sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Notas do Enem 2025 já estão disponíveis na internet



 As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Segundo dados do balanço da aplicação do euxame, participaram da edição de 2025 4,8 milhões de inscritos, com 72% de presença nos dois dias de prova.

Na Página do Participante é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros - aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado até 60 dias após a divulgação do resultado. 

Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com inscrições abertas de 19 a 23 de janeiro; tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), no período de 26 a 29 de janeiro; ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

A inscrição no Sisu não exige envio prévio de documentos. Os selecionados, no entanto, devem observar os prazos e requisitos, bem como apresentar a documentação solicitada pela instituição de educação superior no momento da matrícula. 

Os participantes do Enem 2025 que atendem aos critérios estabelecidos e desejam utilizar o exame para fins de certificação de conclusão do ensino médio devem ficar atentos aos prazos para solicitar o certificado nas instituições, por meio do portal do Inep

Para obter o certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem, é necessário ter indicado essa finalidade no momento da inscrição e alcançar, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, além de obter, pelo menos, 500 na redação. 

*Com informações do Ministério da Educação

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

João Pessoa tem a 5ª passagem de ônibus mais cara entre as capitais brasileiras, aponta levantamentoy

 


Um levantamento com base em informações divulgadas pelas prefeituras mostra que João Pessoa ocupa a quinta posição no ranking das tarifas de ônibus mais caras entre as capitais do Brasil.

Na capital paraibana, a passagem custa R$ 5,20 no transporte convencional e chega a R$ 5,80 no serviço “Geladinho, que opera com ônibus equipados com ar-condicionado.

Considerando o valor mais alto da tarifa praticada de forma regular, João Pessoa aparece entre as capitais com os maiores preços do transporte coletivo urbano.

Ranking das capitais com passagens mais caras

De acordo com o levantamento, as capitais com as tarifas mais elevadas são:

  1. Florianópolis – até R$ 7,70 no pagamento em dinheiro ou QR Code
  2. Belo Horizonte – até R$ 6,25, a depender da linha
  3. Curitiba – até R$ 6,13 no pagamento com cartão
  4. Salvador – R$ 5,90
  5. João Pessoa – R$ 5,80 no serviço com ar-condicionado
  6. São Paulo – R$ 5,30

Capitais como Boa Vista e Brasília (R$ 5,50), Fortaleza (R$ 5,40) e Rio de Janeiro (R$ 5) aparecem logo em seguida no ranking.

No entanto, em Fortaleza a passagem custa R$ 1,50 para os estudantes (com duas passagens gratuitas por dia).

Contraste regional

Enquanto João Pessoa figura entre as tarifas mais caras, outras capitais brasileiras ainda mantêm valores bem inferiores. Porto Velho tem a passagem mais barata do país, custando R$ 3, seguida por Rio Branco e Macapá, com tarifas abaixo de R$ 4 em algumas modalidades

O levantamento evidencia a grande desigualdade nos preços do transporte público urbano no Brasil, influenciada por fatores como modelo de subsídio, custo operacional, tipo de frota e políticas municipais de mobilidade.

Reclamações sobre a qualidade do serviço

Além do peso no bolso, usuários do transporte coletivo em João Pessoa reclamam com frequência da qualidade do serviço oferecido.

Entre as principais queixas estão o estado de conservação dos ônibus, a irregularidade dos horários e o valor diferenciado cobrado no serviço com ar-condicionado.

A estudante universitária Mariana Oliveira, de 20 anos, afirma que o preço não condiz com o que é oferecido à população.

“O Geladinho deveria ser o mesmo preço do ônibus comum. Não faz sentido pagar mais caro por um serviço que deveria ser padrão. Os ônibus continuam ruins, muitos quebram no caminho, e os horários quase nunca são cumpridos”, reclama.

Segundo usuários, eu pagando uma das tarifas mais altas entre as capitais brasileiras, o transporte público da cidade ainda deixa a desejar, o que aumenta a insatisfação de quem depende diariamente dos ônibus para estudar e trabalhar.


domingo, 11 de janeiro de 2026

‘O Agente Secreto’ vence melhor filme em língua não-inglesa no Globo de Ouro 2026



 "O Agente Secreto" venceu a categoria de melhor filme em língua não-inglesa no Globo de Ouro 2026, na cerimônia deste domingo (11).

Nessa categoria, o filme brasileiro concorria com "Valor Sentimental", "Foi Apenas um Acidente", "A única saída", "Sirat" e "A Voz de Hind Rajab".

"O Agente Secreto" também concorre a melhor filme de drama e melhor ator em filme de drama, com Wagner Moura.

Titina Medeiros, atriz de Cheias de Chame e Rancho Fundo, morre em Natal

 


Morreu neste domingo (11), aos 48 anos, a atriz Titina Medeiros, que participou de novelas como Cheias de Charme (2012) e No Rancho Fundo (2024), na TV Globo. A atriz lutava contra um câncer no pâncreas.

Izabel Cristina de Medeiros, a Titina, nasceu em Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte, mas foi criada na cidade vizinha, em Acari.

Além das atuações em novelas e filmes, a atriz potiguar fazia parte ainda de grupos de teatro, como o Casa de Zoé, e o Candeia, no qual era diretora.

A atriz ficou nacionalmente conhecida com a personagem Socorro, a "personal colega" de Chayene, personagem de Cláudia Abreu, na novela Cheias de Charme, exibida em 2012 na TV Globo. Esse foi o primeiro trabalho dela em novelas.


Ela participou ainda de novelas como Geração Brasil, A Lei do Amor, Onde Nascem os Fortes e Mar do Sertão.

Titina era casada há quase 20 anos com o também ator César Ferrario, com quem trabalhou junto em Cheias de Charme.

Informações sobre o velório e o sepultamento da atriz não haviam sido confirmadas até a atualização mais recente desta reportagem.


Morre herdeiro da Refrigerantes Dore; Walter pode ter sido vítima de mal súbito

 


O empresário Walter Byron Dore Júnior partiu de forma súbita neste sábado (10), segundo o irmão Herbet Dore nas redes sociais, informou BZ Notícias. “Infelizmente tenho de lhes comunicar essa triste notícia: faleceu hoje de forma súbita o meu irmão Walter Byron Dore Júnior, nos causando enorme comoção. Peço a Deus que o receba em seu lugar de paz e nos dê o conforto para aceitarmos e enfrentarmos esse momento tão doloroso”. Walter Júnior é herdeiro da Dore Refrigerantes, uma das indústrias de bebidas mais tradicionais do Nordeste, fundada em 1911 pelo seu bisavô, o inglês Sidney Clement Dore. Reconhecida por seus sabores tradicionais, a empresa também detém a licença de marcas icônicas como a Grapette. O nome da família Dore é tão relevante na indústria potiguar que a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern) instituiu a Medalha do Mérito Industrial Walter Byron Dore, homenagem máxima da instituição, que leva o nome de seu pai e reconhece personalidades que se destacam pelo empreendedorismo e pela contribuição ao desenvolvimento industrial do estado.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Morre Manoel Carlos, um dos maiores autores de novela do Brasil

 


O autor Manoel Carlos, um dos principais escritores de novela da televisão brasileira, morreu neste sábado (10), aos 92 anos. Famoso por tramas que representavam a sociedade carioca, especialmente o bairro do Leblon, ele criou sucessos como Por Amor (1997), Laços de Família (2000) e Mulheres Apaixonadas (2003).

A morte foi confirmada no perfil do Instagram da produtora Boa Palavra, responsável pelo legado de Manoel Carlos e detentora de seus direitos autorais. "É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Manoel Carlos Gonçalves de Almeida, carinhosamente conhecido como Maneco, ocorrido hoje [10], aos 92 anos", informou a conta.

Fãs não terão a oportunidade de se despedir do autor pessoalmente em uma última homenagem. "O velório será fechado a restrito à família e a amigos íntimos. A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado", ressaltou a nota.

Conhecido carinhosamente como Maneco, ele começou sua carreira em 1953, como autor e diretor do Grande Teatro Tupi, programa da extinta TV Tupi. Na década de 1960 e 1970, dirigiu e produziu programas clássicos da TV brasileira, como Família Trapo (entre 1967 e 1971), O Fino da Bossa e o Fantástico (entre 1973 e 1976).

Ainda na década de 1950, Manoel Carlos escreveu suas primeiras novelas, todas para a TV Paulista: Helena (1952), Nick Chuck (1952) e Iaiá Garcia (1953). Helena nada tinha a ver com as protagonistas chamadas Helena que ele desenvolveu mais adiante em sua carreira. Tratava-se de uma adaptação do romance Helena, de Machado de Assis.

Em 1978, estreou na Globo como autor de duas novelas: Maria, Maria e A Sucessora. A segunda, com Susana Vieira como mocinha e Natpalia Timberg como vilã, foi um sucesso e um marco para a teledramaturgia da época. 

Na sequência, Carlos foi colaborador de Gilberto Braga em Água Viva (1980) e logo depois escreveu Baila Comigo (1981). Esta novela ficou marcara por ter a primeira "Helena de Maneco", a primeira protagonista chamada Helena, tradição que ele levaria até o fim de sua carreira. A Helena inaugural foi interpretada por Lilian Lemertz. 

Em 1982, Manoel Carlos foi autor de Sol de Verão, mas não chegou a terminar a novela. O ator protagonista, Jardel Filho, morreu de ataque cardíaco, quando faltavam apenas vinte capítulos para o fim da trama. O autor, que também era amigo de Jardel Filho, não conseguiu continuar o trabalho, que foi finalizado por Lauro César Muniz e Gianfrancesco Guarnieri. 

Nos anos seguintes, Manoel Carlos trocou a Globo pela Manchete, e lá escreveu a minissérie Viver a Vida (1984) e a novela Novo Amor (1986). Também trabalhou na Band, para onde escreveu a minissérie O Cometa (1989). 

Voltou para a Globo em 1991 e deu continuidade à linhagem de Helenas. Escreveu naquele ano a novela Felicidade, com Maitê Proença como protagonista. 

Em 1995, foi o autor de História de Amor, com Regina Duarte no papel de Helena --a primeira das três que ela viria a interpretar. A novela teve a sinopse modificada após determinação do ministério da Justiça, que considerou a trama de mãe e filha apaixonadas pelo mesmo homem inadequada para o horário das 18h. 

A partir de então, Manoel Carlos teve seus maiores sucessos na TV. Em 1997, lançou Por Amor, com regina Duarte novamente como Helena, na trama de uma mãe que troca seu bebê vivo pelo bebê morto de sua própria filha. Em 2000, estreia Laços de Família, com Vera Fischer como Helena. A trama teve grande repercussão com a filha roubando o namorado da mãe e com o drama do câncer de Camila (Carolina Dieckmann).

Já em 2002, foi ao ar Mulheres Apaixonadas. Christiane Torloni foi a Helena da vez, e as tramas paralelas ganharam mais destaque --como a da violência doméstica e a do casal formado por duas adolescentes.

Em 2001, o autor ainda fez Presença de Anitta, minissérie com teor erótico que deu grande audiência na época. Carlos também fez o roteiro da série Malu Mulher (1979-1980) e da minissérie Maysa: Quando Fala o Coração.

Em 2006, ele escreveu Páginas da Vida, em que Regina Duarte atuou como sua última Helena, mulher que adotava uma menina com síndrome de Down que havia sido rejeitada. Já em 2009, em Viver a Vida, o autor dá a Taís Araújo a personagem principal, a primeira Helena negra. A trama, no entanto, não funcionou. A personagem foi rejeitada pelo público, e a própria atriz não se orgulha do papel. 

A última novela da carreira do autor foi Em Família (2014), com Bruna Marquezine e Júlia Lemmertz interpretando o papel de Helena (Bruna na fase adolescente, Júlia na fase madura). O folhetim foi um fracasso de audiência e de crítica.

Desde então, Manoel Carlos vivia recluso em sua casa, no Rio de Janeiro. EAo longo de sua vida, ele teve cinco filhos, e três morreram antes do pai: Ricardo de Almeida em 1988, por complicações do vírus HIV; Manoel Carlos Júnior em 2012, de ataque cardíaco, e Pedro Almeida em 2014, após um mal súbito. 

O autor deixa duas filhas vivas, a roteirista Maria Carolina e a atriz Júlia Almeida, que atuou em todas as novelas do pai entre Felicidade e Mulheres Apaixonadas.


Autismo pode ser fruto da evolução biológica do cérebro humano, dizem cientistas



 A compreensão contemporânea do transtorno do espectro autista (TEA) atravessa um momento de ruptura paradigmática. Apesar de historicamente ser enquadrado principalmente sob a ótica de alterações cerebrais que dificultam a vida em sociedade, agora o autismo começa a ser reavaliado.


Novas correntes da Psicologia Evolucionista e da Genética de Populações começam a apontar a possibilidade de se tratar de uma variação estratégica que está sendo mantida, e talvez até amplificada, pela seleção natural

Afinal, esse transtorno de desenvolvimento, que costuma causar dificuldades de comunicação, de interação social e alterações sensoriais significativas, muitas vezes também está acompanhado de habilidades notáveis.

E o aumento de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência.

Evolução de neurônios e genes
A base para essa hipótese foi reforçada com o trabalho seminal de Starr e Fraser, da universidade de Stanford, publicado recentemente na revista científica Molecular Biology and Evolution. Os autores fornecem um mecanismo celular preciso dessa mudança.

O estudo analisou um tipo de neurônio excitatório (que libera sinais para ativar outros neurônios) do neocórtex, algo crucial para a cognição humana complexa. Eles descobriram que esses neurônios evoluíram em uma velocidade excepcionalmente rápida na linhagem humana, em comparação com outros primatas.

O dado mais surpreendente que eles observaram é que essa evolução acelerada coincidiu com uma queda acentuada na expressão de genes cuja menor atividade está estatisticamente associada a um maior risco de diagnóstico de TEA.

Isso indica que a evolução responsável por altas funções cognitivas pode ter tido como trade-off evolutivo a redução na expressão de genes protetores do neurodesenvolvimento. Ou seja, as mesmas pressões seletivas que refinaram a inteligência humana e nossa capacidade de processamento complexo aumentaram, como subproduto, a prevalência de traços autísticos. Isso nos faz pensar que no ambiente ancestral, esse perfil cognitivo provavelmente oferecia vantagens evolutivas vitais.

Outros indícios e teorias

Um fenômeno que corrobora essa visão evolutiva é o aumento expressivo na prevalência do autismo. Dados do Centro de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos (CDC) indicam que 1 em cada 36 crianças é diagnosticada dentro desse espectro.

Embora parte desse crescimento se deva à mudança nos critérios diagnósticos e maior conscientização, há um debate na comunidade científica se não podem haver outros fatores que estejam contribuindo para esses números. A tendência tem sido relatada em muitos estudos, principalmente em países de alta renda como EUA, Reino Unido, Dinamarca, Coreia do Sul e Japão.

Diferente de hipóteses pseudocientíficas e ambientais sem comprovação, como a hipótese ambiental sugerida pelo secretário de saúde dos EUA, Robert F. Kennedy, os dados apresentados por Star e Fraser sugerem que pode haver um aumento real impulsionado pelos mecanismos genéticos descritos anteriormente.

O psicólogo e neurocientista Britânico Simon Baron-Cohen propôs a teoria do acasalamento assortativo. Segundo ela, a sociedade moderna, ao agrupar pessoas com traços de personalidade “sistematizadores” em polos tecnológicos e universidades, facilita a união reprodutiva entre indivíduos com perfil genético semelhante.

O resultado seria um aumento na frequência de descendentes que herdam uma “dose dupla” de genes associados a altas habilidades de sistematização, o que também eleva a probabilidade de manifestação do autismo.

Um futuro neurodivergente?
Mesmo que perfis com alto poder cognitivo sejam apenas uma parte do espectro do TEA, proponho aqui pensarmos sobre a possibilidade de um cenário distópico. Caso a seleção natural favoreça mesmo cada vez mais nascimentos de gênios neurodiversos e menos de pessoas com fenótipos alternativos, esse futuro hipotético traz implicações sociológicas interessantes.

Afinal, como a sociedade estaria preparada para essa inversão, caso o que é considerado o funcionamento cerebral típico de hoje se tornasse o atípico de amanhã (e vice-versa)?

É possível recair num argumento sensacionalista, sobre os perigos do surgimento de uma elite cognitiva que poderia passar a ver a população que atualmente é considerada neurotípica como ineficiente.

Mas, paradoxalmente, essa ideia entra em conflito com uma das principais reivindicações atuais da comunidade autista: o combate ao capacitismo. Ele argumenta que o reconhecimento de que valor humano, dignidade e direito à participação social não dependem de produtividade, genialidade ou adaptação a modelos normativos.

Em conclusão, o autismo parece ser parte integrante e crescente da nossa evolução. Os sistemas educacionais, que hoje enfrentam grande dificuldade na inclusão de crianças e adolescentes com necessidades especiais, precisam ser aprimorados urgentemente.

Devemos considerar as diferenças como um aspecto positivo da diversidade humana. Uma sociedade verdadeiramente evoluída não é aquela que seleciona os “gênios”, mas aquela que é capaz de ser inclusiva, garantindo dignidade e espaço para todos os tipos de mentes. Essa é a condição essencial para o futuro da humanidade.

MP abre investigação contra barulho de festas no Clube dos Médicos em JP

  A rotina de festas e eventos com som alto no Clube dos Médicos, no bairro Jardim Oceania, virou caso de investigação formal do Ministério ...