segunda-feira, 29 de julho de 2024

Em estreia tranquila, Brasil vence Quênia no vôlei feminino


 O primeiro passo da seleção brasileira feminina de vôlei na caminhada destes Jogos Olímpicos Paris 2024 foi dado nesta segunda-feira (29). Na Arena Paris Sul, o Brasil estreou com vitória tranquila sobre o Quênia por 3 sets a 0 (parciais de 25/14, 25/13 e 25/12), em partida válida pelo grupo B. Carol e Rosamaria foram as maiores pontuadoras, com 13 pontos cada.

"É uma estreia importante principalmente para tirar essa tensão dos Jogos Olímpicos. Quem ainda não havia jogado a competição, teve a oportunidade de estrear. Hoje o time inteiro rodou. As mais novas já puderam fazer os primeiros pontos e tirar o nervosismo de estreia. Apesar de ter sido um 3 a 0, a gente estava com uma preocupação muito grande. O time sacou muito bem, o que facilitou nosso bloqueio e defesa. É pensar no crescimento que precisamos na fase de grupos", avaliou Gabi.

O Brasil não enfrentou dificuldades diante da seleção queniana. Apesar do nervosismo no início do jogo, por ser estreia olímpica, as brasileiras entraram bastante focadas e apresentaram um voleibol consistente e equilibrado em todos os fundamentos. A seleção agora vai se preparar para a segunda rodada diante do Japão, quinta-feira (1º de agosto), às 8h (horário de Brasília). Para esse confronto, inclusive, o técnico José Roberto Guimarães espera enfrentar bastante dificuldade, uma vez que os últimos encontros com as japonesas foram decididos no tie-break.

"Eu fiquei satisfeito por causa da maneira como o time se comportou. Não deu chance. Jogou sério o tempo inteiro. Apesar do Quênia ser o time menos forte do grupo, era importante vencer por 3 a 0 e com uma pontuação sofrida menor possível. Não é admissível jogar de qualquer maneira e deixar as coisas acontecerem", disse Zé Roberto.

"Nossa próxima partida é com o Japão. Temos batido nessa tecla. Estamos muito engasgadas com elas pela semifinal que a gente perdeu na Liga das Nações. E é uma equipe que a gente vem estudando nesses dois meses. A gente tem dois dias para se preparar da melhor maneira e queremos muito buscar essa vitória. Viemos buscar o ouro e sabemos da importância de viver o processo", comentou Gabi.

Na partida desta segunda, as brasileiras se impuseram desde o começo. Embora tenha apresentado certo nervosismo de estreia nas primeiras bolas, o time titular com Macris, Rosamaria, Thaisa, Carol, Gabi, Ana Cristina e Nyeme (líbero) pouco a pouco colocou em ação a superioridade técnica diante das quenianas. Com ótimo volume de jogo e boa distribuição da levantadora Macris nas jogadas, as brasileiras venceram a primeira parcial em 25 a 14.

O segundo set começou com mais troca de pontos entre as equipes. Mas logo o Brasil emplacou uma sequência de três bloqueios de Carol para abrir vantagem (9 a 6). A partir daí o time brasileiro, mais consistente no sistema bloqueio-defesa e eficiente no contra-ataque, abriu distância de 12 pontos (22 a 10). José Roberto aproveitou a vantagem para dar rodagem a outras atletas, como Roberta, Tainara (na inversão do 5 e 1) e Julia Bergmann, e a equipe só administrou para fechar o set em 25 a 13.

Na terceira parcial, logo de cara a seleção brasileira abriu vantagem no placar. Macris continuou explorando bem as bolas de velocidade no meio, sobretudo com Carol, e o time, solto, fez 13 a 5. Novamente, Zé acionou Roberta/Tainara na inversão, Julia na ponta e Diana no meio e o time manteve a eficiência apresentada anteriormente. Tranquilas, as brasileiras fecharam a parcial em 25 a 12 e o jogo em 3 sets a 0.


Vitor Ishiy estreia com vitória no simples e vai às oitavas do tênis de mesa em Paris


 O brasileiro Vitor Ishiy não tomou conhecimento do favoritismo do australiano Nicholas Lum e estreou com vitória no torneio individual do tênis de mesa. Com o resultado, o Brasil chega às oitavas de final da categoria nesta modalidade. Depois de ter sido eliminado nas duplas mistas, a recuperação veio no simples com os 4 sets a 0 (parciais de 11-7, 11-5, 11-7 e 11-6). 

"Acho que eu consegui impor bastante o meu jogo. Ele teve dificuldade na recepção do meu saque. Isso me deu confiança o jogo inteiro, mesmo nos momentos em que eu tive dificuldade na recepção. Essa estreia no individual olímpico foi incrível. Tive a torcida dos brasileiros e também dos franceses, pelo fato de eu jogar aqui na França. Nas duplas a gente não conseguiu a vitória, mas cada resultado positivo por aqui é um título", disse o mesatenista. 

Na próxima fase, Vitor Ishiy terá pela frente o difícil duelo com o alemão Dimitrij Ovtcharov, medalha de prata nos Jogos de Tóquio. Na Copa do Mundo por equipes, o brasileiro chegou a enfrentar o adversário, mas acabou derrotado.

"O próximo jogo será bem difícil. Ele é atual medalhista e tem duas medalhas no individual. Tem muita experiência. Quando a gente se enfrentou na Copa do Mundo por equipes foi um jogo equilibrado. Eu só espero fazer o meu melhor e o resultado a gente vê. Só sei que será bem difícil", completou.


Rafaela Silva vai à semifinal e judô brasileiro se garante em mais uma disputa de medalhas em Paris


 Depois de um dia com duas medalhas, o Brasil foi para o terceiro dia de disputas no judô com Daniel Cargnin (73kg) e Rafaela Silva (57kg). A campeã olímpica na Rio 2016 conseguiu superar duas adversárias para chegar às semifinais e se garantir na disputa por medalhas. Mesmo que seja superada por Mimi Huh, da Coreia do Sul, na próxima fase, ela lutará pelo bronze. O bloco final começa às 11h (horário de Brasília).

Rafaela Silva, como cabeça-de-chave, saiu de bye na primeira rodada e estreou somente nas oitavas-de-final. Com certa tranquilidade, venceu Maysa Pardayeva, do Turcomenistão. Dominando a luta, conseguiu uma chave de braço, obrigando a adversária a desistir do combate com menos de dois minutos de combate.

Na luta seguinte, enfrentou Eteri Liparteliani, da Geórgia. Numa luta em que não pareceu ser ameaçada, Rafaela conseguiu usar melhor sua pegada no judogi da adversária para aplicar com um uchi-mata (golpe em que levanta o oponente usando uma das pernas), que pontuou com um primeiro waza-ari, A atleta georgiana tentou, então, uma estratégia de se aproximar de Rafaela para tentar a luta agarrada, especialidade dos judocas da Geórgia. Mas não obteve êxito porque, numa posição dividida, chamada de “abraço”, a campeã olímpica levar a melhor sobre Lipertaliani, conseguindo um segundo waza-ari e encerrando a luta e classificando Rafaela para as semifinais.

Daniel Cargnin não avança

Daniel Cargnin, medalhista olímpico em Tóquio 2020 na categoria meio-leve (66kg), fez a estreia contra um dos poucos adversários que não havia vencido neste ciclo, Akil Gjakova, do Kosovo. O adversário, mais alto e, portanto, com uma envergadura maior, usou uma estratégia de tirar a pegada de Cargnin e usar técnicas de solo para desiquilibrar o brasileiro. Foi assim que ganhou a primeira punição, mas que também conseguiu a primeira projeção ao brasileiro. Numa posição dividida, os árbitros chegaram a dar pontuação para o brasileiro, mas depois reanalisaram o lance e acabaram dando a pontuação para o kosovar.


Pouco tempo depois, também com uma técnica de sacrifício (sumi-gaeshi), em que se joga ao solo para projetar o adversário, Gjakova conseguiu um segundo waza-ari, que somado ao anterior configurou o ippon e a eliminação de Cargnin da sua segunda edição de Jogos Olímpicos.


"Não consegui fazer meu judô, um atleta alto, que faz muita força. Uma luta chata, cortando pegada, pesando para trás. Acho que o que me deixa mais triste é minha família estar aqui porque, no momento em que eu estava lesionado, foram as pessoas que mais me ajudaram. Se não fosse elas, talvez eu nem estaria aqui. Vou tentar ficar com elas, para no futuro, quem sabe, estar sorrindo de novo", disse o judoca, citando a mãe, Ana Rita, e a futura esposa, Julie.

Cargnin ainda tem uma chance de sorrir nos próprios Jogos Olímpicos Paris 2024. Ele disputa a competição por equipes, no próximo sábado, dia 03/07.

"Estou chateado, mas não vou baixar a cabeça", completou.

Inscrições de processo simplificado para professor substituto da UFPB terminam na sexta-feira; veja o edital


 Saibam que as inscrições para professor substituto da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 18 vagas terminam na próxima sexta-feira (2). Os processos simplificados são para professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), com 1 vaga, e para o Magistério Superior, com 17 vagas. Eles são regidos, respectivamente, pelos editais nºedital-no-71-processo-seletivo-simplificado-para-contratacao-de-professor-substituto-ebtt-completo e edital-72-processo-seletivo-simplificado-para-professor-substituto-do-magisterio-federal-completo.

Segundo os editais, o vencimento básico varia de R$ 2.437,59 a R$ 3.412,63, a depender do regime de trabalho de 20 ou 40 horas semanais, podendo a remuneração bruta chegar a R$ 7.356,02. Isso porque o vencimento será acrescido da retribuição por titulação – especialização, mestrado ou doutorado –, de acordo com a titulação exigida no edital e o auxílio-alimentação. Haverá, ainda, complementação de pagamento para atingimento do piso do magistério fixado pela Portaria MEC n.º 61, de 31 de janeiro de 2024.

Os candidatos deverão realizar a inscrição pessoalmente ou por procuração na secretaria do departamento responsável. Também será aceita a inscrição via postal (tipo Sedex). No ato da inscrição, é necessário que o candidato apresente cópia de documento de identidade com foto, Cadastro de Pessoa Física (CPF), curriculum vitae ou lattes devidamente comprovado e foto 3×4 recente, além do requerimento de inscrição preenchido, de acordo com o certame para o qual o candidato se inscreveu, e comprovante de pagamento da taxa de inscrição mediante Guia de Recolhimento da União (GRU).

O valor da taxa de inscrição varia de R$ 60,00, para os cargos cujo regime de trabalho é 20 horas, a R$ 85,00, para os cargos com regime de 40 horas. A solicitação do pedido de isenção deve ser feita entre 29 e 30 de julho e poderá ser realizada pessoalmente, por procuração ou via postal (tipo Sedex). O resultado do pedido de isenção será divulgado pelo Departamento/Unidade Acadêmica responsável pelo certame até dia 31 de julho.

A seleção prevê vagas destinadas a pessoas com deficiência e pessoas declaradas pretas ou pardas. Como as seleções regidas pelos editais são totalmente autônomas e independentes entre si, os interessados deverão conferir, no quadro de distribuição de vagas por unidade acadêmica (Anexo I), as vagas que estão reservadas aos candidatos nestas condições.

O processo seletivo, em ambos os editais, consistirá em prova didática, de caráter eliminatório, com peso seis, e prova de títulos, de caráter classificatório, com peso quatro. A prova didática consistirá de aula expositiva ou de natureza teórico-prática. Os locais e horários serão divulgados no site do departamento responsável pelo certame conjuntamente às informações necessárias para a aplicação das provas.

Conforme o cronograma do edital referente à seleção para o docente EBTT, a prova didática acontecerá nos dias 10 e 11 de setembro e a prova de títulos, no dia 15 de setembro. O resultado, com o quadro de notas, estará disponível no dia 22 de setembro.

Os candidatos ao certame para o Magistério Superior devem consultar o quadro de distribuição de vagas por unidade acadêmica (Anexo I) para verificar as datas previstas de realização das provas didáticas e de títulos, assim como o dia programado para divulgação dos resultados preliminares, uma vez que as seleções regidas são autônomas e independentes entre si.

Veja a distribuição de vagas por centro de Ensino

Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA) – 1 vaga (Edital nº 71/2024)
Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) – 2 vagas
Centro de Educação (CE) – 2 vagas
Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) – 4 vagas
Centro de Ciências da Saúde (CCS) – 4 vagas
Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR) – 2 vagas
Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) – 1 vaga
Centro de Ciências Agrárias (CCA) – 1 vaga
Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE) – 1 vaga

Tatiana Weston-Webb e Tainá Hinckel vencem na repescagem e mantém surfe feminino 100% nos Jogos Olímpicos


 O surfe feminino do Brasil segue vivo nos Jogos Olímpicos. Neste domingo, dia 28, Tatiana Weston-Webb e Tainá Hinckel entraram na água de Teahupoo, no Taiti, para a disputa das repescagens. Em caso de derrota, seria o fim do sonho olímpico. Mas, as surfistas brasileiras representaram muito bem o país, vencendo suas respectivas baterias e avançando para as oitavas de final da competição, ainda sem data definida. Na próxima fase, Tainá reencontrará a compatriota Luana Silva, agora um confronto direto. Já Tati terá pela frente a americana Caitlin Simmers, atual líder do ranking mundial da World Surf League.

Depois de ficar na segunda colocação em sua bateria na rodada inicial dos Jogos Olímpicos, Tati Weston-Webb entrou na água com a obrigação de vencer para seguir em busca da medalha olímpica. Na repescagem, venceu Candelária Resano pelo placar de 9.50 (5.50 +4.00) pontos contra 3.30 (1.87+1.43) da atleta de El Salvador

Graças a Deus consegui passar essa bateria. Nunca é bom perder no primeiro round. Mas hoje foi um dia um pouquinho diferente de ontem. Foi mais como um joguinho de xadrez e consegui jogar o jogo. Estou muito feliz por ter passado essa bateria e estou ganhando confiança”, disse Tati, que afirmou que as condições do mar estavam bem desafiadoras, já que o dia amanheceu com muito vento e chuva em Teahupoo.

“Eu acho que todo mundo está com muita expectativa, muita esperança de que os brasileiros vão bem aqui, especialmente em Teahupoo. Então, todos estão com muita emoção, mas nós realmente temos que controlar essas emoções durante a bateria, jogar o jogo. Estou muito feliz por ter passado essa bateria porque sei que foi super diferente de ontem e vai continuar sendo assim. Acho que vou continuar lidando com esse tipo de pensamento, passar a bateria e tomar as decisões um pouco mais próximas do momento”, analisou a surfista brasileira.



Já a catarinense Tainá Hinckel superou a canadense Sanoa Dempfle-Olin e também está nas oitavas dos Jogos Paris 2024. A brasileira somou 7.10 pontos (3.80 + 3.30), enquanto sua adversária fez 6.30 (3.50 + 2.80) nas suas duas melhores ondas. A brasileira administrou bem a bateria, fazendo suas pontuações e marcando de perto a atleta adversária.

“Estou muito feliz, muito grata por poder estar aqui em Teahupoo. Ontem não consegui passar a minha bateria e pensei em tudo, em como jogar o jogo hoje. E foi o que aconteceu, as condições estavam difíceis, então realmente tentei fazer o meu melhor para passar essa bateria. Eu tentei o tempo inteiro seguir o que meu coração estava falando, isso foi o principal na bateria. Tenho certeza que foi isso que fez a diferença", definiu Tainá, acrescentando:

"Em todos os momentos das minhas escolhas, fiz com total consciência do que estava fazendo e realmente seguindo a minha intuição. Isso foi o mais importante, fazendo o máximo que eu podia na competição. As condições não estavam tão fáceis, estava devagar, então tentei fazer as escolhas certas. Eu vi que as ondas eram um pouco menores e que com certeza não dariam tanto potencial, por isso escolhi não ir nas duas ondas finais e pegar a última que eu fui. Então, de toda forma, segui o meu coração e isso, para mim, é o que mais importa numa vitória. Sem palavras nesse momento para definir o sentimento, mas com muita gratidão realmente".


Douglas Vieira, prata há 40 anos, celebra tradição do judô no Festival do Time Brasil com as conquistas da nova geração em Paris


 O judô brasileiro está em festa, com o passado e o futuro se encontrando no Festival Olímpico do Time Brasil. Em São Paulo, no Parque Villa-Lobos, o judoca Douglas Vieira, prata em Los Angeles 1984, acompanhou nos telões do evento as campanhas de Willian Lima e de Larissa Pimenta, os mais novos medalhistas de prata e bronze, respectivamente, no judô de Paris 2024.

“Ótimo que nossa tradição do judô de sempre medalhar desde Los Angeles segue com tudo, somos referência mundial”, comentou o medalhista olímpico Douglas Vieira. “Ainda mais duas medalhas de judocas que eu treinei. É muito legal, uma felicidade enorme”.

Muito humilde, Douglas Vieira não citou que ele foi o primeiro judoca brasileiro a chegar a uma final olímpica. Desde então, são 40 anos seguidos, 11 edições olímpicas em que o judô brasileiro conquista medalhas olímpicas. “O mais curioso é que eu conquistei a prata com 24 anos, mesma idade em que o Willian conquistou a prata dele”, brincou o judoca.

E tem mais, Willian Lima foi aluno de Douglas Vieira, de 2017 a 2022, sendo fundamental para a formação do mais novo medalhista de prata. “Ele é um guerreiro, sempre acreditamos no potencial dele.”

O judô é o esporte com mais medalhas conquistadas por brasileiros. Com a prata de Willian Lima e o bronze de Larissa Pimenta, já são 26 medalhas somadas, sendo que a primeira foi conquistada em Munique 1972, com um bronze de Chiaki Ishii.

E quem também tem muita história dentro do judô brasileiro é Paulo Wanderley, que trabalhou junto com Douglas Vieira na Confederação Brasileira de Judô, e, consequentemente, acompanhou a evolução de Willian Lima e Larissa.

“Um começo extraordinário, estamos confiantes no desempenho do Brasil. Nosso objetivo sempre foi superar e evoluir ao que já aconteceu. Hoje eu sou de todas as 34 modalidades olímpicas, torço igual. Mas o judô é uma modalidade vencedora, eficiente. No judô especificamente, todos os gestores vieram do tatame, degrau por degrau”, comentou Paulo Wanderley, presidente do COB.

Ainda tem muita medalha a caminho, no judô e em outras modalidades, e o Festival Olímpico Parque Time Brasil vai seguir recebendo o público até o dia 11 de agosto. Um ponto de encontro da torcida brasileira e com outras atrações além dos sete telões com transmissão do Time Brasil em Paris 2024.

SERVIÇO

Festival Olímpico Parque Time Brasil

Período: 20 de julho a 11 de agosto

Endereço: Parque Villa-Lobos - Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 - Alto de Pinheiros, São Paulo

Horário de funcionamento:

Dias de Semana: 10h às 19h (fechado às segundas)

Fins de Semana: 10h às 22h

Excepcionalmente dias 10 e 11/08 das 08h às 22h


Municípios da PB recebem mais de R$ 100 mil para novas turmas de educação infantil


 O Ministério da Educação, através da Secretaria de Educação Básica, repassará R$ 114.197 aos municípios paraibanos de Logradouro e São José dos Ramos para manutenção de novas turmas de educação infantil. A portaria foi publicada em edição do Diário Oficial da União.

Logradouro receberá R$40.210,70 para manter 10 vagas em creche de tempo integral, enquanto São José dos Ramos foi contemplado com R$73.987,68 para 16 vagas em escola pública.

O repasse contempla instituições que tenham cadastradas novas matrículas em novas turmas e que ainda não foram contempladas com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

TCE-PB intima presidente da Câmara Municipal de Santa Rita para explicar recebimento de R$ 20 mil a mais de salário

  O ( Tribunal de Contas do Estado da Paraíba ) TCE-PB   intimou o presidente da Câmara Municipal de Santa Rita para explicar recebimento ...