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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Estudo aponta dieta que pode reduzir declínio cognitivo; conheça

 


Seguir a dieta MIND por 10 anos resultou em uma pequena, mas significativa, diminuição no risco de desenvolver problemas de pensamento, concentração e memória, de acordo com um novo estudo publicado na quarta-feira (18) na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

A dieta chamada “Mediterrânea-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay” (Intervenção para atraso neurodegenerativo, em tradução livre do inglês) combina elementos da dieta mediterrânea tradicional e da abordagem DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension, ou abordagem dietética para parar a hipertensão), que foca na redução da pressão arterial.

A dieta MIND foi especificamente projetada para combater o declínio cognitivo, segundo o autor principal do estudo, Russell Sawyer, professor assistente de neurologia clínica e medicina de reabilitação no Instituto de Neurociências Gardner da Universidade de Cincinnati.

“Entre os componentes da dieta MIND estão 10 grupos de alimentos saudáveis para o cérebro — vegetais de folhas verdes, outros vegetais, nozes, frutas vermelhas, feijões, grãos integrais, frutos do mar, aves, azeite de oliva e vinho”, explica Sawyer em um e-mail.

Cinco grupos de alimentos não saudáveis — carnes vermelhas, manteiga e margarina em barra, queijo, alimentos fritos e fast food, e doces e sobremesas — são limitados na dieta MIND, o que ajuda a reduzir a ingestão de gorduras trans e saturadas, explica Sawyer.

“A dieta MIND possui todas as características essenciais — notavelmente um foco em alimentos reais, em sua maioria vegetais — necessárias para reduzir a inflamação sistêmica, facilitar a perda de peso, melhorar a saúde do microbioma, aliviar a resistência à insulina, baixar lipídios sanguíneos elevados (gorduras) e desacelerar a aterogênese (entupimento das artérias)”, afirma David Katz, especialista em medicina preventiva e estilo de vida e fundador da organização sem fins lucrativos True Health Initiative, uma coalizão global de especialistas dedicados à medicina baseada em evidências. Ele não esteve envolvido no estudo.

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