segunda-feira, 1 de julho de 2024

Shoppings Manaíra e Mangabeira oferecem diversão gratuita nas férias este mês; veja programação


 Os shoppings Mangabeira e Manaíra vão animar as férias de julho em João Pessoa. Os locais vão oferecer uma programação especial e gratuita voltada as crianças.

No Mangabeira Shopping, as sextas-feiras serão dedicadas a espetáculos emocionantes. A partir das 19h30, a praça de alimentação se transformará em um palco para shows covers dos heróis favoritos dos clássicos do cinema.

Já no Manaíra Shopping, o evento Manaíra Kids Férias promete agitar as tardes e noites de sábado com quatro apresentações imperdíveis na praça de eventos, em frente ao Magazine Luiza. As crianças poderão se divertir com shows que acontecem às 15h e às 18h.

Além disso, para os pequenos artistas, um concurso de desenho do Mundo Caramelo será realizado de domingo a sexta-feira, das 15h às 20h.

Confira abaixo a programação dos shoppings:

Mangabeira Shopping

5 de julho: O Rei Leão – Hakuna Matata

12 de julho: Liga da Justiça – Trindade x Coringa

19 de julho: Alice no País das Maravilhas

26 de julho: Peter Pan em Busca da Espada Mágica

Manaíra Shopping

6 de julho: Mundo Mágico de Fantasia

13 de julho: Baile das Princesas

20 de julho: Heróis em Ação

27 de julho: Jardim Encantado

Paciente morre de meningite transmitida por caramujo africano; Fiocruz alerta para cuidados


 A Fundação Oswaldo Cruz faz um alerta para a transmissão de meningite por meio de caramujos (meningite eosinofílica). A preocupação surgiu depois da morte de um paciente em abril, no município de Nova Iguaçu, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Análises laboratoriais identificam a presença do verme causador da doença em um caramujo na região onde o caso foi registrado.

A meningite é uma doença caracterizada pela inflação das meninges, membranas que revestem o encéfalo e a medula espinhal.

A investigação foi conduzida pelo Laboratório de Malacologia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC). Malacologia é o ramo da biologia que estuda os moluscos. Após a Fiocruz ser notificada do caso, agentes da Vigilância Ambiental em Saúde (Suvam) de Nova Iguaçu e do IOC realizaram a coleta de caramujos em diferentes pontos do bairro Ipiranga, onde o paciente contraiu a doença.

De um total de 22 moluscos analisados, o verme causador da doença, Angiostrongylus cantonensis, foi encontrado em um caramujo da espécie Pomacea maculata, conhecido popularmente como lolô ou aruá.

Caso de meningite transmitida por caramujo não era registrado no estado do Rio desde 2014. No Brasil, há episódios desde 2006.

Estudos do Serviço de Referência para Esquistossomose-Malacologia da Fiocruz feitos entre 2008 e 2021 detectaram a presença do verme Angiostrongylus cantonensis em 14 unidades da federação.

Para a chefe do Laboratório de Malacologia do IOC/Fiocruz, Silvana Thiengo, o cenário reforça a necessidade de atenção dos serviços de saúde para diagnosticar a doença. “Desde 2006, temos casos de meningite eosinofílica no Brasil. Porém, muitos profissionais de saúde ainda desconhecem a doença. Os médicos precisam lembrar essa possibilidade para fazer o diagnóstico e oferecer o tratamento adequado", disse.

Transmissão

O verme Angiostrongylus cantonensis, em seu ciclo de vida, é um parasita que busca hospedeiros como roedores, como ratos, que servem para desenvolvimento do parasita adulto. Os vermes se reproduzem e geram larvas que são eliminadas pelas fezes dos maníferos.

As larvas acabam ingeridas por caramujos. Dentro dos moluscos, adquirem a forma capaz de infectar animais vertebrados, ou seja, é um ciclo que se repete.

A infecção humana ocorre quando as pessoas ingerem um caramujo infectado ou o muco liberado por ele, contendo as larvas do verme. De acordo com a Suvam, há relatos de que o paciente se infectou ao ingerir um caramujo de água doce cru.

Os pesquisadores do IOC coletaram também animais como ratos, preás e gambás na região onde houve o caso para confirmar a infecção desses mamíferos. As análises estão em andamento.

Sintomas da doença

O sintoma mais comum da meningite eosinofílica é dor de cabeça. A rigidez da nuca e a febre – comuns em outras formas da doença – são mais raras na meningite transmitida por caramujos.

Alguns pacientes apresentam distúrbios visuais, enjoo, vômito e parestesia persistente (sensação de formigamento ou dormência). Na maioria dos casos, a pessoa se cura espontaneamente. Mesmo assim, o acompanhamento médico é importante porque alguns indivíduos desenvolvem quadros graves, que podem levar à morte.

O tratamento busca reduzir a inflamação no sistema nervoso central e aliviar a dor, além de evitar complicações.

Cuidados

A chefe do Laboratório de Malacologia aponta três formas principais de evitar o contágio pelo caramujo: tomar cuidados ao manuseá-lo, higienizar verduras e não ingerir esses animais crus ou malcozidos.

Em algumas regiões, é comum a presença de caramujos perto de casas e locais de presença humana. Os mais comuns são os Achatina fulica, conhecidos como caracol gigante africano.

A recomendação das autoridades de saúde para a exterminação desses moluscos é por meio da coleta manual, porém, sempre usando luvas ou sacos plásticos para proteger a mãos. Em seguida, colocá-los em recipiente com água fervente por cinco minutos. Depois, quebrar as conchas e enterrá-las ou jogá-las no lixo.

Esse cuidado de quebrar a proteção é para que não se tornem criadouros de Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Caso não seja feita a exposição à água fervente, os moluscos recolhidos devem ser colocados em um recipiente, como balde ou bacia, e submersos em solução preparada com uma parte de hipoclorito de sódio (água sanitária) para três de água. Após 24 horas de imersão, a solução pode ser dispensada, e as conchas descartadas.

Outros cuidados importantes são: não ingerir moluscos crus ou malcozidos, incluindo caracóis terrestres, lesmas e caramujos aquáticos; e lavar bem frutas e verduras, deixando de molho por 30 minutos em mistura com um litro de água e uma colher de sopa de água sanitária, enxaguando bem em água corrente antes do consumo.

Além das orientações à população, a Fiocruz reforça a importância de agentes de vigilância municipais mapearem os riscos de infecção, por meio de coleta periódica de moluscos e envio para análise parasitológica realizada pelo Serviço de Referência do IOC/Fiocruz.

“São poucos os municípios que enviam espécimes para análise parasitológica regularmente. Os serviços de vigilância de vetores frequentemente precisam concentrar suas equipes no combate a doenças epidêmicas, como a dengue, e a vigilância dos caramujos fica desguarnecida”, constata a coordenadora do Laboratório de Referência, Elizangela Feitosa.

Nova Iguaçu é uma das cidades onde o monitoramento é realizado regularmente. “Geralmente, a população faz o apelo por causa do incômodo causado pelo caracol africano. Mas, sabendo que temos uma doença emergente, nós coletamos amostra para a vigilância parasitológica e mostramos aos moradores como catar os caramujos de forma segura, para tentar reduzir ou eliminar esse vetor”, explica o responsável pela vigilância malacológica no município, José de Arimatea Brandão Lourenço.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro informou que ainda não tinha sido notificada pela Secretaria Municipal de Saúde de Nova Iguaçu e que mobilizou uma equipe técnica, nesta segunda-feira (1°), para apuração do caso.

Agência Brasil 

Tornozeleira eletrônica: padre Egídio de Carvalho viola medida cautelar e juiz comunica ao Gaeco


 O Centro de Monitoramento de Tornozeleira Eletrônica da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado informou à 4ª Vara Criminal de João Pessoa violação das medidas cautelares impostas pela Justiça ao padre Egídio de Carvalho. O religioso foi posto em liberdade em abril, mas estava proibido sair de casa sem autorização judicial.

Segundo apurou o Blog Wallison Bezerra, o monitoramento eletrônico mostra que Carvalho deixou seu apartamento, no bairro de Cabo Branco, e caminhou pela orla pessoense no dia 21 de junho sem explicar o porquê da saída. Em outras vezes Egídio, deixou a casa para ir a consultas. Nesses casos, porém, o sacerdote apresentou atestados que comprovam a necessidade de deslocamento.

Medidas cautelares impostas a Egídio Carvalho 

O Padre Egídio de Carvalho foi preso em novembro do ano passado no âmbito da Operação Indignus, que apura suspeita de desvios de recursos milionários do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.

Em abril, Carvalho foi colocado em liberdade após ser submetido a procedimento cirúrgico no Hospital da Unimed, na Capital. Ao decidir pela liberdade, o Poder Judiciário determinou ase seguintes cautelares:

1. Monitoramento eletrônico (art. 319, IX, do CPP), cuja colocação do equipamento deverá ser condição sine qua non para a liberação da prisão domiciliar;

2. Proibição de se ausentar de sua residência nesta cidade de João Pessoa, sem autorização do juízo, devendo indicar, com precisão e de forma comprovada, seu endereço atualizado, para fins de acompanhamento do monitoramento eletrônico e para que fique disponível aos chamamentos do Poder Judiciário (art. 319, IV, do CPP);

3. Juntar aos autos comprovante do endereço nesta cidade, onde ficará recolhido, fazendo-o antes do início da prisão domiciliar e da colocação do equipamento de monitoramento eletrônico;

4. Proibição de manter contato com pessoas diversas de seus advogados constituídos e dos familiares que residem no mesmo imóvel, salvo casos de urgência e mediante comunicação a este juízo, em até 48 horas (art. 319, III, do CPP);

5. Proibição de acesso ou frequência em estabelecimentos vinculados a ASA e ao Instituto São José, assim como a proibição de contato com qualquer colaborador destas instituições, bem como as demais acusadas (art. 319, II, do CPP);



Neta é suspeita de furtar R$ 179 mil do avô para gastar no 'Jogo do Tigrinho', diz polícia


 A Polícia Civil do Paraná prendeu uma mulher de 22 anos suspeita de desviar R$ 179 mil da conta bancária do próprio avô para usar o dinheiro no "Jogo do Tigrinho" (Fortune Tiger). A prisão ocorreu na última quinta-feira, 27, em Jussara, região noroeste do Estado.

A polícia afirma que ela teria realizado 59 saques e transferências utilizando o cartão bancário e a senha da conta de seu avô no segundo semestre do ano passado. A maior parte do dinheiro foi creditada na conta bancária dela e utilizada no jogo de apostas on-line, ainda de acordo com informações da polícia.

A suspeita nega as acusações. Aos policiais, a mulher negou o crime e disse desconhecer como o valor teria sido creditado em sua conta bancária e sido utilizado no jogo. O Estadão ainda não conseguiu contato com a defesa da jovem.

De acordo com o delegado Carlos Gabriel, o sistema de câmeras de segurança da agência bancária registrou a suspeita realizando as transferências, o que justificou a prisão preventiva.

O Fortune Tiger, mais conhecido no Brasil como "Jogo do Tigrinho", é uma espécie de cassino de apostas virtuais que promete ganho de dinheiro fácil e rápido. São cada vez mais comuns as tentativas de golpes para se aproveitar dos apostadores.

A 3.ª Delegacia do Departamento de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil de São Paulo, investiga a atuação de organizações criminosas por trás dos jogos de cassino online. De acordo com a polícia, já existem mais de 500 boletins de ocorrência registrados.

O game passou a ser promovido por influenciadores digitais em suas páginas nas redes sociais. Para aliciar os seguidores, os influencers passaram a postar fotos e vídeos simulando ganhos rápidos e fáceis.

Influenciadores digitais mirins de cinco Estados, entre eles crianças de 6 e 7 anos, estão sendo pagos para fazer propaganda de cassinos de apostas virtuais. O caso foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo no último dia 17 pelo Instituto Alana, organização voltada aos direitos das crianças.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a prática envolve supostos crimes contra o consumidor, contra a relação de consumo, contra a economia popular, lavagem de dinheiro e contravenção penal por divulgar em redes sociais jogos de azar.

Transtorno reconhecido pela OMS

O vício em apostas é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que de 1% a 1,3% da população tenha problemas patológicos relacionados ao hábito. Veja sinais de alerta:

Artistas cantam Marília Mendonça em show de homenagem ao legado da cantora


 O Spotify anunciou um show para celebrar o legado de Marília Mendonça — que morreu em 2021 após um acidente aéreo — com diversos nomes da música brasileira cantando os sucessos da cantora ao vivo.

O show “This Is Marília Mendonça” deve ocorrer no Allianz Parque, em São Paulo, em 5 de outubro, e será a maior apresentação ao vivo já organizada pelo Spotify no mundo.

Nas semanas que antecedem o evento, o Spotify também vai celebrar o legado da cantora com experiências nas ruas e no ambiente digital.

O line-up com os nomes dos artistas e mais detalhes sobre a produção ainda não foi divulgado.

artista mais ouvida no Spotify no Brasil e a primeira brasileira a alcançar 10 bilhões de streams, Marília Mendonça se consagrou como uma das maiores cantoras do país, mesmo tendo morrido com apenas 26 anos.

“Este concerto histórico reunirá grandes artistas de diversos gêneros para celebrar sua vida e música, oferecendo aos fãs uma oportunidade única de reviver suas canções ao vivo”, diz o release do evento organizado pelo Spotify.

Segundo a nota, o show está sendo feito “em estreita colaboração com a família de Marília Mendonça, garantindo que realmente honre seu legado”.

Dona Ruth, mãe de Marília, declarou: “Fico muito feliz em ver o legado de Marília sendo celebrado dessa forma. Sua vida foi incrível, e ver toda essa bagagem que ela deixou mostra o quanto ela é e sempre será importante para a música brasileira. Poder comemorar sua vida e sua música em um evento pensado por nós, como família, e pelo Spotify, sabendo que vamos proporcionar aos seus fãs a oportunidade de escutar suas músicas novamente ao vivo, me emociona e me deixa ainda mais feliz.”


Hospital Veterinário de João Pessoa será inaugurado com atendimento imediato


 O primeiro Hospital Veterinário de João Pessoa, no Bairro dos Estados, está recebendo os últimos serviços para ser inaugurado ainda nesta semana, colocando a causa animal em João Pessoa no seu momento mais importante.

Nesta segunda-feira (1°), o prefeito Cícero Lucena inspecionou os trabalhos no local, e anunciou que o equipamento deve ser entregue na sexta-feira (5), com toda estrutura completa para iniciar os primeiros atendimentos.

“Passando, mais uma vez aqui no Hospital Veterinário, para ver a sua conclusão e podermos entregar na próxima sexta-feira. Vendo a qualidade do serviço, a eficiência da equipe, já vamos iniciar as instalações dos equipamentos. Isso me deixa muito feliz por estar cumprindo um compromisso com a cidade de João Pessoa. Com muito trabalho, muita dedicação e muita ação, João Pessoa será cada vez melhor”, afirmou o prefeito.

O secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Welison Silveira, disse que não só a edificação está ficando pronta, como todos os equipamentos, maquinários e insumos já estão sendo preparados para a montagem, com o objetivo de que os atendimentos comecem a funcionar de imediato.

“A Secretaria de Meio Ambiente está fazendo a seleção da empresa que vai fazer a gestão do Hospital Veterinário, tanto a gestão de pessoas quanto de fornecimento de equipamentos e insumos. Então, esse contrato está sendo finalizado esta semana para que ainda, daqui para sexta-feira, a gente possa estar inaugurando o Hospital Veterinário em pleno funcionamento, com máquinas e equipamentos, pessoal capacitado, experiente e treinado, já fornecendo um serviço de qualidade para a população de João Pessoa”, afirmou o secretário.

O Hospital Veterinário terá um custo operacional estimado em R$ 300 mil por parte da Prefeitura de João Pessoa. A expectativa é de que sejam realizados cerca de mil atendimentos e três mil procedimentos mensais. Esse equipamento chega para fortalecer a causa animal da Capital, que já conta com a Clínica do Pet, inaugurada na atual gestão, no Centro, além do Castramóvel e programas como o Banco de Rações.

Após décadas de abandono, prédio do antigo Ipase começa a ser revitalizado em João Pessoa; saiba o que será no local


 O prédio do antigo Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (Ipase), no Centro de João Pessoa, deverá ganhar uma nova utilização, após décadas de abandono.

O imóvel começou a ser desocupado no último sábado (29/06) e deve passar por uma ampla revitalização que tem a previsão de ser iniciada ainda hoje (1º) com uma limpeza por parte da Emlur.

A informação foi confirmada à reportagem pelo superintendente do patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB), Giovanni Marinho.

O imóvel é uma edificação de sete pavimentos, com área total construída de 5.479,39m² e vai ser destinado a moradias que devem beneficiar 50 famílias de baixa-renda.

Em setembro do ano passado, o projeto é fruto de uma parceria entre órgãos públicos, como a Superintendência de Patrimônio da União na Paraíba (SPU-PB), Governo Federal e Secretaria Municipal de Habitação, e o Movimento União Por Moradia Popular (UMP/PB).

A reportagem apurou, junto a SPU, que toda os trâmites para toda a reforma estão processo de contratação e estimado que o custo seja de mais de R$ 15 milhões.

Sobre o prédio

Segundo apurou a reportagem, o edifício construído em 1949 foi um dos primeiros a ter características de verticalização na Paraíba, aliada ao modernismo.

Ele fica localizado na esquina das ruas Duque de Caixas com Guedes Pereira, um ponto considerado importante no centro da capital. Está situado ao lado do Paraíba Palace Hotel.

Apesar da importância, está em situação de abandono há várias décadas e era utilizado de forma irregular para moradia e comércio.

Nos últimos anos, no entanto, devido as condições insalubres, apenas o piso inferior e parte de um dos pisos superior era usado para o comércio.

Ele inicialmente pertencia ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) foi adquirido pela União em 2010 e desde então havia a expectativa de um novo uso para habitação social, o que foi concretizado com a inclusão de uma proposta do Minha Casa Minha Vida Entidades, novo programa do Governo Federal.

“Redenção do Centro Histórico”

O superintendente de patrimônio da União na Paraíba, Giovanni Marinho, afirmou que observa a revitalização do edifício como um dos fatores para impulsionar a região do centro histórico de João Pessoa

“É a redenção do Centro Histórico. Um prédio completamente reformado. 50 unidades novas”, disse.

Segundo o superintendente, na manhã desta segunda-feira (1º) o prédio estava 99% desocupado e não foi preciso judicialização.

“A desocupação foi super suave. Não precisou de polícia nem de ordem judicial. Firmamos um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os ambulante e estão sendo oferecidos espaços nos mercados de João Pessoa, uma ação exemplar do poder público integrado”, pontuou.

Segundo apurou a reportagem, além da cessão deste imóvel estão sendo estudados outros imóveis em mesmas condições que poderão ser usados no MCMV.

No caso do edifício do antigo Ipase, as ações relativas à revitalização envolvem os seguintes órgãos: Governo Federal, Superintendência de Patrimônio da União (SPU), Prefeitura de João Pessoa, Empresa de Limpeza Urbana (Emlur), Secretaria Municipal de Habitação e a

Nesta segunda (1º) às 17h, haverá assinatura do extrato da cessão sob região de concessão de direito real de uso à entidade.

A assinatura contará com a presença da ministra Esther Dweck,  da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Depois, segundo prevê o Governo, a entidade escolhida (União Por Moradia Popular) vai assinar o contrato com a Caixa para execução do projeto.

Posteriormente, as famílias deverão ser tituladas.

 

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