segunda-feira, 17 de junho de 2024

Príncipe William compartilha foto de infância com rei Charles no Dia dos Pais


 O príncipe William compartilhou uma fotografia de quando era criança com seu pai, o rei Charles III, neste domingo (16), para marcar a celebração do Dia dos Pais no Reino Unido.

A postagem acontece um dia depois da primeira aparição pública de sua esposa, Kate Middleton, a princesa de Gales do Reino Unido, desde que uma cirurgia há cinco meses revelou a presença de um câncer.

O herdeiro do trono britânico postou a fotografia no X e escreveu: “Feliz Dia dos Pais, Pa. W.”

A imagem mostra William criança em um jardim com uma bola aos pés do rei Charles III, quando ela ainda era príncipe de Gales.

Os próprios filhos do atual príncipe de Gales – George, Charlotte e Louis – também compartilharam uma homenagem ao pai na conta de William e Kate no Instagram. A fotografia mostra os quatro na praia.

“Nós amamos você, pai. Feliz dia dos pais. G, C & L”, dizia a mensagem do príncipe George, da princesa Charlotte e do príncipe Louis.

A foto foi tirada por Kate Middleton, princesa de Gales, segundo a legenda.

O Dia dos Pais no Reino Unido chega um dia depois da primeira aparição pública da princesa de Gales, Kate, desde que foi diagnosticada com câncer.

A princesa, de 42 anos, juntou-se a outros integrantes da realeza britânica na varanda do Palácio de Buckingham para comemorar o aniversário do rei Charles III, no sábado (15).

O rei Charles também está sendo tratado de um câncer não especificado. O monarca, de 75 anos, regressou às funções públicas em abril e ainda continua recebendo tratamento.


Japão registra pico em diagnósticos de bactéria mortal


 Os casos de uma infecção bacteriana perigosa e altamente fatal atingiram níveis recordes no Japão, mostram os números oficiais, e os especialistas até agora não conseguiram identificar a razão do aumento.

Até 2 de junho, o Ministério da Saúde do Japão havia registrado 977 casos de síndrome do choque tóxico estreptocócico (STSS), que tem uma taxa de mortalidade de até 30%. Cerca de 77 pessoas morreram devido à infecção entre janeiro e março, os últimos números disponíveis.

O surto em curso no Japão já ultrapassou o recorde anterior do ano passado de 941 infecções preliminares – o mais alto desde o início das estatísticas em 1999. O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão relatou 97 mortes devido ao STSS no ano passado, o segundo maior número de mortes nos últimos seis anos.

STSS é uma infecção bacteriana rara, mas grave, que pode se desenvolver quando as bactérias se espalham nos tecidos do corpo e na corrente sanguínea. Os pacientes inicialmente sofrem de febre, dores musculares e vômitos, mas os sintomas podem rapidamente se tornar fatais com pressão arterial baixa, inchaço e falência múltipla dos órgãos, quando o corpo entra em choque.

“Mesmo com tratamento, o STSS pode ser mortal. Em cada 10 pessoas com STSS, até três pessoas morrerão da infecção”, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.

A maioria dos casos de STSS é causada pela bactéria streptococcus do grupo A (GAS), que produz principalmente febre e infecções de garganta em crianças. Em raras circunstâncias, o streptococcus A pode tornar-se invasivo quando a bactéria produz uma toxina que lhe permite ter acesso à corrente sanguínea, causando doenças graves, como o choque tóxico.

Strep A também pode causar fasciíte necrosante “devoradora de carne”, que pode levar à perda de membros.

No entanto, a maioria dos pacientes que contraem essa doença têm outros fatores de saúde que podem diminuir a capacidade do seu corpo para combater infecções, como o câncer ou diabetes, de acordo com o CDC.

As infecções invasivas por streptococcus do grupo A foram largamente controladas pelos controles da Covid-19, como o uso de máscaras e o distanciamento social, mas depois de essas medidas terem sido relaxadas, muitos países relataram um aumento no número de casos.

Em dezembro de 2022, cinco países europeus comunicaram à Organização Mundial de Saúde um aumento de streptococcus invasivos do grupo A (iGAS), sendo as crianças com menos de 10 anos as mais afetadas. O CDC disse que também estava investigando um aparente aumento da doença na época.

Em março, as autoridades japonesas alertaram para um aumento nos casos do STSS. O Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão divulgou uma avaliação de risco dizendo que o número de casos de STSS causados ​​por iGAS “aumentou desde julho de 2023, especialmente entre aqueles com menos de 50 anos de idade”.

O CDC afirma que os idosos com feridas abertas correm maior risco de contrair STSS, incluindo aqueles que foram submetidos a uma cirurgia recentemente.

“No entanto, os especialistas não sabem como a bactéria entrou no corpo de quase metade das pessoas que contraem STSS”, disse o CDC em seu site.

A razão para o aumento deste ano nos casos de STSS no Japão permanece obscura, de acordo com a emissora pública japonesa NHK.

O professor Ken Kikuchi, da Universidade Médica Feminina de Tóquio, disse à NHK que o aumento pode ser devido ao enfraquecimento do sistema imunológico das pessoas após a Covid.

“Podemos aumentar a imunidade se estivermos constantemente expostos a bactérias. Mas esse mecanismo esteve ausente durante a pandemia do coronavírus”, disse Kikuchi. “Portanto, mais pessoas estão agora suscetíveis à infecção, e essa pode ser uma das razões para o aumento acentuado de casos.”

Desindexação do Orçamento: entenda como medida pode ajudar a equilibrar as contas públicas


 Nesta última quinta-feira (13), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao lado da ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse que o governo está trabalhando para cortar gastos no Orçamento de 2025.

Ainda que a promessa para o déficit de gastos públicos seja zero, o mercado vê com desconfiança o comprometimento do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com os cortes de gastos.

Diante desse cenário, têm sido posto em voga o debate sobre a desindexação do Orçamento Público de gastos obrigatórios. 

Na visão de uma classe da economia, a desvinculação de despesas obrigatórias na peça orçamentária poderia ser, de fato, uma via mais eficiente para o governo “gastar menos e lucrar mais”.

Atualmente, a União contabiliza um déficit de R$ 251,9 bilhões no acumulado dos últimos doze meses até abril, segundo dados do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).

Vale destacar que desde a Constituição de 1988, a União tem a obrigação constitucional de gastar um percentual mínimo fixo de sua receita em áreas, como educação e saúde, as chamadas vinculações constitucionais.

Esse mesmo tipo de vinculação determina que o benefício previdenciário ou assistencial (Loas) mínimo seja equivalente ao salário mínimo. 

A proposta de desindexação elimina ou reduz os mecanismos de reajuste de preços, que são baseados em índices de inflação.

Isso significa que os preços não aumentam de mês a mês (ou dia a dia, como acontece quando existe um cenário de hiperinflação).

Prós e contras

Para o economista e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), Paulo Tafner, a desvinculação dos gastos poderia não apenas diminuir a dívida, mas também trazer crescimento econômico para o país.

“Os efeitos positivos são enormes, como a alocação mais eficiente de recursos e a possibilidade de realização de superávits para reduzir a dívida, e com isso os juros estruturais da economia”, afirma.

Além disso, com a desvinculação, o Orçamento poderia deixar de ser menos “engessado”, melhorando a distribuição dos recursos. O economista ainda avalia que a dificuldade encontrada pelo governo na atualidade é com a obrigatoriedade constitucional.

O pesquisador exemplifica que, apesar da população em idade escolar hoje ser praticamente a metade do que era em 1988, o presidente não pode reduzir gastos na área, dada a vinculação dessa despesa à receita obtida.

“A vinculação cristaliza uma situação que pode ter mudado muito desde a constituição de 1988, como é o caso citado da população em idade escolar”, pontua.

Caso a desvinculação de gastos mínimos com pastas como saúde e educação ocorresse, a União poderia ter disponível para uso até R$ 131 bilhões para outros gastos até 2033, segundo estimativa feita pelo Tesouro, em março deste ano.

O economista-chefe da Warren Investimentos e o ex-secretário da Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, também defende que já está na hora de repensar o modelo fiscal atual para que se caminhe a uma regra sustentável, que promova autonomia ao governo.

“Não dá para continuar vinculando a receita com esses percentuais gigantes. Garantir gastos permanentemente não quer dizer que você esteja melhorando as políticas públicas”, diz. 

Por outro lado, Tafner alerta que a desvinculação poderia ser negativa em casos em que o governante comprimisse demais os gastos sociais. 

“Talvez no curto prazo, haja cortes em certas áreas que podem ser exagerados e isso impactaria certos segmentos sociais. Mas entendo que no médio e longo prazo, os gastos tenderiam a se ajustar àquilo que for a preferência alocativa social”, salienta o economista. 

Salário mínimo

Na prática, quando ocorre o aumento do salário mínimo em termos reais, ou seja, acima da inflação, a alta provoca um reajuste significativo em outras despesas, como previdência e assistência.  

O benefício foi reajustado para R$ 1.412 pelo governo Lula a partir de janeiro deste ano, avanço de 6,97% em comparação aos R$ 1.320 em vigor em 2023. O cálculo considera a variação da inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB).

O que vem sendo defendido, segundo Tafner, é que ao desvincular esses pontos, a assistência social pode aumentar livremente sem causar impacto nos gastos da previdência. 

“As propostas aqui caminham no sentido de se fazer uma política de salário mínimo que não tenha, pelo menos por um tempo, aumento real. E isso pode ser feito por lei ordinária”, coloca o economista.

Ou seja, os benefícios passariam então a serem corrigidos monetariamente pela inflação.

Na mesma linha, Salto enxerga que a política fiscal atuante não tem contribuído para uma boa gestão dos recursos públicos. 

“O reajuste do salário mínimo não deveria ser o PIB defasado, mas sim o PIB per capita para garantir que o piso salarial do país evolua de acordo com a produtividade”, recomenda. 

Quadro fiscal

De acordo com Salto, o cenário fiscal do Brasil neste momento possui notícias boas e ruins. No lado positivo, o economista destaca a aprovação do novo arcabouço fiscal, em 2023.

O segundo é que Haddad aprovou uma série de medidas do lado da receita que estão gerando resultados e que são boas do ponto de vista da arrecadação, segundo avalia o economista.  

De janeiro a abril deste ano, a União teve um crescimento de 8,26% em sua receita líquida, alcançando R$ 228, 87 bilhões, segundo dados do governo federal.

Mas, em meio a esses progressos, alguns “sinais ruins” têm agravado e “contaminado” as perspectivas do mercado, diz Salto. 

Um deles foi o recente envio, feito por Fernando Haddad, do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) com metas mais baixas para o ano que vem.

O plano saiu de um superávit primário de 0,5% do PIB para um déficit zero — a mesma meta de 2024, 2025 — 0% do PIB (ante 0,5% antes); 2026 — 0,25% do PIB (ante 1% antes). 

“Só o fato de manifestar esse desejo de gastar mais é ruim”, sinaliza o economista-chefe da Warren. 

Alternativas

Diante desse cenário de insegurança quanto à responsabilidade do governo com as metas propostas no PLDO, a desindexação do orçamento aparece como um caminho alternativo para equilibrar as contas da União.

Para o economista e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas Ibre/FGV, Fabio Giambiagi, uma opção à proposta de desindexação do Orçamento seria que o governo federal enviasse seu próprio plano de reajuste real do salário mínimo. 

“A melhor das alternativas factíveis em relação a isso seria enviar uma proposta ao Congresso, através de medida provisória. Definindo o valor do salário mínimo para janeiro do ano que vem, seguindo a regra atual”, explica. 

Para 2026, afirma o economista, o benefício poderia estar vinculado a partir do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). 

Já Salto sugere a criação de um “indexador social” para fixar o reajuste das despesas públicas, que deveria ser discutido anualmente com o Congresso Nacional.

“Poderíamos, por exemplo, criar uma regra mais inteligente vinculado ao PIB projetado, de modo a girar economias em relação ao que você faz hoje e também juntando as áreas de saúde de educação”, explica. 

Caso o PIB do país não registre crescimento ou recessão, Salto argumenta que deve existir uma regra com piso mínimo para o reajuste. 

Salto também aponta o maior controle de emendas no Congresso Nacional por parte do Executivo. 

“Do lado dos gastos, também dá para limitar as emendas parlamentares a um percentual das despesas discricionárias. Não dá para ter R$ 50 bilhões de emendas e R$ 50 bilhões de investimento, por exemplo”, finaliza o economista.

Benjamin Netanyahu dissolve gabinete de guerra de Israel


 O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, dissolveu o gabinete de guerra, composto por seis integrantes, disse uma autoridade israelense nesta segunda-feira (17), em uma medida amplamente esperada que ocorreu após a saída do governo do ex-general centrista Benny Gantz.

Espera-se agora que Netanyahu mantenha consultas sobre a guerra de Gaza com um pequeno grupo de ministros, incluindo o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e o ministro dos Assuntos Estratégicos, Ron Dermer, que também integravam o gabinete de guerra.

O primeiro-ministro enfrentou exigências dos parceiros nacionalistas-religiosos da sua coligação, o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, e o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, para serem incluídos no gabinete de guerra, uma medida que teria intensificado as tensões com parceiros internacionais, incluindo os Estados Unidos.

O fórum foi formado depois que Gantz se juntou a Netanyahu em um governo de unidade nacional no início da guerra, em outubro, e também incluiu o parceiro de Gantz, Gadi Eisenkot, e Aryeh Deri, chefe do partido religioso Shas, como observadores.

Gantz e Eisenkot deixaram o governo na semana passada, devido ao que disseram ser o fracasso de Netanyahu em formar uma estratégia para a guerra de Gaza.

domingo, 16 de junho de 2024

Inmet prevê acumulado de chuvas em 55 cidades até a manhã desta segunda-feira


 O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu na manhã deste domingo (16) um alerta de perigo potencial de chuvas intensas para João Pessoa e mais 55 cidades paraibanas. O aviso vale até as 10h desta segunda-feira (17).

A  previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia e de ventos intensos de 40 a 60 quilômetros por hora mas com  baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

As orientações do órgão são que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é recomendado evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada

Em casos de emergência, as pessoas podem entrar em contato com a Defesa Civil, pelo telefone 199, e com o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.

Veja cidades que poderão receber chuvas nas próximas horas 

Alagoinha

Alhandra

Araçagi

Araruna

Baía da Traição

Bananeiras

Bayeux

Belém

Borborema

Cabedelo

Cacimba de Dentro

Caiçara

Caldas Brandão

Capim

Conde

Cruz do Espírito Santo

Cuité

Cuité de Mamanguape

Cuitegi

Curral de Cima

Damião

Dona Inês

Duas Estradas

Guarabira

Gurinhém

Itapororoca

Jacaraú

João Pessoa

Lagoa de Dentro

Logradouro

Lucena

Mamanguape

Marcação

Mari

Mataraca

Mulungu

Pedras de Fogo

Pedro Régis

Picuí

Pilar

Pilões

Pilõezinhos

Pirpirituba

Pitimbu

Riachão

Riachão do Poço

Rio Tinto

Santa Rita

São Miguel de Taipu

Sapé

Serra da Raiz

Serraria

Sertãozinho

Sobrado

Solânea

Tacima

Vice-prefeito dá tiros de pistola dentro de casa: “Mais ou tá bom?”


 O vice-prefeito de Catende, na Zona da mata Pernambucana, Antonio do Egito (PSDB), gravou vídeo atirando com pistola dentro da própria residência.

Nas imagens, o político está sentado assistindo a um show da banda Calcinha Preta e chega e rir da situação. Ao todo, seis tiros foram disparados contra a parede. Enquanto atira, Antonio chega a perguntar para a câmera “Mais ou tá bom?”.

“Tô feliz. Eu estou na minha casa quem manda é eu, minha mulher e meus filhos”, diz o tucano.

O vídeo viralizou nas redes sociais. A polícia civil disse que instaurou um inquérito para investigar as ocorrências de disparos de arma de fogo e porte ilegal de arma.

URGENTE: Ex-presidente do Campinense, Lênin Correia, é condenado há 2 anos e 6 meses de detenção por crimes cometidos dentro do clube

A Justiça da Paraíba, por intermédio da 3ª Vara Criminal de Campina Grande, condenou neste sábado (15) o ex-presidente do Campinense Clube, Lênin Correia, há 2 anos e 6 meses de detenção, pelos crimes descritos nos artigos 138, 139, 140, 141 parágrafo 2° e 69 todos do Código Penal Brasileiro.

A sentença proferida é referente ao episódio que aconteceu na loja do clube no dia 28 de setembro de 2023, onde na ocasião das inscrições das candidaturas para as eleições gerais do Campinense, o então candidato, Lênin Correia, atacou o sócio patrimonial e na época secretário da comissão eleitoral, Mércio Franklin, acusando-o de fazer parte de uma “quadrilha” que ele “teria sido implantado para ganhar as eleições no roubo” e proferindo diversas outras ofensas a sua honra.

Na época dos fatos, Mércio Franklin renunciou a função de secretário da comissão eleitoral, alegando ser coerente e ética tal decisão, já que não poderia continuar no cargo, uma vez que acionaria um dos candidatos, no caso, Lênin Correia, na justiça e que isso poderia conflitar os interesses, gerando sua suspeição.

Passados nove meses dos fatos, muitas coisas aconteceram dentro do clube, inclusive a renúncia do próprio Lênin que após assumir o cargo de presidente ‘sub judice’, teve uma gestão marcada por protesto de funcionários e jogadores por salários atrasados, corte de energia no Renatão e uma participação pífia no campeonato paraibano, onde o clube foi apenas o sexto colocado.

Vale lembrar que esta pode não ser a última condenação criminal envolvendo as últimas eleições lá no alto da Bela Vista.

Isso porque a Delegacia de Defraudações está com investigação em curso sobre uma suposta organização criminosa que teria fraudado as eleições no clube cartola e que teria como beneficiado o próprio Lênin Correia, e agora Flávio Torreão que assumiu o clube nas mesmas condições do ex-presidente.

 

SUS vai ofertar três novos medicamentos para o tratamento de câncer de pulmão

Três novos medidcamentos utilizados no tratamento do câncer de pulmão serão ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Min...