domingo, 18 de outubro de 2026

Quem é Gabriella Wilde, atriz de ‘Mulher-Maravilha 1984’ que se tornou doula da morte



Conhecida por seus papéis em produções como “Mulher-Maravilha 1984”, “Doctor Who” e “Poldark”, a atriz britânica Gabriella Wilde construiu uma carreira no cinema e na televisão, mas também encontrou uma nova forma de atuação longe dos holofotes. Além da vida artística, ela trabalha como doula da morte, profissional que oferece apoio emocional e acolhimento a pessoas em fase final da vida e a seus familiares.


O interesse pela área surgiu enquanto Wilde participava da série histórica “Poldark”. Paralelamente ao trabalho como atriz, ela iniciou uma formação em psicoterapia e passou a estudar questões relacionadas ao luto, à mortalidade e à maneira como as pessoas enfrentam a despedida. A experiência ampliou sua percepção sobre a morte e a importância de falar abertamente sobre um tema que ainda costuma ser tratado como tabu.


Em entrevista ao programa britânico “This Morning”, Wilde contou que começou a se preparar para a nova atividade enquanto conciliava os estudos com as gravações da série. Segundo ela, o contato com esses assuntos despertou o desejo de compreender melhor as experiências vividas por pessoas que enfrentam o fim da vida.

Ao iniciar sua atuação como doula da morte, a atriz também precisou lidar com inseguranças sobre sua capacidade de oferecer suporte em situações tão delicadas. Com o tempo, percebeu que não era necessário ter todas as respostas, mas estar disponível para ouvir, acolher e acompanhar quem precisava de ajuda.


Para Wilde, a essência desse trabalho está na presença. Permanecer ao lado de uma pessoa, oferecer uma palavra de conforto ou simplesmente segurar sua mão são gestos que podem fazer diferença durante um período de grande vulnerabilidade. O objetivo é proporcionar tranquilidade e ajudar pacientes e familiares a atravessarem esse processo sem se sentirem sozinhos.


A perda da irmã e o susto com a saúde influenciaram sua trajetória

A relação de Gabriella Wilde com a mortalidade também foi marcada por experiências pessoais.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Viciada em bronzeamento artificial por 15 anos, inglesa morre de câncer de pele aos 30

A morte da britânica Chelsea Tantum, aos 30 anos, trouxe o debate sobre os riscos do uso de câmaras de bronzeamento artificial no Reino Unid...