apresentador Ratinho por uma fala considerada transfóbic4 durante seu programa no SBT.


O documento, ao qual a coluna de Igor Gadelha teve acesso, foi registrado no Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do MP-SP. Ela solicita a abertura de inquérito policial e a prisão de Ratinho, o qual, se condenado, pode pegar até 6 anos de prisão.


Na quarta-feira (11/3), a deputada foi eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. A eleição de Erika enfrentou forte resistência do Centrão e da direita, que articularam nos bastidores uma derrota malsucedida.


Em seu programa no SBT à noite, Ratinho questionou o fato de a comissão da Câmara ser liderada por uma mulher trans. Ele citou diretamente a identidade de gênero da deputada. Em um dos trechos, o apresentador declarou: “Ela não é mulher, ela é trans”.


Ratinho disse que, na opinião dele, o cargo deveria ser ocupado por uma mulher cisgênero. “Teve uma votação hoje, e deram a Comissão da Mulher para uma mulher trans. Eu não achei muito justo, não. Tem tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans?”, afirmou.


O apresentador do SBT também fez outra afirmação que gerou críticas entre os espectadores e parlamentares da esquerda. “Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, comentou durante a atração.


Ao MP-SP, Erika Hilton argumentou que as declarações de Ratinho se baseiam na “repetição de afirmações destinadas a negar a condição feminina da parlamentar e a sustentar que mulheres trans não poderiam ser consideradas mulheres” para participar de espaços institucionais voltados à defesa dos direitos das mulheres.



terça-feira, 10 de março de 2026

Câmara aprova piso nacional de R$ 3 mil para os garis


 A Câmara dos Deputados aprovou o PL 4146/2020, que institui um piso salarial nacional de R$ 3.036,00 para garis e trabalhadores da limpeza urbana. O texto, que segue agora para o Senado, também garante adicional de insalubridade de 40% (elevando a remuneração), jornada de 36 horas semanais e aposentadoria especial.

Principais pontos aprovados (PL 4146/2020):
  • Piso Salarial Nacional: R$ 3.036,00 mensais.
  • Insalubridade: Garantia de adicional em grau máximo (40%), o que pode elevar o ganho para mais de R$ 4.200.
  • Jornada de Trabalho: Definição de jornada de 36 horas semanais.
  • Aposentadoria Especial: Reconhecimento da atividade para fins de aposentadoria especial, devido ao risco à saúde.
  • Benefícios: Previsão de vale-alimentação, cesta básica e plano de saúde, definidos em convenção coletiva.
O projeto foi aprovado em caráter conclusivo nas comissões da Câmara e segue para análise do Senado Federal

Associação alerta para riscos após alteração nas regras de trânsito

 


Aumentar a velocidade permitida em uma via em apenas 5% pode elevar em até 20% o número de mortes entre usuários que circulam por ela. Os dados são da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e serviram de base para a nova diretriz Tolerância Humana a Impactos: implicações para a segurança viária.


O documento surge em meio à recente vigência da medida provisória que autoriza a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) sem a necessidade de fazer exames de aptidão física e mental.


Em nota, a Abramet avalia que a diretriz consolida dados científicos que reforçam que decisões administrativas no trânsito precisam considerar os limites biomecânicos do corpo humano e o impacto direto da velocidade na gravidade dos sinistros.


“A diretriz parte de um princípio central: o corpo humano possui limites biomecânicos inegociáveis e eles devem ser o ponto de partida das políticas públicas de trânsito”, destacou o comunicado.


Em suma, o documento demonstra que a energia liberada em um sinistro cresce exponencialmente com a velocidade e rapidamente ultrapassa a capacidade fisiológica de absorção do impacto, sobretudo entre usuários vulneráveis das vias, como pedestres, ciclistas e motociclistas.


“A diretriz evidencia que não estamos lidando apenas com comportamento ou engenharia, mas com limites biológicos. Quando esses limites são ignorados, o resultado é o aumento de mortes e sequelas graves, mesmo em velocidades consideradas legais”, avaliou o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior.


Dados

O documento mostra que pequenas reduções de velocidade geram quedas expressivas no risco de morte, enquanto acréscimos aparentemente modestos elevam de forma desproporcional a gravidade dos sinistros.


A diretriz também chama atenção para o impacto crescente da expansão da frota de SUVs e de veículos com frente elevada, associados a maior risco de lesões fatais em pedestres e ciclistas, mesmo em velocidades moderadas.


Agência Brasil

domingo, 8 de março de 2026

Gkay explica tremedeira em vídeo: "Efeito colateral de antidepressivo"



A influenciadora e empresária Gkay (Gessica Kayane) tornou-se um dos assuntos mais comentados nesta sexta-feira (06) após seguidores notarem uma tremedeira acentuada em suas mãos durante vídeos gravados para seus stories. Diante da preocupação dos fãs, a paraibana decidiu abrir o jogo sobre seu estado de saúde.


Nos comentários de uma de suas publicações, Gkay explicou que o sintoma não é sinal de mal-estar súbito, mas sim uma reação comum ao seu tratamento atual.


De forma direta e sem tabus, Gkay esclareceu que a tremedeira é um efeito colateral de um antidepressivo que está utilizando. A influenciadora tranquilizou o público, afirmando que o sintoma é temporário e faz parte da adaptação ao medicamento.


“Gente, a tremedeira é efeito colateral de antidepressivo, tá tudo bem! Não precisam se preocupar, é só uma reação da medicação que eu já estou acompanhando”, afirmou nos stories.



Pedreiro elogiado por magistrados ao fazer própria defesa em tribunal ganha bolsa para cursar Direito em Manaus

  O pedreiro Edilson Takahara, que foi elogiado por magistrados no Amazonas após fazer a própria sustentação oral durante o julgamento de um...