domingo, 25 de agosto de 2024

Corrida 'Cão Silvestre' diverte pets e tutores em Natal


 A marginal da Avenida Roberto Freire foi o ponto de partida da corrida de 'Cão Silvestre', que aconteceu neste sábado (24) na Zona Sul de Natal. A ação aconteceu dentro da programação do "Encãotro" no bairro Ponta Negra.

A atividade reuniu os cães e seus tutores em uma tarde divertida e cheia de energia, mostrando o quanto a relação entre humanos e pets pode ser especial, inclusive em eventos esportivos.


"Isso aqui é felicidade pura. É uma coisa que a gente já faz todos os dias e o evento está sendo maravilhoso", afirmou a enfermeira Elizabeth Costa, que levou o cão Ted, de 1 ano e 11 meses.

Depois de correr 42 km na Maratona Para Todos, nas Olímpiadas de Paris, o apresentador do Bom Dia RN, Ayrton Freire, colocou até o cãozinho para correr, mas dessa vez teve que seguir a velocidade do pet.

"Ganhamos a medalha de 'cãocluinte'. Muito legal essa iniciativa", afirmou.

Além da corrida, o evento contou com feirinha criativa, espaço para pets, doação de ração e ações de combate aos maus-tratos.

O encontrou também promoveu cuidados com a saúde dos pets, através de vacinação gratuita e de atividades educativos para conscientizar os tutores sobre a importância da prevenção de doenças.

"Nós fizemos para isso, para socializar, para mostrar que existimos e também para falar contra os maus-tratos. Também trazer alegria, diversão e fofura", disse a organizadora Lurdinha Amaral.


Novas pegadas de dinossauros são descobertas por cientistas no Sertão da Paraíba

 


Um novo conjunto de pegadas de dinossauros foi descoberto às margens da BR-405, no município de São João do Rio do Peixe, no Sertão da Paraíba. As pegadas foram deixadas por dinossauros de pescoço e cauda longa, conhecidos popularmente como “pescoçudos”, e que viveram na região há mais de 125 milhões de anos. A descoberta foi publicada no dia 11 de agosto na revista científica internacional Historical Biology.


As novas pistas de pegadas foram encontradas em 2022, durante uma atividade de mapeamento geológico de alunos da graduação em Geologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Os alunos enviaram fotos para a professora Aline Ghilardi, que estuda há mais de uma década a região, e ela notou que era um sítio ainda não descoberto.


O conjunto de pegadas foi nomeado em homenagem a Robson Araújo Marques, falecido em 2021, e conhecido na região de Sousa como “o velho do rio” e “Guardião do Vale dos Dinossauros”. Ele foi um dos primeiros a encontrar pegadas no Vale dos Dinossauros, em Sousa, e ajudou diversos paleontólogos nos estudos dos animais pré-históricos.


São sete pegadas, com cerca de 70 cm de diâmetro, incluindo impressões das “mãos” e “pés” de um dinossauro pescoçudo do grupo dos Titanosauriformes, caracterizado por ter um corpo gigantesco. O tamanho estimado para o animal é de aproximadamente 3,3 metros na altura do quadril e entre 12 e 15 metros de comprimento.

O conjunto de pegadas dos pescoçudos foi digitalizado em 2023, e estudado ao longo de um ano. O grupo de pesquisadores, formado pela mestranda Zarah Gomes, a professora Aline Ghilardi, o professor Tito Aureliano (URCA) e a pós-graduanda Rebecca Erickson, concluíram que se tratava de uma nova pista de pegadas.


Os pesquisadores afirmam que o conjunto contribui para os estudos sobre a evolução da forma, postura e locomoção dos pescoçudos, e ampliam o número de sítios com pegadas conhecidas na região



Cidade de SP pode ter “chuva preta” por fumaça de queimadas; entenda o fenômeno


 A cidade de São Paulo poderá ter o fenômeno de “chuva preta” durante este domingo (25), devido aos incêndios florestais que ocorrem no interior do estado desde a tarde da última sexta-feira (23).

O que é a “chuva preta”

Resultado das fumaças das queimadas com à poluição atmosférica, a chuva preta ocorre pelo lançamento de fuligem e material particulado na atmosfera, que são partículas muito finas de sólidos ou líquidos que ficam suspensas no ar.

Com os ventos, essas partículas são arrastadas por quilômetros, sendo levados para outras cidades. Segundo pesquisadores, o acúmulo de material particulado no ar aumenta os riscos para a saúde e pode provocar problemas respiratórios.

Apesar de não trazer grande impacto para pessoas, casas ou veículos, a chuva tem potencial de poluir rios e mananciais.

Alerta de frio

Ainda há alerta para uma onda de frio, que deve derrubar as temperaturas em algumas regiões.

As mínimas podem chegar aos 7 °C na Grande São Paulo e 2 °C na região da Serra da Mantiqueira, sendo a mais gelada, com condições de geada. O frio deve permanecer até o início da próxima semana.

No interior, as regiões de Araçatuba, São José do Rio Preto, Franca, Ribeirão Preto e Barretos terão mínimas na casa dos 10 °C.


Helicóptero resgata tripulantes com infecção generalizada de navio de carga no meio do ocean

 


Dois tripulantes de um navio com suspeita de sepse foram resgatados por um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) a 80 milhas náuticas (aproximadamente 148 quilômetros) de Pernambuco e trazidos para o Recife para receber tratamento médico 

Os pacientes que estavam na embarcação tinham infecção intestinal e febre. O quadro evoluiu para uma suspeita de sepse -- uma resposta inflamatória forte à uma infecção que, se não controlada, pode levar à falência de órgãos e à morte.

A embarcação é o cargueiro Bordeaux, de bandeira da Libéria, capaz de transportar cargas a granel, como grãos, carvão e minério. O navio havia deixado o Porto de Itaqui, no Maranhão, no dia 16 de agosto, e seguia para Pernambuco.

O helicóptero saiu às 3h35 da Base Aérea de Natal, na cidade de Parnamirim, no Rio Grande do Norte. Parou no Recife para abastecer e, depois, seguiu até o ponto onde o navio estava, no meio do oceano.

Enquanto a aeronave ficou pairando no ar, uma equipe de busca e salvamento desceu até o convés para colocar os tripulantes numa maca.

Vídeos divulgados pela FAB mostram o momento em que os tripulantes são içados até o helicóptero. A operação, no navio, levou 32 minutos.

Às 7h20, o helicóptero pousou no Recife. Os dois doentes foram levados de ambulância até um hospital especializado. A FAB não divulgou os nomes dos tripulantes do navio, nem da unidade de saúde, por isso o g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde da dupla.

Com 46 cidades em alerta, Governo envia Forças Armadas para incêndios em SP


 O ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou neste domingo (25) que o governo enviará aviões das Forças Armadas para ajudar no combate aos incêndios em São Paulo. Havia uma pressão por resposta mais ágil do governo federal, o presidente Lula (PT) está no estado para participar de eventos eleitorais, mas não há confirmação de que ele sobrevoará os locais.

O governo estadual de São Paulo está reforçando a operação de combate ao fogo no interior do estado, com a instalação de um posto avançado em Ribeirão Preto. Segundo o monitoramento do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil, 21 cidades enfrentam focos ativos de incêndio. Ao todo, são 46 municípios monitorados estão em alerta máximo para queimadas.

O governador Tarcísio de Freitas esteve presente na instalação do posto avançado, na Base de Aviação da Polícia Militar de Ribeirão Preto. De acordo com o Freitas, a unidade funcionará de forma integrada com o gabinete de crise montado no CGE para monitoramento e controle da situação. “Nossa força tarefa conta com mais de 7 mil profissionais e voluntários, além de helicópteros, drones e veículos para atuar no combate ao fogo e orientação à população”, disse o governador em rede social.

A ação ocorre durante todo o final de semana e faz parte da Operação SP Sem Fogo. O gabinete conta com técnicos da Defesa Civil do Estado e das secretarias da Segurança Pública (SSP), Agricultura e Abastecimento e de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

“Incêndios florestais podem atingir grandes áreas de vegetação natural. Com as rajadas de vento, o fogo pode se alastrar rapidamente. As queimadas emitem fumaça densa e tóxica que prejudica o meio ambiente e a saúde humana, causando problemas ao sistema respiratório e desordens cardiovasculares. Dois funcionários de uma usina em Urupês morreram nesta sexta-feira (23) tentando combater um incêndio”, disse o governo estadual em nota.

Para a população em geral a recomendação é a de que ao avistar um foco de incêndio ou fumaça em grande intensidade, deixe o local imediatamente e abrigue-se, além de informar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) e a Defesa Civil (199).

Brasil em chamas: fumaça avança por outras regiões do país neste domingo


 A fumaça está sendo transportada pelo vento, em decorrência da quantidade elevada de queimadas, especialmente no Pantanal, na Amazônia e na Região Sudeste.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), esta é a temporada com o maior registro de focos de queimadas em 17 anos, situação agravada pela seca que castiga mais de mil cidades brasileiras.

Conforme o Inpe, só no mês de agosto foram registrados mais de 22 mil focos de incêndio na Amazônia Legal. Em comparação com o ano passado, por exemplo, o número era significativamente inferior: 12 mil.

Hezbollah é capaz de destruir Israel? Entenda quais armas o grupo possui


 Apoiado pelo Irã e sediado no Líbano, o grupo islâmico xiita está envolvido em confrontos com forças israelenses na fronteira sul do Líbano desde 8 de outubro.

Ele lançou centenas de foguetes e drones contra Israel neste domingo (25) em retaliação ao assassinato de um comandante sênior em Beirute no mês passado, disse o grupo. O exército israelense afirmou que frustrou uma ofensiva muito maior com ataques preventivos.

Embora não seja páreo para o poderio militar de Israel, o arsenal cada vez mais sofisticado do Hezbollah tem o potencial de infligir danos significativos a Israel e seus aliados na região.

No caso de um grande surto, Israel também teria que lidar com a profundidade estratégica do Hezbollah. O grupo faz parte de um eixo de militantes liderado pelo Irã que abrange o Iêmen, a Síria, Gaza e o Iraque.

Alguns desses grupos aumentaram significativamente a coordenação desde outubro, quando Israel iniciou uma guerra em Gaza depois que militantes liderados pelo Hamas atacaram o país. Este eixo é conhecido em Israel como o “anel de fogo”.

Ao longo de seu conflito de décadas com Israel, o Hezbollah tem se envolvido em uma guerra assimétrica. Ele tem buscado aumentar seu poder político e militar, ao mesmo tempo em que busca estabelecer dissuasão, apesar da superioridade militar de Israel.

Mas o Hezbollah age com cuidado. Provocar todo o poder de fogo de Israel pode degradar significativamente as capacidades do grupo, atrasando anos – se não décadas – e destruindo grandes partes do Líbano, que cedeu sob o peso de sua crise financeira de anos.

As chances de sobrevivência do Hezbollah em uma guerra total com Israel dependiam de sua capacidade ou não de enganar esses sistemas, que, nos últimos meses, interceptaram milhares de armas aéreas do Irã, Gaza e Líbano.

Visão Geral do Arsenal

O grupo apoiado pelo Irã possui mais de 150 mil mísseis e foguetes, de acordo com o World Factbook da Agência Central de Inteligência dos EUA.

O Hezbollah diz que tem foguetes que podem atingir todas as áreas de Israel. Muitos não são guiados, mas também tem mísseis de precisão, drones e mísseis antitanque, antiaéreos e antinavio.

O principal apoiador e fornecedor de armas do Hezbollah é o Irã. Muitas de suas armas são modelos iranianos, russos ou chineses.

O líder do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah disse que em 2021 o grupo tinha 100 mil combatentes. O CIA World Factbook diz que foi estimado em 2022 ter até 45 mil combatentes, cerca de 20 mil deles em tempo integral.

Foguetes e mísseis de ataque terrestre

Os foguetes não guiados constituíram a maior parte do arsenal de mísseis do Hezbollah na última guerra com Israel em 2006, quando o grupo disparou cerca de 4 mil contra o país – a maioria mísseis do estilo Katyusha com um alcance de 30 km.

Nasrallah disse que a maior mudança no arsenal do Hezbollah desde 2006 foi a expansão de seus sistemas de orientação de precisão e que o grupo tem a capacidade de adaptar foguetes com sistemas de orientação dentro do Líbano.

O Hezbollah tem modelos iranianos, como os foguetes Raad (árabe para trovão), Fajr (amanhecer) e Zilzal (terremoto), que têm uma carga útil mais poderosa e maior alcance do que os Katyushas.

Os foguetes disparados pelo Hezbollah contra Israel durante o conflito de Gaza desde outubro incluíram os mísseis Katyushas e Burkan (vulcão) com uma carga útil explosiva de 300-500 kg.

Os foguetes Falaq 2 de fabricação iraniana, usados ​​pela primeira vez em junho, podem transportar uma ogiva maior do que o Falaq 1 usado anteriormente.

Mísseis antitanque

O Hezbollah usou mísseis antitanque guiados extensivamente na guerra de 2006 e os implantou novamente, incluindo o Kornet de fabricação russa.

Também usou um míssil guiado de fabricação iraniana conhecido como “al-Mas”, de acordo com um relatório da emissora árabe pró-Irã al-Mayadeen.

O al-Mas pode atingir alvos além da linha de visão seguindo uma trajetória arqueada, permitindo que ele ataque de cima, disse um relatório do Centro de Pesquisa e Educação Alma de Israel.

O míssil faz parte de uma família de armas feitas pelo Irã por meio de engenharia reversa com base na família de mísseis Spike israelenses, disse o

Mísseis Antiaéreos

O Hezbollah derrubou drones israelenses várias vezes durante o conflito usando mísseis terra-ar, atingindo drones israelenses Hermes 450 e Hermes 900. Embora se acreditasse que o Hezbollah possuía mísseis antiaéreos, esses ataques marcaram a primeira vez que o grupo usou a capacidade.

Em outra vez, o Hezbollah disse que disparou contra aviões de guerra israelenses, forçando-os a deixar o espaço aéreo libanês, sem dizer que tipo de arma usou.

Drones

O Hezbollah montou vários ataques com drones explosivos unidirecionais e disse que está usando drones que lançam bombas e retornam ao Líbano.

Em alguns ataques, drones foram enviados para distrair as defesas aéreas israelenses enquanto outros voavam em alvos.

O arsenal do Hezbollah inclui os modelos Ayoub e Mersad montados localmente, que analistas dizem ser baratos e relativamente fáceis de produzir.

Mísseis Antinavio

O Hezbollah provou pela primeira vez que tinha mísseis antinavio em 2006, quando atingiu um navio de guerra israelense a 16 km da costa, matando quatro militares israelenses e danificando a embarcação.

Desde a guerra de 2006, o Hezbollah adquiriu o míssil antinavio Yakhont de fabricação russa com alcance de 300 km, dizem fontes familiarizadas com seu arsenal. O Hezbollah não confirmou que tem a arma.

Com informações da Reuters.

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