sábado, 9 de novembro de 2024

Evento com mais de 200 ciclistas modifica trânsito em Tambaú, BR-230 e Cabedelo

 


Neste domingo, João Pessoa vai sediar o Gran Fondo Brasil, evento de ciclismo que terá um percurso enorme entre vias da nossa Capital, BR-230 e Cabedelo.


A largada ocorrerá às 5h, no Largo de Tambaú. Condutores que devem passar próximo ao percurso (mapa abaixo), fiquem atentos às sinalizações e orientações dos agentes de mobilidade.

Após a saída do Busto de Tamandaré, e por questões de segurança, os ciclistas seguem até a ladeira da Praia do Cabo Branco atrás do carro de apoio com a velocidade máxima controlada. Logo depois, percorrem a via principal do Altiplano – Avenida João Cirilo da Silva, no trajeto de ida e volta, e seguem à Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, em direção ao Litoral Sul, onde começam de fato as disputas de velocidade.


Evento

Uma das provas mais tradicionais do ciclismo mundial, a Gran Fondo Brasil, desembarca em João Pessoa para sua 4ª edição no próximo domingo (10). Mais de 200 ciclistas de todo país vão se desafiar em dois percursos: 109 km (longo) e 84 km (curto). Diferente dos anos anteriores, a largada, no Busto de Tamandaré, será realizada às 5h.


As inscrições para a prova se encerraram ontem (8), no site. A prova é aberta a todos os tipos de ciclistas (amadores e profissionais), maiores de 18 anos. Além do mais, a infraestrutura é de um evento de ciclismo profissional – com batedores, equipe de staff durante todo trajeto, pontos de abastecimento, cronometragem, premiação, vila, kit atleta e medalhas para todos que finalizarem.


A capital paraibana sediou recentemente o Campeonato Brasileiro de Paraciclismo de Estrada e os sucessos obtidos neste evento resultaram nas medalhas ganhas no Mundial de Zurique com os atletas Lauro Chaman, Jady Malavazzi, Marcos Mello e Solimar.



Banco Central comunica exposição de dados de 644 chaves Pix da Caixa


 

Um total de 644 chaves Pix de clientes da Caixa Econômica Federal tiveram dados expostos, informou nesta sexta-feira (8) o Banco Central (BC). Esse foi o 16º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020.


Segundo o BC, a exposição ocorreu em 24 e 25 de setembro e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, agência, número e tipo e da conta, data de abertura da conta, data de criação da chave Pix, data a partir da qual o usuário tem a posse da chave Pix.


A exposição ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento e ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.


Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.


Todas as pessoas que tiveram informações expostas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que esses serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu para os clientes desconsiderarem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.


A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.


Em todos os 16 incidentes com chaves Pix registrados até agora, foram expostas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais


Agência Brasil

Mulher com gigantomastia remove 10 kg de mama em cirurgia


 A jovem Thaynara Marcondes, de 21 anos, estudante de pedagogia de Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba, enfrentou uma experiência angustiante ao perceber um crescimento acelerado e anormal dos seios.

Diagnosticada com gigantomastia, condição rara que provoca o crescimento exagerado do tecido mamário, Thaynara viu cada mama atingir cerca de cinco quilos, causando desconforto físico e emocional. A reportagem foi publicada inicialmente pelo G1 Paraná.

A situação se tornou preocupante em fevereiro, quando sua tia notou o crescimento anormal. Em poucos meses, Thaynara passou de camisetas tamanho médio para peças sob medida, pois as opções do mercado já não eram suficientes para seu caso.

Além do impacto emocional, o aumento dos seios causava dores constantes nas costas, ombros e pescoço, além de limitar atividades do dia a dia, como ir à academia e segurar bebês – atividade comum em seu trabalho como auxiliar em um centro de educação infantil.

Em busca de ajuda médica, Thaynara consultou um mastologista, que inicialmente suspeitou de um possível câncer. Após diversos exames, o diagnóstico de gigantomastia foi confirmado, mas a causa exata da condição permanece desconhecida. Mesmo assim, a solução foi uma cirurgia complexa realizada em 25 de outubro, que durou quase 13 horas.

Com o apoio de doações, a estudante arrecadou os R$ 40 mil necessários para o procedimento. O cirurgião plástico responsável, Dr. Dayson Luiz Nicolau dos Santos, utilizou a “Técnica de Torek”, que consiste na remoção de grandes porções do tecido mamário, reimplantando aréola e mamilo.

O procedimento trouxe consequências: Thaynara perdeu a sensibilidade nos seios e a capacidade de amamentar. Nas redes sociais, Thaynara compartilha sua história, alertando outras mulheres sobre a gigantomastia e promovendo discussões sobre o impacto dessa condição.

Após a cirurgia, a estudante agora planeja retomar atividades antes inviáveis, como correr e ir à praia com biquíni. O Dr. Nicolau ainda monitora o caso, aguardando resultados de exames adicionais para entender melhor as causas do crescimento mamário exagerado.



Instituto Cândida Vargas firma parceria pioneira na América do Sul com universidade norueguesa

 


Pioneiro na América do Sul, o Instituto Cândida Vargas (ICV), em João Pessoa, está firmando uma inédita parceria de um projeto tecnológico de pesquisa com a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU). A ação visa implantar a validação de um instrumento de alta tecnologia, que foi desenvolvido para avaliar os níveis de icterícia na pele dos recém-nascidos.


Considerado um instrumento médico de rastreio, certificado pela União Europeia e usado no tratamento preventivo de avaliação de icterícia neonatal, a tecnologia proposta na parceria trata-se de um aplicativo de celular e um cartão de calibração, que é colocado no peito do recém-nascido e, posteriormente, ele vai fazer seis fotos, sendo três com flash e três sem flash, visando determinar os níveis de bilirrubina no bebê. Lembrando que a tecnologia não substitui o exame de sangue que detecta os níveis de bilirrubina, pois é um tratamento de caráter preventivo.


O produto foi desenvolvido há sete anos na Noruega pelos médicos e pesquisadores da NTNU, quando foi publicado o primeiro estudo de validação. Posteriormente, foram feitos outros estudos em bebês de outras nacionalidades, com crianças de diferentes etnias, visando a verificação da eficácia do equipamento. O ICV é a primeira unidade da América do Sul a receber a nova tecnologia.


“Nós, do Instituto Cândida Vargas, não só vamos estabelecer essa parceria com a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia como também tentaremos fazer a proposta de uma parceria permanente, para que os recém-nascidos na unidade possam ter essa tecnologia sempre à nossa disposição”, destacou a diretora técnica assistencial do ICV, Juliana Sousa.


Icterícia – A icterícia é uma condição que se caracteriza pela coloração amarelada da pele, olhos e outros tecidos, causada pelo excesso de bilirrubina no sangue. A bilirrubina é um pigmento amarelo produzido pelo fígado. A icterícia não é uma doença, mas sim uma manifestação de outras doenças, a exemplo das doenças hepáticas, da vesícula biliar, além de alguns tipos de anemia.


Secretarias

Equipe de Trump prepara retirada dos EUA do acordo climático de Paris, diz fonte

 


A equipe de transição de Donald Trump começou a preparar uma série de ordens executivas e proclamações presidenciais relacionadas à energia e ao clima, disseram duas fontes familiarizadas com os planos à CNN.


Eles incluem a retirada dos EUA do acordo climático de Paris — algo que Trump anunciou pela primeira vez em junho de 2017 e prometeu fazer novamente ao longo de sua campanha de 2024 — o corte de empregos e escritórios do governo dedicados a reduzir a poluição em comunidades pobres e a redução do tamanho de monumentos nacionais para aumentar a perfuração em terras públicas, disseram as fontes.


O New York Times foi o primeiro a relatar os planos.


A CNN relatou anteriormente que a equipe de Trump havia começado a preparar ordens executivas relacionadas à exploração de energia, incluindo a remoção de limites e disposições que impedem as empresas de perfurar. Eles também estão planejando cortes nas regulamentações de energia.



Estação Cabo Branco lança três exposições de arte nesse mês de novembro

 


As exposições para o mês de novembro de 2024 na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, incluem a abertura do restauro da obra ‘Guardiã da Cidade’, a exposição de cerâmica ‘Pele Exposta’, e a exposição coletiva ‘Aquarela de Verão’. A Estação Cabo Branco é localizada no bairro Altiplano, em João Pessoa, e os portões estão abertos de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h. O acesso é gratuito.

A abertura do restaura da obra ‘Guardiã da Cidade’ está prevista para o próximo dia 14, às 16h, data em que se comemora também o aniversário da autora do trabalho, a artista Evanice Santos. Atualmente, a obra está instalada no lado externo da Estação Cabo Branco, no corredor do Mural Cavalo Marinho. O restauro foi feito pelo artista Luciano Grisi ao longo dos meses de setembro e outubro deste ano.


A obra ‘Guardiã da Cidade’, pertencente à Prefeitura de João Pessoa, originalmente estava fora dos limites da Estação Cabo Branco, na área por trás da Torre Mirante. Este local foi alvo de vandalismo, como pichação e danos a sua estrutura, inclusive com a retirada de partes importantes da peça. Devido aos danos constatados, a falta de visibilidade e de proteção, a Estação Cabo Branco, sob anuência da artista, transferiu a obra para dentro de suas dependências para ser restaurada e garantir a sua preservação.


Já no dia 16 de novembro, haverá a abertura da exposição de cerâmica ‘Pele Exposta’, do artista Jeorge Paiva, às 17h. O artista começou sua trajetória pelo mundo da cerâmica no ateliê de arte IMAA, do também ceramista Ilson Moraes, trabalhando na fabricação de pequenas corujas, que lhe proporcionavam alguma renda. Entretanto, a necessidade de expressar-se passou a ser maior e o estimulou a produzir peças autorais com linguagem mais coesa com sua personalidade.

Aos poucos suas peças ganharam movimento. A dualidade é uma constante em seu fazer artístico: força e complacência, imponência e singeleza. “Esse antagonismo nos torna cativos e nos traz os mais variados questionamentos enquanto espectadores e admiradores de seu trabalho.


Secretarias

joão Pessoa lidera valorização no preço dos imóveis entre todas as capitais do país

 


Com uma valorização de 16,83%, João Pessoa lidera a alta no preço de imóveis residenciais para venda entre todas as capitais do país nos últimos 12 meses. Os dados constam no Índice FipeZAP, divulgado pelo DataZAP, que registrou no país uma valorização acumulada de 7,22%, o maior resultado desde novembro de 2014, quando houve alta de 7,37%.


A valorização é impulsionada por Imóveis com três dormitórios, que lideram com alta de (+7,69%), contrastando com a menor variação entre unidades com quatro ou mais dormitórios (+6,32%).


Quando analisado o desempenho relativo ao mês de outubro, a capital paraibana detém aumento de 1,15% no preço dos imóveis em relação a setembro, o que corresponde a sexta maior valorização entre as capitais. Já no acumulado deste ano, o crescimento no valor foi de 14,57%, o segundo maior do país, atrás apenas de Curitiba (+15,46%).


Em outubro foi verificado um preço médio de R$ 6.832/m² para venda de imóveis em João Pessoa. Os bairros mais caros para comprar imóveis são: Cabo Branco (R$ 10.447 /m²), Jardim Oceania (R$ 8.763 /m²) e Altiplano Cabo Branco (R$ 8.717 /m²). Em relação às maiores valorizações, a pesquisa apresenta os bairros Castelo Branco (+70,8% ), Jardim Oceania (+22,7%) e Bessa (+19,8% ).



Papa será internado na terça-feira para retirada de nódulo do pulmão

  O papa Leão XIV será internado na terça-feira (13) para se submeter a uma cirurgia para a remoção de um pequeno nódulo encontrado em um de...