sexta-feira, 14 de junho de 2024

Núcleo da Terra está desacelerando e duração do dia pode mudar, sugere estudo


 Cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC) provaram, em um novo estudo, que o núcleo interno da Terra está desacelerando em relação à superfície do planeta. As consequências disso ainda são desconhecidas, mas pesquisadores especulam que a duração dos dias pode mudar. A pesquisa foi publicada na quarta-feira (12) na revista científica Nature.

A rotação do núcleo interno da Terra tem sido tema de debate pela comunidade científica nas últimas décadas, com algumas pesquisas sugerindo que ela é mais rápida do que a superfície do planeta. Porém, o estudo da USC fornece novas evidências de que, na realidade, o núcleo interno está diminuindo sua velocidade de rotação desde 2010, movendo-se mais lentamente do que a superfície da Terra.

Para John Vidale, professor-reitor de Ciências da Terra na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, essa lentidão no movimento nuclear pode alterar a duração de um dia em frações de segundo, mas isso pode ser imperceptível.

“É muito difícil notar, na ordem de um milésimo de segundo, quase perdido no barulho dos oceanos agitados e da atmosfera”, afirma.

O que é o núcleo interno da Terra e como ele se movimenta?

O núcleo interno da Terra é uma esfera sólida composta por ferro-níquel e cercada por um núcleo externo líquido, também de ferro-níquel.

Ele tem, aproximadamente, o tamanho da Lua e está localizado a mais de 4.800 quilômetros dos nossos pés, representando um desafio para os cientistas, já que não pode ser visitado ou visualizado. Por isso, os cientistas usam a onda sísmica de terremotos para criar representações do movimento do núcleo interno.

Nas últimas décadas, os pesquisadores estudaram diversos abalos sísmicos, incluindo terremotos repetidos — eventos sísmicos que ocorrem no mesmo local. Essa análise é importante para produzir sismogramas (registros dos movimentos do solo) idênticos.

Para este estudo, os cientistas compilaram e analisaram dados sísmicos registrados em torno das Ilhas Sandwich do Sul de 121 terremotos repetidos que ocorreram entre 1991 e 2023. Eles também utilizaram dados de testes nucleares soviéticos que ocorreram entre 1971 e 1974, além de testes nucleares franceses e americanos, e testes analisados por outros estudos.

De acordo com Vidale, a desaceleração da velocidade do núcleo interno foi causada pela agitação do núcleo externo que rodeia o núcleo interno. Isso gera o campo magnético da Terra, bem como os “puxões” gravitacionais das regiões densas do manto rochoso sobreposto.

“Quando vi pela primeira vez os sismogramas que sugeriam esta mudança [desaceleração], fiquei perplexo”, afirma.

“Mas quando encontramos mais duas dúzias de observações sinalizando o mesmo padrão, o resultado foi inevitável. O núcleo interno desacelerou pela primeira vez em muitas décadas. Outros cientistas defenderam recentemente modelos semelhantes e diferentes, mas o nosso estudo mais recente fornece a resolução mais convincente”, finaliza Vidale.

Pacheco pede cautela e diz que PL do Aborto “jamais iria diretamente ao plenário” do Senado


 O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou, nesta quinta-feira (13), que uma possível discussão sobre aborto “jamais iria diretamente ao plenário” da Casa. Para o presidente, o debate deve ser realizado “com cautela”, passando pelas comissões permanentes do Senado.

As declarações ocorrem um dia após a Câmara dos Deputados aprovar, em votação relâmpago, a urgência do PL 1904/24, que iguala a pena do aborto feito após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples.

Com a aprovação da urgência, a Câmara poderá debater o mérito do projeto diretamente em plenário, sem a obrigatoriedade de que o texto passe por comissões permanentes. Se o PL for aprovado pelos deputados, ele será encaminhado ao Senado.

“Uma matéria dessa natureza jamais iria direto ao plenário do Senado Federal. Ela deve ser submetida às comissões próprias, e é muito importante ouvir as mulheres do Senado, que são legítimas representantes das mulheres”, afirmou Pacheco em entrevista coletiva.

O presidente do Senado evitou se posicionar a favor ou contra o tema, mas disse que os crimes de aborto e homicídio são diferentes. Pacheco também defendeu que temas de natureza penal sejam discutidos com atenção.


Quem é a farmacêutica que vendeu curso online de peeling de fenol a influencer


 Nesta quarta-feira (12), a Polícia Civil do Paraná ouve Daniele Stuart, farmacêutica responsável pelo curso online de aplicação de peeling de fenol feito por Natalia Fabiana de Freitas Antonio, indiciada por homicídio com dolo eventual pela Polícia Civil de São Paulo pela morte de Henrique Chagas após procedimento estético.

Nas redes sociais, onde acumula mais de 20 mil seguidores, Daniele afirma ser formada em Farmácia e Bioquímica, pela Universidade Paulista (Unip), e pós-graduada em Biomedicina Estética, na Faculdade Inspirar. Após o caso envolvendo a morte do rapaz em São Paulo, ela interrompeu as vendas do curso online.

Além de ministrar o curso que promove na área de estética, ela diz ser professora no Instituto Joana Borghetti, em Foz do Iguaçu (PR). De acordo com o Conselho Regional de Farmácia (CRF) Paraná, ela seu registro de farmacêutica está ativo e regularizado.

farmacêutica tem uma clínica de estética chamada de Neo Stuart, localizada no Champagnat, em Curitiba (PR) e dá cursos online na área para mais de 3 mil alunos. Entre os cursos, está o de aplicação de peeling de fenol, que não está mais disponível para compra, após a repercussão do caso.

Em 2022, Laura* foi uma das alunas do curso e, em entrevista à CNN, relatou insatisfação com o material. De acordo com ela, a inscrição não solicitava nenhuma informação sobre a grau de especialização na área — qualquer pessoa poderia se matricular. A inscrição custou cerca de R$ 300,00 e a finalização gera um certificado.

“Eu assisti todas as aulas em uma tarde e tinha dúvidas que não eram respondidas”, afirma.

Daniela compartilha o curso nas suas redes sociais, com resultados de pacientes. A promessa é de melhora na flacidez, linhas de expressão e renovação da pele.

A defesa de Daniele, Jeffrey Chiquini, afirma que o curso online oferecido por ela é exclusivamente conceitual e não é profissionalizante, e cita a legislação das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

O artigo 42 afirma que “a formação inicial e continuada ou qualificação profissional podem ser ofertados como cursos de livre oferta, abertos à comunidade, com suas matrículas condicionadas à capacidade de aproveitamento da formação, e não necessariamente ao nível de escolaridade”.

À CNN, a defesa de Daniele afirma que a causa da morte da vítima é culpa exclusiva da irresponsabilidade da autora da conduta, que “além de não habilitada para atuar cometeu erros graves na realização do procedimento”, afirma.

*O nome fantasia “Laura” foi usado para preservar a identidade da fonte

Família descobre fóssil raro de Tiranossauro rex durante trilha


 Um pai, seus dois filhos e o primo deles estavam em uma caminhada nas Badlands da Dakota do Norte, nos Estados Unidos, em 2022, quando encontraram algo que parecia a perna de um dinossauro saindo de uma rocha.

Sam Fisher, seus filhos, Jessin e Liam, então com 10 e 7 anos, e o primo deles, Kaiden Madsen, 9, eram caçadores amadores de fósseis há anos e sabiam que a área — a Formação Hell Creek — era rica em fósseis, já que foram encontrados lá alguns dos esqueletos de Tyrannosaurus rex mais famosos do mundo. Eles não sabiam, no entanto, que estavam fazendo uma descoberta científica significativa.

“Meu pai chamou Jessin e Kaiden para verem, e eles vieram correndo”, disse Liam durante uma conversa com jornalistas, realizada nesta semana, em Denver. “Papai perguntou: ‘O que é isso?’ E Jessin disse: ‘Isso é um dinossauro!’”

Eles posaram para uma foto com os ossos e Fisher enviou a imagem para o paleontólogo e curador do Denver Museum of Nature & Science, Dr. Tyler Lyson, que havia sido seu colega de escola. O museu revelou o “Teen Rex”, um raro esqueleto juvenil de T. rex, um dos poucos existentes. O público poderá vê-lo ser extraído da rocha em uma exposição que será inaugurada em 21 de junho.

“Pensamento positivo”

Quando ele recebeu pela primeira vez a foto do osso da perna, Lyson pensou que estava olhando para um dinossauro bico de pato. “Eu não sabia que era um T. rex, porque tudo o que eu tinha eram fotos e a articulação do joelho parecia um bico de pato”, disse ele. “Mais tarde, comecei a olhar as fotos com mais atenção. E a maneira como o osso estava se fragmentando em camadas indicava que poderia ser um dinossauro carnívoro.”

Ele então enviou mensagens para seus amigos paleontólogos, verificando se alguém achava que poderia ser um T. rex. “Eles disseram: ‘Não, parece um bico de pato.’ E eu pensei, ok, provavelmente é só pensamento positivo.”

Lyson organizou uma escavação em julho de 2023, levando junto a família dos descobridores. “As crianças estiveram conosco em cada passo do caminho, o que foi ótimo”, disse ele. “Percebemos que era um T. rex no primeiro dia. Estávamos com as câmeras rodando enquanto isso acontecia.”

Ele esperava encontrar um osso do pescoço, o que ajudaria a distinguir entre um dinossauro bico de pato ou um T. rex, pois eles são diferentes nas duas espécies. Em vez disso, ele encontrou algo muito melhor: “Desenterramos uma mandíbula inferior com um monte de dentes saindo”, o que ele acredita ser uma prova inconfundível de que o fóssil era o que ele desejava.

“Eu fiquei completamente sem palavras”, disse Jessin Fisher sobre o momento em que percebeu que o fóssil era de fato um T. rex. Eles então removeram a rocha sobreposta e, ao longo de 11 dias, desenterraram cuidadosamente a camada de arenito de 66 milhões de anos contendo o fóssil, coletada em uma jaqueta de gesso de 2,7 metros de comprimento por 1,5 metros de largura, pesando mais de 2.700 mil quilos.

Era pesado demais para um helicóptero comum levantar, então um Black Hawk mais avançado foi chamado. Menos de um ano depois, a peça está prestes a se tornar uma exposição ao vivo no museu, durante a qual os visitantes poderão assistir os cientistas limparem o fóssil e separarem os ossos individuais — um processo que pode levar até um ano, disse Lyson.

Um documentário de 40 minutos intitulado “T-REX” será exibido na exposição; ele inclui imagens dos bastidores da escavação do fóssil.


Descobertas de T. Rex Juvenil: um tema quente

Com base em estimativas iniciais, Lyson acredita que o fóssil seja de um jovem T. rex que morreu de causa desconhecida quando tinha entre 13 e 15 anos. Ele tinha cerca de 7,6 metros de comprimento e pesava em torno de 1.600 quilos. Um T. rex adulto tinha, em média, 12 metros de comprimento e pesava pelo menos 3.600 quilos, segundo Lyson. O esqueleto está cerca de 30% completo, mas Lyson disse que os ossos estão em boas condições.

“Sabemos que temos uma perna articulada com os ossos do quadril, algumas vértebras da cauda e acho que uma parte decente do crânio. Esperamos que haja muito mais do esqueleto dentro da rocha, mas é estranho que não tenhamos nenhuma das costelas, os braços e as vértebras — pode ser que haja mais da onde isso veio”, disse ele, acrescentando que está fazendo planos para voltar à Formação Hell Creek e escavar mais.

Fósseis de dinossauros juvenis são raros por serem menores e, portanto, mais difíceis de encontrar e mais propensos a terem sido consumidos após a morte devido aos seus ossos mais macios, disse Lyson. Uma vez que os pesquisadores isolem um osso, poderão analisá-lo cuidadosamente e obter mais informações sobre o fóssil, e talvez confirmar se é um T. rex juvenil ou outra coisa.

Essa distinção é um tema quente na paleontologia no momento e um artigo publicado este ano argumentou que alguns dos poucos esqueletos de T. rex juvenis encontrados podem pertencer a uma espécie separada chamada Nanotyrannus.

“Esse tem sido um debate ferozmente disputado, o Nanotyrannus versus Tyrannosaurus Rex”, disse Lyson. “Ainda acho que o nosso é um juvenil, porque é grande demais para ser um Nanotyrannus. Há outras coisas que sugerem que seja jovem em termos de maturidade esquelética. Sem dúvida, este espécime terá um peso significativo nesse debate. Será mais um ponto de dados para que as pessoas façam seus argumentos e isso é importante.”

Uma vez concluídos os exames dos ossos, Lyson trabalhará em um estudo científico detalhando a descoberta, que ele pretende publicar nos próximos dois anos.

Nick Longrich, paleontólogo e biólogo evolucionista da Universidade de Bath, no Reino Unido, e um dos autores do artigo sobre o Nanotyrannus, disse que confirmar a descoberta de um T. rex juvenil seria extraordinário. “Tyrannosaurus não é comum e dinossauros juvenis são incrivelmente raros, então jovens T. rex são os mais raros dos raros”, disse ele.

“Por essa razão, sou cético. Até agora, quase todos os ‘T. rex juvenis’ são na verdade adultos de seu primo menor, Nanotyrannus. Não sabendo mais nada sobre isso, eu tenderia a adivinhar que é isso que eles têm”, acrescentou Longrich. “Mas se eles finalmente têm um bom esqueleto de um pequeno T. rex, isso seria bastante notável e ótimo de ver — é uma espécie de Santo Graal dos fósseis de dinossauros da Hell Creek. Estou ansioso para ver o artigo.”

Saiba quem são os autores do projeto que equipara aborto a homicídio


 Em pauta na Câmara, o projeto de lei que iguala a pena do aborto feito após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples conta com 33 autores. Mais da metade pertence ao PL.

A divisão das outras siglas conta com três deputados do Republicanos, dois do PP, quatro do MDB, dois do União Brasil, um do PRD, um do PSDB, um do PSD e um do Avante. Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG) são alguns dos autores, além do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

A projeto de lei 1904/2024, que pode promover uma pena maior a mulher do que ao em caso de aborto do que ao estuprador, foi aprovada na quarta-feira (12) para tramitar em regime de urgência. Isso permite que ele “passe na frente” e seja analisado antes de outros projetos para discussão.

A votação foi feita de forma simbólica.

Nesse formato, os votos dos parlamentares não são contados eletronicamente e, por isso, não é possível apontar quantos foram os votos favoráveis e contrários nem saber como cada deputado votou.

Saiba quem foram os deputados autores do PL 1904/2024

  1. Sóstenes Cavalcante – (PL-RJ)
  2. Evair Vieira de Melo – (PP-ES)
  3. Paulo Bilynskyj – (PL-SP)
  4. Gilvan da Federal – (PL-ES)
  5. Filipe Martins – (PL-TO)
  6. Luiz Ovando – (PP-MS)
  7. Bibo Nunes – (PL-RS)
  8. Mario Frias – (PL-SP)
  9. Palumbo – (MDB-SP)
  10. Ely Santos – (Republicanos-SP)
  11. Simone Marquetto – (MDB-SP)
  12. Cristiane Lopes – (União-RO)
  13. Renilce Nicodemos – (MDB-PA)
  14. Abilio Brunini – (PL-MT)
  15. Franciane Bayer – (Republicanos-RS)
  16. Carla Zambelli – (PL-SP)
  17. Frederico – (PRD-MG)
  18. Greyce Elias – (Avante-MG)
  19. Ramagem – (PL-RJ)
  20. Bia Kicis – (PL-DF)
  21. Dayany Bittencourt – (União-CE)
  22. Lêda Borges – (PSDB-GO)
  23. Junio Amaral – (PL-MG)
  24. Coronel Fernanda – (PL-MT)
  25. Eurico – (PL-PE)
  26. Alden – (PL-BA)
  27. Cezinha de Madureira – (PSD-SP)
  28. Eduardo Bolsonaro – (PL-SP)
  29. Pezenti – (MDB-SC)
  30. Julia Zanatta – (PL-SC)
  31. Nikolas Ferreira – (PL-MG)
  32. Eli Borges – (PL-TO)
  33. Fred Linhares – (Republicanos-DF)

O que diz o projeto?

O projeto prevê que o aborto legal – permitido no Brasil em casos de estupro, perigo de morte à gestante ou por um tipo de malformação fetal — só seja permitido até 22 semanas de gestação. Na legislação atual, não há um prazo fixo para que o procedimento seja feito.

Caso isso aconteça, a pena deve ser aplicada conforme a do crime de homicídio simples: de seis a 20 anos de prisão.

Qual o próximo passo?

Com a aprovação do regime de urgência, a tendência é que o PL seja votado pelos deputados nas próximas sessões do plenário. Caso ele seja aprovado, segue para o Senado e, se consentido sem nenhuma mudança, vai para a sanção – ou veto – do presidente da República.

Como apurado pela analista da CNN Jussara Soares, para “equilibrar” o texto, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), prometeu indicar uma deputada de centro para relatar o projeto de lei.

PM prende 115 detentos em primeiro dia de “saidinha” em SP

 


A Polícia Militar de São Paulo prendeu 115 detentos, nesta terça-feira (11), após violarem as regras que permitem a saída temporária das prisões. Ao todo, cerca  35 mil detentos no estado paulista foram liberados, ontem, para cumprir a “saidinha”, com previsão de retorno às penitenciárias na próxima segunda-feira (17). 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), todas as prisões aconteceram ainda no primeiro dia da liberação dos detentos.

Campinas foi a cidade com mais presos, com 37 recapturados. A capital paulista ocupa a segunda posição, com 31 prisões. 

Em seguida, vem Piracicaba com 15 presos, Ribeirão Preto com 12, Bauru com 8, Sorocaba com 6, Araçatuba com 2, São José dos Campos também com 2 recapturados e São José do Rio Preto e Santos, ambos com um detento.

Conforme as normas estabelecidas, após deixarem os presídios para cumprirem o período da “saidinha”, os detidos não podem sair de suas respectivas cidades. Frequentar bares, boates ou envolver-se em brigas também são práticas proibidas. Durante o período noturno, também não podem deixar suas casas. 

Em São Paulo, desde 2023, quando detentos beneficiados com a saída temporária são pegos descumprindo as regras das “saidinhas”, após recapturados, são diretamente encaminhados a um Instituto Médico Legal (IML). Depois de realizarem um exame pericial, são conduzidos aos Centros de Detenção Provisória ou à Penitenciária Feminina da capital. 

Primeira “saidinha” do ano 

Na primeira saída temporária de presos em São Paulo, ocorrida entre 12 e 18 de março, 452 presos foram recapturados por violarem as regras judiciais da medida. 

Somente na capital paulista, foram 162 prisões. Em Ribeirão Preto, 57 recapturados. Já as demais prisões ocorreram em São José dos Campos, Campinas, Sorocaba, Santos e outras regiões.



quarta-feira, 12 de junho de 2024

PM é recebida a tiros em comunidade, revida e um suspeito acaba morto em Bayeux


 Policiais militares da Força Regional foram recebidos a tiros durante incursão na comunidade Porto Moinho, em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, na noite dessa terça-feira (11).

A equipe policial revidou e acabou ferindo um dos suspeitos, que não resistiu e faleceu.

No local, os policiais apreenderam espingarda com três munições deflagradas, dinheiro, crack, skank e cocaína.

O tiroteio ocorreu na mesma região em que o sargento Romário, da PM, foi morto por criminosos durante uma abordagem.

Endometriose: saiba reconhecer os alertas e sintomas

  Mulheres convivem com dores pélvicas desde que o mundo é mundo. Hieróglifos do Antigo Egito registram o flagelo do período menstrual, poss...