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quinta-feira, 14 de março de 2024

Filho de Gal Costa pede exumação do corpo da mãe, questiona causa da morte e diz que viúva proibiu autópsia da cantora: 'Parecia bem'


 Gabriel Costa, filho de Gal Costa, pediu à Justiça de São Paulo autorização para que o corpo da mãe seja exumado e passe por necrópsia. O único herdeiro questiona a informação do atestado de óbito e agora quer uma perícia judicial para determinar a causa da morte da cantora.

Segundo o documento, Gal morreu aos 77 anos, em novembro de 2022, em decorrência de um infarto agudo no miocárdio. A certidão descreve ainda como causa da morte uma neoplasia maligna [câncer] de cabeça e pescoço.

Gabriel diz que, um dia antes do falecimento, a mãe estava aparentemente bem de saúde.

O advogado de Gabriel afirma que, na verdade, Gal teve "morte natural por causa desconhecida", e não infarto agudo do miocárdio. Segundo ele, no momento da morte, não havia nenhum médico que pudesse atestar o verdadeiro motivo do óbito.

petição afirma também que Wilma Petrillo, viúva de Gal e madrinha de Gabriel, recebeu o SAMU no local da morte e proibiu "qualquer autópsia que fornecesse maiores informações e determinando desde logo o sepultamento em jazigo particular, de acesso restrito".

"A questão aflige tanto o filho de Gal quanto amigos próximos da cantora, que, desde sua morte, realizam pleitos para investigação da causa da morte".


Desejo de ser sepultada no Rio de Janeiro

O filho pede, também, que o corpo da mãe seja transferido do Cemitério da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, na região central da cidade de São Paulo, para o Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Segundo o pedido, Gal manifestou "vontade inequívoca" de ser sepultada da capital fluminense.

"Não é justo, tampouco jurídico, que ela esteja segregada entre pessoas estranhas aos laços de sua família, e em um futuro distante (assim se espera), o requerente, com sua mãe e avó materna (Mariah Costa Penna) no Cemitério São João Batista, na Cidade do Rio de Janeiro", diz o documento.

"No Cemitério eleito por ela, como manifestação de última vontade, encontram-se os restos mortais de todos, ou talvez da quase totalidade, dos maiores nomes que representaram a cultura musical da Nação Brasileira e que viveram em grande parte de suas vidas no Rio de Janeiro, a saber: Ademilde Fonseca, Waldir Azevedo, Anísio Silva, Carmem Miranda, Braguinha, Cazuza, Ari Barroso, Francisco Alvez, e outros de igual grandeza".

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