domingo, 24 de agosto de 2025

Governador João Azevêdo é internado após crise de vesícula e pode passar por cirurgia


 O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), passou mal na manhã deste domingo (24) após sentir fortes dores no abdômen. Ele foi levado ao Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, onde está internado e sendo acompanhado pelo médico Fúlvio Petrucci.

Segundo comunicado da equipe médica, o governador apresentou um quadro de crise de vesícula, com possibilidade de cirurgia.

“O Governador João Azevêdo deu entrada neste domingo, pela manhã, em um hospital da capital, para realização de exames, tendo em vista um quadro de fortes dores abdominais. Foi detectada uma crise de vesícula com possibilidades de cirurgia. Vamos aguardar o resultado dos exames para maiores informações”, diz a nota assinada pelos médicos Fúlvio Petrucci, Cássio Virgílio e Ítalo Kumamoto.

Em junho de 2023, João Azevêdo foi submetido a um cateterismo cardíaco, seguido de angioplastia e implantação de um stent para desobstrução das artérias coronárias, procedimento indicado para prevenir novos bloqueios e garantir fluxo sanguíneo adequado ao coração.

Governador João Azevêdo passa mal e é socorrido às pressas para o Memorial São Francisco


 O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), passou mal na manhã deste domingo (24) e precisou ser levado com urgência para o Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa.

Segundo informações preliminares, o chefe do Executivo estadual foi atendido por uma equipe médica logo após dar entrada na unidade hospitalar. Ainda não há detalhes oficiais obre o estado de saúde do governador, nem sobre o que teria motivado o mal-estar.

Assessores próximos confirmaram apenas que João Azevêdo foi socorrido rapidamente e segue sob observação médica. A expectativa é de que o hospital emita um boletim oficial ainda nas próximas horas para atualizar a população sobre o quadro clínico.


Após cancelar Natal de Luz para show de frei Gilson, padre Nilson desabafa e diz ser alvo de inveja


 Na noite deste sábado (23), o padre Nilson Nunes voltou às redes sociais após anunciar o cancelamento Do Natal de Luz durante a semana  O religioso afirmou estar sendo alvo de inveja e reforçou que sua maior riqueza é o carinho recebido pelo público.

“Minha maior riqueza é o carinho do povo no Santuário e nos shows. ISSO GERA INVEJA. Veja como foi minha ida a Cajazeiras!”, escreveu em publicação.

O padre já havia comunicado, em vídeo, que a 8ª edição do evento, marcada para 27 de dezembro, não será realizada para viabilizar o show do frei Gilson em João Pessoa.

Criado em 2017, o Natal de Luz já reuniu mais de 100 mil pessoas na Praia de Tambaú e integra o calendário oficial de eventos da Paraíba.


Cantor Nattan pode ser processado após pagar R$ 1 mil para fã trair namorada? Advogado responde


 O cantor Nattan voltou a ser alvo de polêmica ao oferecer R$ 1 mil para um fã beijar outra mulher no palco, durante a Festa do Folclore de Três Lagoas (MS), nessa sexta-feira (22). O episódio terminou em separação imediata do casal e gerou discussão sobre possíveis consequências jurídicas: afinal, o cantor pode ser processado?

O advogado paraibano Paulo Maia Júnior avalia que a conduta do artista não configura crime, embora considere a atitude condenável no campo moral.

“Foi uma atitude repudiável e imoral, mas não ilegal. Porque eu vejo isso, porque é o seguinte: se ele tivesse ali impondo, né? Para que a pessoa fizesse aquilo lá, aí sim, podia ter algum dano, mas ele pegou e perguntou pro menino, pro rapaz várias vezes lá. Perguntou: ‘Ó, você quer? Se você quiser, vai para perto dela, se você não quiser, tá no seu direito também’.”

Segundo o advogado, quem poderia ser acionado na Justiça é o ex-namorado da jovem, que aceitou o desafio e expôs a parceira.

“O fato gerador aí para toda essa exposição que tanto ela como eles tiveram foi porque ele primeiramente topou participar desse negócio, dessa brincadeira. E segunda, ele ficou ainda fazendo referência a ela ali para ver se ela aceitava ou não. Então, para ela, consciência absoluta, ela deve ter. Ela ficou bastante desgostosa com a situação, é nítido isso, e isso na frente de todo mundo, de forma pública. Então, por isso é que eu vejo assim como ela querendo, ela podendo processar o ex-namorado justamente por conta dessa situação. Quem deu causa a toda essa exposição e todo esse constrangimento que ela passou foi ele, e não o cantor.”

O caso ganhou repercussão neste fim de semana após a jovem, identificada como Júlia Mello, confirmar o fim do namoro em vídeo publicado nas redes sociais. “Estamos seguindo caminhos diferentes”, disse. Ela também pediu que os ataques contra o ex cessassem: “Isso também afeta a família dele”.

sábado, 23 de agosto de 2025

Tragédia da Lagoa em João Pessoa completa 50 anos

. Tragédia da Lagoa de João Pessoa completa meio século quase esquecida. 50 anos atrás, no dia 24 de agosto de 1975, a cidade de João Pessoa viveu o pior drama da sua história — e num dia que deveria ter sido de festa.


Naquele dia, um domingo, estava sendo festejado o Dia do Soldado, e para comemorar a data o Exército havia programado uma série de atividades para a população no então principal ponto de entretenimento da cidade, o parque que rodeava a lagoa Solon de Lucena, bem no centro da capital paraibana.


Haveria exposição de armas, de carros de combates e uma atração extra: um passeio de barco em volta da lagoa, a bordo de uma espécie de balsa usada pelo Exército para transportar mercadorias, mas que naquele dia levaria pessoas.


Seria um passeio diferente, que, por isso mesmo, empolgava os visitantes da festa, especialmente as crianças.


Desde o começo do dia, uma longa fila se formou nas margens da lagoa, com os interessados em navegar naquela balsa. E ficou assim o dia inteiro.


Até que, no final da tarde, quando já estava quase anoitecendo e a festa terminando, os soldados encarregados de organizar a fila avisaram que aquela seria a última viagem.


E foi mesmo - da pior forma possível.

Alguns minutos depois, aquele alegre passeio de barco em volta da lagoa - que não durava mais que dez minutos, já que a lagoa tinha o tamanho de dois quarteirões da cidade - se transformou em uma tragédia, que custou a vida de muitas pessoas, sobretudo crianças - um dos piores desastres da história da Paraíba, embora tenha ocorrido dentro de uma pacata lagoa, a míseros metros da margem, bem no centro da capital do estado.


200 em vez de 50

Tudo começou com aquele aviso de que aquela seria a última saída da balsa. Quando quem estava no fim da fila percebeu que não embarcaria, todos correram, a fim de garantir um lugar.


E a consequência disso foi que embarcou muito mais gente do que devia. Cerca de 200 pessoas, quando a capacidade da balsa era para pouco mais de 50.


Os soldados até tentaram conter a multidão, mas logo desistiram.


E a balsa partiu, superlotada.

Mas, poucos metros depois, começou a afundar, pelo excesso de peso.


Assustadas, as pessoas passaram para a parte da balsa que ainda estava seca. Mas o acúmulo de gente no mesmo lado fez o barco virar de vez.


Todos foram parar dentro d'água, em um ponto onde a lagoa passava dos cinco metros profundidade.


Não havia boias, ninguém vestia colete salva-vidas e poucos sabiam nadar, até porque a maioria dos passageiros da balsa eram crianças - o cenário perfeito para uma improvável tragédia aquática, a míseros metros das ruas da cidade.


Um afogava o outro

Com exceção das crianças, o que matou as pessoas foi também o pânico.


Ao caírem na água, elas se agarravam umas às outras, e com isso afogavam até quem sabia nadar.


Foi o que aconteceu com o maior herói daquele dia, o sargento Reginaldo Calixto, que estava de folga e apenas passeava pela lagoa aquele domingo.


Quando ele ouviu as pessoas gritando, se atirou na água da lagoa e tratou de puxar para a margem quem ele encontrava pela frente. Especialmente as crianças.


Fez isso duas ou três vezes, até que virou vítima das próprias pessoas que tentava salvar: foi agarrado por náufragos desesperados e morreu afogado.


Pescando cadáveres

Fora ele, praticamente ninguém entrou na água da lagoa para ajudar os náufragos - todos ficaram nas margens, acompanhando aquele tétrico espetáculo.


Só quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, alertado por um radialista que testemunhou o desastre e correu para a rádio na qual trabalhava a fim de convocar a população da cidade a ajudar, é que começaram os resgastes - já então de corpos, e não mais de sobreviventes.


O recolhimento dos corpos foi feito com redes de pesca, que traziam cadáveres em vez de peixes, porque a água escura da lagoa não permitia enxergá-los da superfície - e não houve tempo para chamar mergulhadores.


O resgate dos corpos durou mais de 24 horas, até porque, como não se sabia quantas pessoas havia na balsa, era impossível saber quantos haviam morrido no desastre.


No final, a macabra contabilidade somou 35 vítimas fatais, sendo 29 delas crianças.


Brasil nunca tinha visto nada igual.

Muito menos em uma lagoa urbana, no centro de uma capital.


Mas, como na época o Brasil vivia o regime militar - e aquela festa fora organizada pelo próprio Exército -, a tragédia foi abafada e pouco repercutiu fora da cidade.


Tempos depois, o inquérito que investigou o caso apontou o Exército como responsável pelo acidente, por ter permitido o excesso de pessoas na balsa e sem nenhum tipo de proteção.


Mas ninguém foi punido. Até hoje.



Frei Gilson é confirmado em evento na cidade de João Pessoa veja a data


 A Arquidiocese da Paraíba anunciou, nesta quarta-feira (20), com firmou evento com o Frei Gilson em João Pessoa. O show acontecerá no dia 27 de dezembro, durante o evento “Celebrar João Pessoa”, na orla da capital paraibana. A informação foi confirmada pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Manoel Delson, em um vídeo divulgado nas redes sociais oficiais da instituição.

Segundo Dom Delson, Frei Gilson aceitou o convite com alegria e entusiasmo. “Agradecemos muito a Frei Gilson pela disponibilidade que se colocou, de modo alegre, feliz, para vir aqui evangelizar, e nós estamos muito contentes”, declarou o Arcebispo.

O evento será gratuito e aberto ao público, reunindo fiéis e admiradores da música católica em uma noite de oração, louvor e evangelização. A expectativa é que milhares de pessoas participem desse grande momento de fé às vésperas do fim de ano.

A confirmação da presença de Frei Gilson em João Pessoa gerou grande entusiasmo entre os fiéis. Para a Arquidiocese da Paraíba, o “Celebrar João Pessoa” será uma oportunidade singular de evangelização em um período especial do calendário litúrgico, logo após o Natal e às portas do novo ano.

Dom Delson reforçou o convite para que todos participem: “Será um momento de alegria e de fé para toda a nossa Arquidiocese e para a cidade de João Pessoa. Queremos acolher a todos para celebrar juntos este tempo de graça.”

Mais informações sobre a programação do evento serão divulgadas nos próximos dias nos canais oficiais da Arquidiocese da Paraíba.

Precariedade e falsa autonomia: o que pesquisas da UFPB dizem sobre o trabalho de entregadores por aplicativo


 O trabalho mediado por aplicativos digitais tem mudado a dinâmica das relações de trabalho na América Latina e no mundo. Só no Brasil, conforme estudo do Cebrap, entre 2023 e 2024, estima-se que o número de entregadores tenha crescido em 18%, chegando a 455 mil. Muitos deles são seduzidos pela promessa de ter uma ocupação que garanta mais renda, flexibilidade e liberdade. Entretanto, as condições de trabalho que encontram são bem diferentes: longas jornadas, riscos de assalto, de acidentes e formas diversas de preconceito e humilhação. 

As relações com as  plataformas digitais também se mostram como uma adversidade. Submetidos a pressões, imposições e punições das plataformas, os entregadores, com muita frequência, se veem sem recursos para gerir os inevitáveis conflitos surgidos nas relações com clientes, restaurantes e, sobretudo, com os próprios aplicativos. Além disso, a renda por vezes é incerta e o rendimento líquido situa-se no nível do salário mínimo ou abaixo dele.

Essas foram algumas conclusões de um grupo de pesquisadores coordenados pelo sociólogo Roberto Veras, professor titular do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em estudos sobre os entregadores na América Latina, dentre outras técnicas de investigação, os pesquisadores aplicaram entrevistas semiestruturadas com entregadores em 11 cidades brasileiras, quatro argentinas, três colombianas e duas mexicanas, e com lideranças de entregadores e atores empresariais e governamentais envolvidos na área. 

Tendo atuado por cerca de duas décadas junto à Central Única dos Trabalhadores (CUT), assessorando nos processos de organização e formação sindical, nos níveis regional e nacional, a temática do trabalho sempre interessou a Veras. Se em um primeiro momento seus estudos giravam em torno do sindicalismo, à medida que a conjuntura nacional foi mudando, também o foi sua produção acadêmica. Depois de se voltar para o estudo da informalidade no trabalho, agora seu foco é entender como isso se relaciona à emergência do trabalho digital – o que o levou à pesquisa que coordena atualmente sobre trabalhadores de entrega por aplicativos em quatro países (Brasil, Argentina, Colômbia e México). 

“O projeto surgiu de uma inquietação, referida ao seguinte paradoxo: vivemos um contexto histórico, no país e no mundo, no qual o trabalho se mantém com cada vez maior centralidade na vida das pessoas, particularmente das classes trabalhadoras; entretanto, perde visibilidade do ponto de vista da agenda pública”, explica o sociólogo. “Ou seja, a crise do emprego e a precarização do trabalho faz com que a busca por uma inserção ocupacional minimamente digna se converta em uma luta permanente pela sobrevivência individual e pelo reconhecimento social; ao mesmo tempo, uma correlação de forças desfavorável ao trabalho, diante do capital, esvazia o debate público sobre o direito ao trabalho e à proteção social”, complementa. 

Em sua análise, Veras destaca a vulnerabilidade a que os entregadores estão sujeitos. Segundo os estudos que coordenou, os entrevistados provêm de uma trajetória laboral marcada pela precariedade estrutural – envoltos em situações como inatividade, desemprego, trabalho assalariado informal e trabalho por conta própria. 

Essa vulnerabilidade se mantém quando os entregadores ingressam no trabalho via aplicativo, considerando o grande desequilíbrio de poder entre eles e as plataformas. Afinal, as plataformas definem de forma unilateral os termos de adesão – que, além disso, mudam constantemente, sem que o entregador possa fazer muito a respeito. Isso, de certo modo, quebra a narrativa de autonomia tantas vezes propagandeada pelos aplicativos e alguns entregadores.  

Também contribui para a diminuição de possibilidades de autonomia a gestão algorítmica do trabalho, a qual permite que as plataformas estabeleçam as condições em que os entregadores realizam seu trabalho, além de exercer um controle rigoroso sobre ele, de natureza opaca, isto é, muito pouco transparente. 

Outro problema, conforme Veras, é o próprio modelo de negócios adotado pelas plataformas: “A imposição do trabalho sob demanda pressupõe a existência de grandes contingentes de trabalhadores disponíveis para atuar nas plataformas, mas sem serem remunerados pelo tempo em que estão disponíveis e não executam uma tarefa para as plataformas”, pontua. 

Resistência

Embora a rotina intensa de trabalho, a urgência por renda e a falta de tempo frequentemente sejam apontadas como barreiras para o envolvimento dos entregadores em atividades coletivas, as entrevistas com eles indicam a participação de muitos em greves, protestos e manifestações organizadas por sindicatos ou coletivos recém-formados. Além disso, mesmo aqueles que não participam diretamente reconhecem a importância da organização para a conquista de direitos.

“A experiência de luta e organização dos trabalhadores de plataformas tem se mostrado mais ativa entre os entregadores. De um lado, surpreende o fato de, sob tantas adversidades, como a atomização do trabalho e as jornadas excessivas, os trabalhadores demonstrarem tanta capacidade de luta e organização”, comenta o sociólogo, ressaltando, inclusive, os movimentos nacionais de greve, como o ocorrido em abril deste ano. 

Por outro lado, Veras destaca que ainda falta maior apoio dos sindicatos tradicionais aos entregadores, cujas organizações próprias são ainda muito incipientes, não tendo ainda uma base de negociação nacional e internacional com as empresas.

Regulamentação

O especialista comenta que, na América Latina, há três tipos principais de regulamentação em discussão no momento. O primeiro é o do modelo laboral clássico, com reconhecimento do vínculo empregatício. “Esse modelo se sustenta no reconhecimento de que há uma relação de subordinação e dependência econômica entre o trabalhador e a plataforma, o que configura vínculo empregatício nos termos do direito do trabalho tradicional. Ele parte da compreensão de que as plataformas controlam algoritmicamente o trabalho (rotas, avaliações, punições, renda), o que caracteriza subordinação digital. Esse modelo garante acesso integral aos direitos trabalhistas e previdenciários”, explica. Esse reconhecimento tem ocorrido eventualmente por meio de decisões judiciais em países como Colômbia, Argentina e Brasil.

O segundo modelo é a criação de um regime jurídico intermediário ou sui generis. “Dessa forma se criaria uma nova categoria legal de trabalhador por plataforma, com acesso parcial a direitos trabalhistas e previdenciários, mas sem vínculo formal de emprego. Isso implicaria uma alternativa flexível, reconhecendo a especificidade do modelo digital sem desproteger os trabalhadores. Permitiria contribuições sociais, proteção contra acidentes, seguro-desemprego, direito à organização coletiva, entre outros”, descreve Veras. Foi aprovada legislação nesse sentido no México, Chile e Uruguai. 

Conforme o professor, é uma lógica assim que orienta a proposta do grupo de trabalho do governo federal brasileiro, a qual propõe proteção previdenciária e remuneração mínima por hora, mas sem criar vínculo CLT. “Porém, uma medida assim pode cristalizar a precariedade, criando uma categoria de segunda classe. Isso abre margem para desresponsabilização das empresas e enfraquecimento da proteção social”, analisa. 

Por fim, há o modelo em vigência hoje no Brasil e na maioria dos países da região, que consiste na regulação fraca ou inexistente. Nesse modelo, os trabalhadores são reconhecidos como autônomos e, quando muito, busca-se garantir algumas proteções mínimas via contratos, contribuições facultativas ou acordos setoriais. “Essa situação não garante direitos fundamentais nem segurança mínima, além de reforçar a desigualdade e a informalidade estrutural no mercado de trabalho”, avalia. 

Reconhecimento

As pesquisas sobre entregadores são fruto de várias redes de estudos do trabalho no Brasil, das quais o professor faz parte, em destaque a Rede de Estudos e Monitoramento das Reconfigurações do Trabalho – REMIR TRABALHO, criada em 2018. Neste ano, essa atuação, inclusive, valeu a um grupo de pesquisadores coordenado por Veras o reconhecimento junto a um prestigiado edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que contemplou com R$9.685.081 o projeto da criação do Instituto de Ciência e Tecnologia “Trabalho, inclusão e equidade”. O projeto terá como objetivo o diagnóstico da situação do trabalho no Brasil e a proposição de recomendações fundamentadas de políticas públicas.

Aqui você pode ler um dos estudos produzidos por Roberto Veras. 

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Texto: Hugo Bispo
Foto: Elidiane Poquiviqui e Freepik

Ascom/UFPB

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