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sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Jorge Vercillo, peça com Vera Holtz e mais: ‘Qual a Boa’ do fim de semana, de 20, 21 e 22 de setembro, na PB

 



A agenda cultural do “Qual a Boa?” traz festas, shows e outros eventos que acontecem na Paraíba neste fim de semana, sexta-feira (13), sábado (14) e domingo (15). Entre as principais atrações do fim de semana estão o show de Jorge Vercillo em João Pessoa e a peça “Ficções”, com Vera Holtz, em Campina Grande (confira abaixo).

Qual a Boa em João Pessoa
Sexta-feira (20)

Banda Eddie

Local: Vila do Porto – João Pessoa
Horário: 20h (não informado)
Vintage Glove Band

Local: Usina Cultural Energisa – João Pessoa
Horário: 19h30 (R$35)
Sexta & Som com Banda Travolta

Local: Mangabeira Shopping – João Pessoa
Horário: 20h (gratuito)
Aula Espetáculo Fole de 8 Baixos com Luizinho Calixto

Local: Hotel Globo – João Pessoa
Horário: 16h (gratuito)
Festa Fogo no Pavio

Local: General Store – João Pessoa
Horário: 19h (R$5)
Myra Maya

Local: Bessa Grill – João Pessoa
Horário: 20h (R$25)
Forró da Live e Vinicius Mendes

Local: Priscylla’s Hall – João Pessoa
Horário: 23h (a partir de R$40)
Sábado (21)

Jorge Vercillo

Local: Teatro Pedra do Reino – João Pessoa
Horário: 21h (a partir de R$ 141,90)
Joyce Tayná

Local: Dory’s Prime – João Pessoa
Horário: 22h (a partir de R$20)
Pagode do Meu Agrado, Alanzinho e DJ Cris

Local: Celebration – João Pessoa
Horário: 21h (R$50 – R$100)
Matheus Gael e Maria Ercília e Luciene Mello

Local: Priscylla’s Hall – João Pessoa
Horário: 23h (a partir de R$40)
Banda Tábua das Marés

Local: After Pub – João Pessoa
Horário: 21h (não informado)
Festival Alumiô

Local: Centro Histórico – João Pessoa
Horário: 19h30 (gratuito)
Domingo (22)

Grupo No Sigilo

Local: Priscylla’s Hall – João Pessoa
Horário: 19h (a partir de R$40)
Festival Alumiô

Local: Centro Histórico – João Pessoa
Horário: 19h30 (gratuito)
Qual a Boa em Campina Grande

Sexta-feira (20)
Espetáculo “Ficções” com Vera Holtz

Local: Teatro Facisa – Campina Grande
Horário: 20h (R$21 – R$160)
Raphael Ghanem com stand up “Se É Que Você Me Entende”

Local: Teatro Municipal Severino Cabral – Campina Grande
Horário: 19h (R$45 – R$90)

Deixar o celular carregar até 100% estraga a bateria?


Deixar o celular carregar até 100% pode prejudicar a vida útil da bateria. Mas o dano é sutil, acontece aos poucos e é diferente de "viciar" a bateria.

O prejuízo acontece, por incrível que pareça, devido a um mecanismo de proteção do próprio dispositivo.

Isso porque as baterias atuais têm uma ferramenta automática de segurança contra o excesso de carga, que faz com que elas diminuam a "janela" possível de entrada de energia a partir dos 80% de carregamento, explica Kim Rieffel, vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Avaliação da Conformidade (Abrac).

Por isso, ao carregar um celular que já está com 80% de bateria, será gerada uma situação de "estresse" no dispositivo, já que ele estará recebendo a carga ao mesmo tempo em que está resistindo a ela.
Se isso acontecer com frequência, a saúde da bateria é prejudicada e ela pode perder, aos poucos, a sua capacidade, de acordo com o especialista. Na prática, ela acaba demorando mais para carregar e descarregando com mais facilidade.

Nesse sentido, segundo Rieffel, o ideal é carregar a bateria apenas até os 80%, período em que o dispositivo carrega com mais facilidade e "sofre" menos.
"No dia a dia, para proteger a bateria, vale a pena trocar o carregamento durante a madrugada por cargas pontuais ao longo do dia", orienta Rieffel.
Qual a diferença de 'viciar' a bateria?
O conceito de "viciar" a bateria corresponde a um cenário mais drástico e que acontecia mais rápido do que o dano provocado pelo excesso de carga atualmente.

As baterias que podiam "viciar" eram de uma geração passada, do tipo Níquel-Cádmio, muito usado nos celulares há 10 anos.
"Nessa época, elas eram mais sensíveis ao carregamento e, com o excesso de carga, rapidamente começavam a ter um desempenho pior", descreve o especialista.
Hoje, a maioria dos celulares usa baterias de íon de lítio, que são mais resistentes a esse tipo de exposição. Assim, falar que as novas baterias "viciam" seria um exagero, segundo Rieffel.

Juíza concede prisão domiciliar a uma dos alvos da operação Território Livre, em João Pessoa


 A juíza da 76ª Zona Eleitoral, Virgínia Gaudêncio de Novais, converteu nesta sexta-feira (20/09) a prisão de Pollyana Monteiro, um dos alvos da Operação Território Livre, em domiciliar.

A alegação da defesa de Pollyanna representada pelo advogado Aécio Farias é de que a mãe da investigada necessita da ajuda da filha

A vereadora Raissa Lacerda (PSB) e os demais alvos permanecem no presídio.

A operação Território Livre tem como objetivo combater os crimes de aliciamento violento de eleitores e organizações criminosas em comunidades de João Pessoa.

Moradores fecham acesso a Pirpirituba, Sertãozinho e Belém, no Brejo da Paraíba


 Moradores de cidades localizadas no Brejo da Paraíba fecharam, na manhã desta sexta-feira (20), trechos das rodovias estaduais PB-073 e PB-085 desde às 5h.

A manifestação acontece na altura do trecho que dá acesso a aos municípios de Pirpirituba, Sertãozinho e Belém.

O grupo colocou pneu, faixas e falhos de árvores para impedir o tráfego na região. Apenas veículos de emergência estão autorizados a transitar.

A manifestação cobra andamento do asfaltamento da PB-085, que segundo os moradores está em atraso.

Campeonato de Ginástica em João Pessoa: confira programação da categoria adulta para o fim de semana


 A partir desta sexta-feira (20), o Campeonato Brasileiro Loterias CAIXA de Ginástica Artística, que acontece em João Pessoa, começa a competição da categoria adulta. O evento acontece até o domingo (22) no Ginásio Poliesportivo Ronaldo Cunha Lima, o Ronaldão.

A competição classificatória da categoria adulta da Ginástica Artística Masculina começa às 13h do dia 20. Já a classificatória da Ginástica Artística Feminina terá início às 8h do dia 21.

O campeonato terá participação das medalhistas olímpicas Rebeca Andrade e Julia Soares e os atletas olímpicos Diogo Soares, Arthur Nory e Caio Souza, entre outros.

O evento terá entrada gratuita mediante a doação de 1kg de alimento, para as pessoas que conseguiram ingresso ou para aquelas que irão esperar na fila.

O campeonato será transmitido ao vivo pelo Canal Olímpico do Brasil e pelo SporTV.


Confira programação geral – categoria adulto

Sexta-feira (20)

  • 13h às 17h – Competição classificatória
  • 17h às 21h – Competição classificatória
  • 21h15 às 21h30 – Premiação por equipes e individual geral

Sábado (21)

  • 8h às 11h25 – Competição Classificatória
  • 13h às 16h25 – Competição classificatória
  • 16h40 Às 17h – Premiação equipes e individual geral

Domingo (22)

  • 8h20 às 9h20 – Aquecimento geral – finais
  • 9h30 às 10h03 – Final solo
  • 10h03 às 10h36 – Final salto GAF – Cavalo GAM
  • 11h09 às 11h24 – Aquecimento aparelhos
  • 11h24 às 12h05 – Final Trave GAF – Salto GAM
  • 12h05 às 12h38 – Final Solo GAF – Paralela GAM
  • 12h38 às 13h10 – Final Barra
  • 13h10 às 13h40 – Premiação por aparelhos

Entidade de energia elétrica recomenda que governo volte com horário de verão


 O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), entidade responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) do Brasil, recomendou nesta quinta-feira (19) a volta da adoção do horário de verão no país.

No entanto, o governo federal ainda irá avaliar o cenário antes de optar pela medida. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, uma decisão deve ser tomada nos próximos dez dias. Se for adotada, a medida valeria ainda para 2024, não necessariamente em todo o verão.

Alexandre Silveira disse que, apesar da indicação da ONS, não há risco energético em 2024 graças ao planejamento adotado. Por isso, a adoção do horário de verão ainda será melhor avaliada. No entanto, o ministro destacou que é preciso pensar a longo prazo, com o olhar em 2025 e 2026.

Instituído em 1931 no Brasil, o horário de verão funcionou continuamente de 1985 até 2019, quando o governo passado decidiu revogá-lo, em abril de 2019, alegando pouca efetividade na economia energética.

Agência Brasil

Ex-secretário de Veneziano é condenado por desviar recursos do ‘Fome Zero’ e ação contra senador é trancada


 A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a 4ª Vara da Justiça Federal da Paraíba condenou Rennan Trajano de Farias pelo crime de peculato, por desviar R$242.422,74 em 2012, quando era diretor da Secretaria de Finanças de Campina Grande (PB). A sentença, publicada em 13 de setembro, determinou a pena de quatro anos e seis meses de reclusão e o pagamento de 50 dias-multa, para cada uma das 54 transações ilegais realizadas por ele.

A ação originária foi ajuizada em março de 2019 pelo Ministério Público do Estado da Paraíba, sendo posteriormente declinada para atuação do MPF perante a Justiça Federal, por tratar-se de recursos de origem do Governo Federal. Segundo apurado, em 27 de dezembro de 2012, às vésperas do fim da gestão municipal, foram realizadas 54 transferências de recursos do Programa Fome Zero a terceiros que não tinham créditos a receber do município ou que sequer eram fornecedores cadastrados no programa.

O recurso era de convênio firmado entre o Município de Campina Grande e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, destinado ao pagamento de produtos da agricultura familiar adquiridos para atender a cozinhas comunitárias.

De acordo com o MPF, cada transação foi feita no valor de R$ 4.489,31, que é o limite individual anual máximo de pagamento do Programa Fome Zero. Além disso, foi comprovado que o comando bancário para as transferências foi dado diretamente pelo então diretor de Finanças, a partir da utilização de seu token e senha.

Segundo a Controladoria Interna do Município de Campina Grande, não havia qualquer fundamento para a realização desses pagamentos naquele momento. Na sentença, a Justiça Federal destaca que muitas transferências foram realizadas em duplicidade, extrapolando indevidamente o limite individual anual de pagamentos, o que reforça o claro intuito de desviar os valores disponíveis.

A defesa do ex-diretor chegou a alegar que ele estaria totalmente afastado de suas atividades por problemas de saúde e que as transações teriam sido realizadas por outra pessoa. Porém, em interrogatório policial, Farias afirmou que, no período em que ocorreram os crimes, estava trabalhando de sua casa e, ainda, que sofreu pressão da gestão para desviar os valores do Programa Fome Zero.

Outros acionados

A ação incluía, ainda, o ex-prefeito de Campina Grande e atual senador Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto, o então chefe de gabinete, Hermano Nepomuceno Araújo, e o secretário Municipal de Finanças à época, Júlio César de Arruda Câmara Cabral. A Justiça, porém, absolveu os dois últimos e determinou o trancamento da ação penal em relação ao ex-prefeito.

Denúncia contra os irmãos Vital do Rêgo

Em 2015, Rennan Trajano Farias afirmou à Folha de SP que, em 2010, fez entregas de dinheiro em espécie ao então candidato ao Senado Vital do Rêgo (PMDB-PB), hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).

O dinheiro foi desviado, segundo Farias, de um contrato de R$ 10,3 milhões entre a prefeitura e uma empreiteira que não executou os serviços.

Farias, que gravou um vídeo para o TV Folha com a acusação, disse que também fez entregas ao irmão do ministro, o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB), e a firmas que atuavam nas campanhas da família.

MPF denuncia empresários por fraude na construção de escola municipal


 O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A denúncia, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de se associarem criminalmente para fraudar licitação que envolvia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os acusados teriam manipulado o processo licitatório para beneficiar a empresa DEL Engenharia, resultando em prejuízos ao caráter competitivo da licitação.

Conforme a acusação, os demandados formaram um conluio para fraudar a Tomada de Preços n. 04/2021, destinada à construção de uma escola com seis salas de aula e quadra no referido município. Dois dos empresários denunciados organizaram um esquema para pagar outras empresas para que desistissem da licitação. O objetivo era garantir que a DEL Engenharia fosse a vencedora. Os outros dois denunciados são o próprio dono da DEL Engenharia e um funcionário dele.

A denúncia relata que foram realizados pagamentos a várias empresas para que desistissem da licitação. Esses pagamentos foram feitos de forma a não serem identificados, utilizando contas de terceiros. Também foi fornecido documento vencido para gerar a desclassificação de empresa, tudo para garantir que a empresa DEL Engenharia fosse beneficiada na licitação.

Apesar dos esforços, a DEL Engenharia não conseguiu ser habilitada, mas o esquema retirou várias empresas da competição, prejudicando o caráter competitivo da licitação.

Na denúncia, o MPF pede a condenação dos quatro envolvidos pelos crimes de associação criminosa, cuja pena é reclusão de 1 a 3 anos; frustração do caráter competitivo da licitação, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa; além do crime de lavagem de dinheiro, por terem ocultado e dissimulado a origem de valores provenientes da infração penal, utilizando a conta bancária de terceiros. A pena para esse crime é reclusão de 3 a 10 anos e multa.

O MPF também considerou inadequado qualquer acordo de não persecução penal, argumentando que essa medida não é suficiente para a reprovação e prevenção do crime, conforme estabelece o artigo 28-A do Código de Processo Penal. Além disso, a denúncia ressalta que um dos empresários já foi denunciado em várias ações penais na esfera federal, sendo considerado um criminoso habitual.

MPT já registra mais de 300 denúncias de assédio eleitoral


 A campanha eleitoral para prefeitos e vereadores registra até esta quinta-feira (19) 319 denúncias de assédio eleitoral. O número supera em mais de quatro vezes o total de 2022, quando 68 acusações foram registradas no primeiro turno das eleições.

Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MPT). Das mais de 300 denúncias, 265 são individuais, isto é, não houve repetição da queixa.

Apesar do número de casos superior no primeiro turno, o procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, não acredita que as atuais eleições municipais venham superar o total das eleições gerais de 2022, que após o segundo turno totalizou 3.606 denúncias.

“Temos o primeiro turno com mais denúncias, mas não acredito que o segundo turno terá a mesma velocidade que teve no segundo turno da eleição anterior. Não há o ambiente daquele momento, a polarização não vai aumentar”, avalia o procurador.

Para ele, o que chamava atenção nas eleições de 2022 era o volume de casos e a forma explícita e documentada de assédios. “Tinha vídeos que eu assistia e dizia ‘não acredito que uma pessoa fez isso’. É caso de estudo”, opina Ramos Pereira.

O assédio eleitoral se caracteriza como a prática de coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento associados a um pleito eleitoral, com o objetivo de influenciar ou manipular o voto, apoio, orientação ou manifestação política de trabalhadores no local de trabalho ou em situações relacionadas ao trabalho.

Ocorrências

Diferentes tipos de assédio foram listados pelo MPT. Há ocorrências em todos os estados, com exceção do Amapá. Os estados da Bahia, São Paulo, Paraíba, Goiás e Minas Gerais lideram a lista de denúncias de assédio, com respectivamente 45, 40, 22, 20 e 19 casos.

Para o procurador, os números demonstram que nessas regiões as paixões políticas são mais fortes e as disputas podem estar mais apertadas. “O assédio acontece muito em razão da vulnerabilidade social”, acrescenta.

O MPT repassou à Agência Brasil a descrição de alguns episódios de assédio eleitoral. Por exemplo, há o caso do dono de uma fábrica de vestimenta masculina no município de Jardim de Piranhas, no interior do Rio Grande do Norte, que pediu aos empregados para gravarem vídeo afirmando que iriam votar em determinados candidatos a prefeito e a vereador.

A mais de três mil quilômetros do Rio Grande do Norte, em Indianópolis, no noroeste paranaense, o assédio partiu do próprio prefeito, que ameaçou encerrar contratos de funcionários e de empresários fornecedores do município que não colocassem em seus carros adesivos de sua candidatura.

Em Pedro Leopoldo, a 40 quilômetros de Belo Horizonte (MG), o MPT constatou outro tipo de assédio: um dos sócios de uma empresa que oferece serviços de purificação e regeneração de óleos lubrificantes levou ao ambiente de trabalho, no horário do expediente, um candidato a prefeito para apresentar suas propostas e gravar peça de campanha eleitoral.

Apesar do crime eleitoral estar documentado, a empresa se negou a assinar o termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público. Em razão disso, o MPT ajuizou a denúncia na Justiça do Trabalho, que determinou que a empresa cumprisse as obrigações de “abster-se de promover, nas dependências da empresa e no horário de expediente, qualquer evento político-partidário e eleitoral, sob pena de multa de R$ 20 mil por evento ou violação, acrescidos de R$ 1 mil para cada trabalhador que participar”, descreve nota do MPT.

Legislação

Conforme a lei, qualquer pessoa acusada de assédio eleitoral no ambiente de trabalho pode ser convocada pelo MPT para apresentar explicações e, havendo procedência, assinar um TAC. Esse termo vai prever um dano social coletivo para ser pago à sociedade, além dos danos morais individuais a serem pagos para os trabalhadores assediados.

O assediador também deverá fazer retratação pelo mesmo meio que assediou empregados, funcionários ou prestadores de serviço. Se a empresa receber algum financiamento público, poderá ter o crédito cancelado.

Além do MPT, o Ministério Público Eleitoral faz a apuração criminal. Nesses casos, a prisão costuma ocorrer quando o acusado descumpre liminar ou sentença judicial.

As denúncias podem ser feitas pelo site do Ministério Público do Trabalho.

Agência Brasil

PF vai identificar quem usou X após bloqueio para STF aplicar multas


 A Polícia Federal vai investigar e identificar usuários no Brasil da rede social X, de Elon Musk, que permaneceram usando a plataforma mesmo após o bloqueio determinado pelo ministro Alexandre de Moraes e referendado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração recai sobre quem usou o X depois do dia 30 de agosto, quando já havia um trabalho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) junto às operadoras para que a suspensão fosse efetivada.

As pessoas identificadas poderão ser multadas, conforme determina a decisão da Suprema Corte. Moraes, ao suspender o X (antigo Twitter), impôs multa diária de R$ 50 mil por descumprimento, inclusive pelo uso de ferramentas de VPN, que maquiam a localização do internauta.

A identificação, agora sob o trabalho da PF, foi um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizada por Moraes. As multas serão aplicadas a qualquer usuário que tenha infringido a decisão judicial. Alguns parlamentares chegaram a fazer posts em afronta à determinação.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) escreveu no X, em 3 de setembro: “Estou postando no X, escrevendo do Brasil. De acordo com a nossa Constituição, um comportamento que era legal até ontem não pode ser considerado ilegal hoje por decisão de um juiz. Não posso ser obrigado a fazer algo ou punido, exceto por uma lei anterior”.

Drible no bloqueio

Embora uma instabilidade no sistema das operadoras tenha sido a primeira hipótese cogitada para justificar o “retorno” da rede X no Brasil na quarta-feira (18/9), em seguida foi identificado pela Anatel e informado ao Supremo que uma atualização do próprio X, de Elon Musk, “driblou” o bloqueio no Brasil.

A suspensão judicial da rede continua vigente, ou seja, a plataforma não deveria funcionar. O X promoveu uma mudança no sistema de Cloudflare e confundiu os provedores brasileiros de internet, responsáveis por efetuar o bloqueio de fato.

Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), multou em R$ 5 milhões, por dia, a rede social X pelo “drible” efetuado para burlar o bloqueio que lhe foi imposto no Brasil. O magistrado ainda determinou que seja suspenso o acesso à plataforma por servidores Cloudflare.

A decisão impõe a multa, e as partes foram intimadas nesta quinta-feira (19/9), por edital publicado no Diário Oficial. A multa diária começa a ser contada a partir desta quinta. O descumprimento foi informado pela Anatel nessa quarta-feira (18/9), e o valor total devido será calculado com base na quantidade de dias que perdurar o descumprimento.

Alexandre de Moraes emitiu dois editais de intimação: um ao X Brasil Internet Ltda. e outro à Starlink Brazil Serviços de Internet Ltda. Ambas empresas do bilionário Elon Musk.

Fim do amor? Luciano e Ruy trocam acusações relacionadas a condenação e operação Calvário


 Fim do amor? Uma semana depois de se juntarem para pedir tropas federais nas eleições de João Pessoa, os candidatos a prefeito Ruy Carneiro (Podemos) e Luciano Cartaxo (PT) trocaram acusações, nesta quinta-feira, durante o debate da TV Manaíra. Os dois estão empatados tecnicamente na pesquisa Quaest divulgada na última terça-feira.

Luciano Cartaxo questionou a alegada renovação política de Ruy Carneiro, destacando que o adversário já está na cena política desde os anos 90. Em tom provocativo, o petista afirmou que Carneiro pedirá música no fantástico, já que é a terceira vez que o adversário se candidata à Prefeitura de João Pessoa e nas duas primeiras não obteve sucesso.

Cartaxo foi além, lembrando que entre os quatro candidatos que disputam a prefeitura, Ruy é o único que foi condenado pela justiça. A sentença mencionada por Cartaxo condenou Carneiro a 20 anos de prisão por crimes como peculato, fraude e lavagem de dinheiro, supostamente cometidos enquanto ocupava o cargo de Secretário de Esportes no governo de Cássio Cunha Lima.

Ruy Carneiro, por sua vez, não deixou as acusações passarem despercebidas e contra-atacou, vinculando Luciano Cartaxo à Operação Calvário, um esquema de corrupção que envolveu desvio de recursos públicos destinados à saúde e à educação na Paraíba, uma referência a aliança de Cartaxo com o ex-governador Ricardo Coutinho, que é investigado e também réu em processos relacionados à operação.

Debate a prefeito de João Pessoa: ganhou o eleitor que foi dormir mais cedo

 

Na noite desta quinta-feira, o que era para ser um confronto de ideias e propostas entre os candidatos à Prefeitura de João Pessoa transformou-se em um espetáculo de trocas de acusações e provocações. O debate, mediado pelos jornalistas Cláudia Carvalho e Heron Cid, realizado pela TV Manaíra, foi  marcado pela baixaria.

O atual prefeito e candidato à reeleição, Cícero Lucena (PP), foi naturalmente um dos principais alvos dos adversários, especialmente em relação à Operação Mandare, que investiga um suposto envolvimento de sua gestão com o crime organizado.

Entre as principais suspeitas está a atuação da filha de Cícero, Janine Lucena, que atualmente ocupa o cargo de Secretária Executiva de Saúde do município.

Luciano Cartaxo (PT) e Ruy Carneiro (Podemos) protagonizaram um embate paralelo. Cartaxo foi questionado sobre sua aliança com o ex-governador Ricardo Coutinho, que enfrenta acusações na Operação Calvário, um esquema de corrupção na saúde pública.

Por outro lado, Carneiro precisou lidar com sua própria sombra política: a Operação Desk, na qual ele foi condenado a 20 anos de prisão por crimes como peculato, fraude e lavagem de dinheiro, supostamente cometidos enquanto era Secretário de Esportes no governo de Cássio Cunha Lima.

Com muitos escândalos e quase nenhuma proposta, o debate foi sofrível. Ganhou o eleitor que foi dormir mais cedo.


Mãe decapita o próprio filho, ataca policiais militares e é ferida a tiros, em João Pessoa


 Uma mulher foi presa por assassinar e decapitar o próprio filho, de cinco anos, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. O crime ocorreu por volta das 4h, quando moradores escutaram os gritos da criança.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram a mulher com a criança no local. Ao perceber a presença da PM, ela, que já tinha degolado a criança, chegou a jogar sua cabeça para trás.

“Uma guarnição pediu apoio e quando chegamos a criança já estava morta. A acusada estava com das facas e partiu para cima dos policiais, que precisaram atirar. Ela ainda tentou se suicidar, se ferindo com as facas, mas conseguimos evitar”, disse um policial que atendeu à ocorrência.

Segundo os vizinhos, ela morava há um mês com a criança no local.

A mulher foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma.

Pesquisa em cidades da Grande JP aponta Santa Rita com gasolina mais barata


 O Procon-PB divulgou uma análise detalhada sobre os preços dos combustíveis em três cidades da Paraíba: Bayeux, Cabedelo e Santa Rita, na Grande João Pessoa. A pesquisa foi realizada nesta quinta-feira  (19)  mostra variações significativas entre os postos, com destaque para o Diesel S10 e o Etanol, que apresentaram as maiores oscilações.

No preço da gasolina comum, Santa Rita, apresentou o menor preço entre as cidades. O combustível na Terra dos Canaviais foi encontrado a R$ 5,79 no dinheiro ou no cartão de crédito.

Em Cabedelo e Bayeux o mesmo combustível é vendido a  menor preço é R$ 6,07.

Confira abaixo dados da pesquisa

BAYEUX

Gasolina Comum

Maior Preço: R$ 6,09 (dinheiro), R$ 6,39 (cartão)

Menor Preço: R$ $ 6,07 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,02 (dinheiro), R$$ 0,32 (cartão)

Variação de Preços (%): 0,33% (dinheiro), 5,27% (cartão)

Diesel Comum

Maior Preço: R$ 5,89 (dinheiro) e R$ 6,73 (cartão)

Menor Preço: R$ 5,65 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ R$ 0,24 (dinheiro), R$ 1,08 (cartão)

Variação de Preços (%): 4,25% (dinheiro), 19,12% (cartão)

GNV

Maior Preço: R$ 5,09 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 5,09 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,000

Variação de Preços (%): 0,00%

CABEDELO

Gasolina Aditivada

Maior Preço: R$ 6,44 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 6,07 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,37

Variação de Preços (%): 6,10%

Álcool (Etanol)

Maior Preço: R$ 4,80 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 4,52 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,28

Variação de Preços (%): 6,19%

Diesel S10

Maior Preço: R$ 6,420 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 5,64 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,78

Variação de Preços (%): 13,83%

SANTA RITA

Gasolina Comum

Maior Preço: R$ 6,19 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 5,79 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,40

Variação de Preços (%): 6,91%

Gasolina Aditivada

Maior Preço: R$ 6,29 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 5,79 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,50

Variação de Preços (%): 8,64%

Etanol

Maior Preço: R$ 4,69 (dinheiro e cartão)

Menor Preço: R$ 4,39 (dinheiro e cartão)

Diferença de Preços: R$ 0,30

Variação de Preços (%): 6,83%

As variações de preços dos combustíveis em Bayeux, Cabedelo e Santa Rita refletem oscilações notáveis, especialmente no Diesel S10 e no Etanol.

A pesquisa do Procon-PB é essencial para que os consumidores possam fazer escolhas mais informadas e econômicas. A estabilidade do GNV em todas as cidades continua a ser uma opção segura e previsível para os motoristas da região.


quinta-feira, 19 de setembro de 2024

‘Território Livre’: Polícia Federal cumpre mandado de prisão contra detento do PB1, marido de investigada presa O alvo do mandado é um detento que é marido de Pollyanna.


 A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de prisão, na tarde desta quinta-feira (19), contra Keni Rogeus Gomes da Silva, conhecido como Poeta, detento da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes (PB1). O alvo é marido de Pollyanna Monteiro Dantas, uma das presas, hoje, na segunda fase da Operação Território Livre, a qual investiga o crime de aliciamento violento de eleitores e organização criminosa atuante em João Pessoa.

Segundo a Polícia Federal, foram expedidos sete mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva em João Pessoa. Entre as presas está a vereadora Raíssa Lacerda, além de Taciana Batista do Nascimento e Kaline Neres do Nascimento Rodrigues, e Pollyanna Monteiro Dantas, esposa do Poeta.

Inicialmente, a vereadora Raíssa Lacerda seria recolhida no 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), no bairro do Valentina, mas a Polícia Federal informou que ela foi levada à Penitenciária Feminina Júlia Maranhão, no bairro de Mangabeira, “apenas por logística do sistema penal”.

A Polícia Federal informou que “as diligências de hoje são fruto da análise do material arrecadado na primeira fase da Operação Território Livre e visam complementar as provas de materialidade, autoria e circunstâncias dos crimes investigados.”

Em resumo, a PF investiga a interferência de facções criminosas nas eleições, determinando a preferência por candidatos em alguns bairros e comunidades de João Pessoa.

Quem é Keni Rogeus

Keni Rogeus, o “Poeta”, já estava preso no PB1 e havia sido condenado a 36 anos de prisão, em 2022, apontado por atuar no Bairro São José como líder de uma facção criminosa e de emitir ordens de dentro da penitenciária de segurança máxima.

Na época, o Tribunal de Justiça da Paraíba divulgou que a juíza auxiliar da Vara de Entorpecentes da Capital considerou incontestável que todo o comando do tráfico, ordens, negociações, partiam de dentro de estabelecimento prisional, onde o líder do grupo se encontrava recolhido. Dessa forma, foram reconhecidas as causas de aumento de pena do artigo 40, incisos III e IV, da Lei de Drogas.

Keni Rogeus mantinha, segundo o processo, contatos telefônicos com os demais investigados citados na ação, em sua maioria residentes no Bairro São José. Para a magistrada, ficou demonstrado o elevado grau de controle hierárquico sobre os demais integrantes da organização criminosa, e, ainda, sobre quaisquer fatos ocorridos no bairro, desde episódios simples, como planejamento de festas e resolução de conflitos locais, até a delimitação territorial de cada ponto de tráfico de drogas e indicação dos bairros que poderiam ou não serem alvos de roubos praticados por integrantes do grupo.

Analisando o conjunto de provas (interceptações telefônicas e depoimentos colhidos), a juíza teve certeza de que os oito primeiros denunciados, e outros agentes não identificados, associaram-se de forma estável e permanente, com clara divisão de tarefas, para a prática do crime de tráfico de drogas e impôs a eles as condenações das penas previstas no artigo 35 da Lei 11.343/06.